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PRODUÇÃO DE TEXTO (3)

Exercício/avaliação da disciplina Prática Pedagógica Interdisciplinar: Análise e Produção de Textos. Contém 8 questões de múltipla escolha sobre ensino de Língua Portuguesa, tipologia e gêneros textuais (inclui a fábula A borboleta e a chama) e formas de avaliação do texto.

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Os tipos textuais são divididos de acordo com determinadas características linguísticas. Assim, o texto Receita para intolerância e injustiça pertence a qual tipologia?

A) Explicativa.
B) Argumentativa.
C) Injuntiva-instrucional.
D) Descritiva.
E) Narrativa.

No texto, há presença de


argumentação e injunção.
diálogo e injunção.
explicação e argumentação.
injunção e manifestação.
injunção e explicação.

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Questões resolvidas

Os tipos textuais são divididos de acordo com determinadas características linguísticas. Assim, o texto Receita para intolerância e injustiça pertence a qual tipologia?

A) Explicativa.
B) Argumentativa.
C) Injuntiva-instrucional.
D) Descritiva.
E) Narrativa.

No texto, há presença de


argumentação e injunção.
diálogo e injunção.
explicação e argumentação.
injunção e manifestação.
injunção e explicação.

Prévia do material em texto

Pincel Atômico - 04/12/2024 05:42:16 1/6
KÍRIA KARLA REZENDE
CARNEIRO DE ABREU
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 24 (23086)
Atividade finalizada em 14/08/2024 19:23:53 (2415355 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTOS [1162581] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de
1,67 pontos [capítulos - 6]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Letras-Português - Grupo: FPD-JUN/2024 - SGegu0A240624 [130305]
Aluno(a):
91635248 - KÍRIA KARLA REZENDE CARNEIRO DE ABREU - Respondeu 5 questões corretas, obtendo um total de 1,04 pontos como nota
[359873_15295
9]
Questão
001
Batisti e Silva (2017) entendem que se “no ensino tradicional a gramática normativa ainda
ocupa a posição central, em uma perspectiva mais significativa de ensino, colocaremos o
texto como objeto central na aula de Língua Portuguesa (LP).”. Assim, ao tratar do ensino
tradicional e o texto como objeto de ensino de LP, Batisti e Silva revelam:
X
Que o texto precisa ser objeto central no ensino da LP, perspectiva própria do ensino de
gramática.
Que o português-padrão deve ocupar a posição central no ensino de LP.
Que discordam do ensino de LP que visa a prescrição de normas gramaticais.
Que defendem o ensino de texto a partir de uma didática estruturalista da língua.
Que tanto a gramática como o texto podem ser objetos centrais no ensino de LP.
[359873_15215
6]
Questão
002
Leia o texto V para responder à questão.
Texto V
A borboleta e a chama
Uma borboleta multicor voava na escuridão da noite quando viu, ao longe, uma luz.
Imediatamente voou naquela direção e ao se aproximar da chama pôs-se a rodeá-la, olhando-
a maravilhada. Como era bonita!
Não satisfeita em admirá-la, a borboleta resolveu aproximar-se mais da chama. Afastou-se e
em seguida voou em direção à chama passando rente a ela. Viu-se subitamente caída,
estonteada pela luz e muito surpresa por verificar que as pontas de suas asas estavam
chamuscadas.
— Que aconteceu comigo? - pensou ela. Mas não conseguiu entender. Era impossível crer
que uma coisa tão bonita quanto à chama pudesse causar-lhe algum mal. E assim, depois de
juntar um pouco de forças, sacudiu as asas e levantou voo novamente.
Rodou em círculo e mais uma vez dirigiu-se para a chama, pretendendo pousar sobre ela. E
imediatamente caiu queimada, no óleo que alimentava a brilhante e pequenina chama.
— Maldita luz - murmurou a borboleta agonizante - pensei que ia encontrar em você a
felicidade e em vez disso encontrei a morte. Arrependo-me desse tolo desejo, pois
compreendi, tarde demais, para minha infelicidade, o quanto você é perigosa.
— Pobre borboleta - respondeu a chama - eu não sou o Sol, como você tolamente pensou.
Sou apenas uma luz. E aqueles que não conseguem aproximar-se de mim com cautela são
queimados.
Leonardo Da Vinci
Analise as proposições do texto em relação à tipologia e gênero textual:
1. A Fábula é uma Tipologia textual e não um gênero de texto.
2. O gênero textual fábula pertence à tipologia narrativa.
3. O Gênero e a tipologia textual se definem igualmente.
4. São características que definem a fábula: os animais que falam e uma linguagem erudita.
Assinale a alternativa correta.
X Apenas 2.
1, 2 e 3.
2 e 4.
1 e 2.
Todas estão corretas.
Pincel Atômico - 04/12/2024 05:42:16 2/6
[359873_15215
4]
Questão
003
É essencial saber distinguir o que é gênero textual, gênero literário e tipo textual. Cada uma
dessas classificações é referente aos textos, porém é preciso ter atenção, cada uma possui
um significado totalmente diferente da outra. Sobre ambos os conteúdos, assinale a única
alternativa CORRETA.
X
O gênero literário é classificado de acordo com a sua forma, podendo ser do gênero líricos,
dramático, épico, narrativo e etc.
É importante lembrar que um texto precisa ter apenas um gênero textual, pois não há como
mais de um gênero se sobressair.
Gênero textual é a maneira como a língua é empregada nos textos em suas diversas
situações de comunicação, de acordo com o seu uso literário.
Cada uma dessas classificações de tipologia textual não depende de como o texto se
apresenta e com a finalidade para o qual foi escrito.
Tipologia textual é a maneira como a língua é empregada nos textos em suas diversas
situações de comunicação, de acordo com o seu uso temos gêneros textuais diferentes.
[359873_15296
5]
Questão
004
Costa Val (2009) pontua que distintas formas de avaliação do texto: uma mais detalhada, em
que se assinala erros de ortografia, pontuação, estruturas sintáticas etc. para evitar a
repetição do erro; outra mais geral, em que é feita uma leitura globalizante para captar o
sentido geral do texto e valorizar o que o aluno tem a dizer. Em outras palavras, tais
perspectivas avaliativas revelam que:
A primeira mantém interferências do professor na correção da estrutura do texto, revelando
uma perspectiva construtivista de avaliação.
A segunda mantém interferências do professor na correção da estrutura do texto. A primeira
interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como prejudiciais
ao desenvolvimento do discente.
A segunda interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como
prejudiciais ao desenvolvimento do discente, revelando uma postura formalista de avaliação.
A primeira interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como
integrantes no processo de aprendizagem do texto.
X
A primeira mantém interferências do professor na correção da estrutura do texto. A segunda
interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como prejudiciais
ao desenvolvimento do discente.
Pincel Atômico - 04/12/2024 05:42:16 3/6
[359875_15216
4]
Questão
005
A indústria do espírito
JORDI SOLER – 23 DEZ 2017 - 21:00
O filósofo Daniel Dennett propõe uma fórmula para alcançar a felicidade: “Procure algo mais
importante que você e dedique sua vida a isso”.
Essa fórmula vai na contracorrente do que propõe a indústria do espírito no século XXI, que
nos diz que não há felicidade maior do que essa que sai de dentro de si mesmo, o que pode
ser verdade no caso de um monge tibetano, mas não para quem é o objeto da indústria do
espírito, o atribulado cidadão comum do Ocidente que costuma encontrar a felicidade do lado
de fora, em outra pessoa, no seu entorno familiar e social, em seu trabalho, em um
passatempo, etc. [...]
A indústria do espírito, uma das operações mercantis mais bem-sucedidas de nosso tempo,
cresceu exponencialmente nos últimos anos, é só ver a quantidade de instrutores e pupilos de
mindfulness e de ioga que existem ao nosso redor. Mindfulness e ioga em sua versão pop
para o Ocidente, não precisamente as antigas disciplinas praticadas pelos mestres orientais,
mas um produto prático e de rápida aprendizagem que conserva sua estética, seu
merchandising e suas toxinas culturais. [...]
Frente ao argumento de que a humanidade, finalmente, tomou consciência de sua vida
interior, por que demoramos tanto em alcançar esse degrau evolutivo?, proporia que, mais
exatamente, a burguesia ocidental é o objetivo de uma grande operação mercantil que tem
mais a ver com a economia do que com o espírito, a saúde e a felicidade da espécie humana.
[...]
A indústria do espírito é um produto das sociedades industrializadas em que as pessoas já
têm muito bem resolvidas as necessidades básicas, da moradia à comida até o Netflix e o
Spotify. Uma vez instalada no angustiante vazio produzido pelas necessidades resolvidas, a
pessoa se movimenta para participar de um grupo que lhe procure outra necessidade.
Esse crescente coletivo de pessoas que cavam em si mesmas buscando a felicidade já
conseguiu instalar um novo narcisismo, um egocentrismo new age, um egoísmo raivosamente
autorreferencial que, pelo caminho, veio alterar o famoso equilíbrio latino de mens sana in
corpore sano, desviando-o descaradamentepara o corpo. [...]
Esse inovador egocentrismo new age encaixa divinamente nessa compulsão contemporânea
de cultivar o físico, não importa a idade, de se antepor o corpore à mens. Ao longo da história
da humanidade o objetivo havia sido tornar-se mais inteligente à medida que se envelhecia;
os idosos eram sábios, esse era seu valor, mas agora vemos sua claudicação: os idosos já
não querem ser sábios, preferem estar robustos e musculosos, e deixam a sabedoria nas
mãos do primeiro iluminado que se preste a dar cursos. [...]
Parece que o requisito para se salvar no século XXI é inscrever-se em um curso, pagar a
alguém que nos diga o que fazer com nós mesmos e os passos que se deve seguir para viver
cada instante com plena consciência. Seria saudável não perder de vista que o objetivo
principal dessas sessões pagas não é tanto salvar a si mesmo, mas manter estável a
economia do espírito que, sem seus milhões de subscritores, regressaria ao nível que tinha no
século XX, aquela época dourada do hedonismo suicida, em que o mindfulness era patrimônio
dos monges, a ioga era praticada por quatro gatos pingados e o espírito era cultivado lendo
livros em gratificante solidão.
(Adaptado de: .
Acesso em 27 mar. 2018)
Sobre tipologia e gêneros textuais, assinale a alternativa correta.
O texto “A indústria do espírito” apresenta, majoritariamente, a tipologia narrativa, a qual
tipicamente emprega verbos no pretérito, como é possível notar neste excerto: “A indústria do
espírito, uma das operações mercantis mais bem-sucedidas de nosso tempo, cresceu
exponencialmente nos últimos anos [...]”.
A maneira com que o texto “A indústria do espírito” se inicia, utilizando uma citação, é comum
no gênero textual carta aberta.
O segundo parágrafo do texto “A indústria do espírito” é composto por períodos simples,
típicos da tipologia injuntiva.
X O texto “A indústria do espírito” é um exemplar do gênero textual artigo de opinião.
Não há um número definido de tipologias textuais, uma vez que elas surgem e desaparecem
conforme as necessidades sociodiscursivas de determinada comunidade.
Pincel Atômico - 04/12/2024 05:42:16 4/6
[359873_15294
9]
Questão
006
Nas aulas de leitura e produção de texto, as atividades são muitas vezes pautadas por ensino
de gramática. Por outro lado, a linha sociointeracionista do ensino de língua visa uma postura
baseada na aplicabilidade. Nesse sentido, indique a alternativa em que Araújo, Saraiva e
Sousa Filho (2021) criticam a primeira visão de ensino a partir dos livros didáticos:
[...] se o aluno entende a estrutura de um gênero, ele consegue utilizar essas informações na
escrita de um texto, na sua compreensão, por exemplo.
X
A maioria dos LD [livros didáticos] de língua portuguesa opta por direcionar as atividades a
partir da identificação das nomenclaturas da gramática tradicional por elas mesmas (SOUSA
FILHO, 2017, apud ARAÚJO; SARAIVA; SOUSA FILHO, 2021).
[...] o livro didático Projeto Teláris - Língua Portuguesa, do 6º ano do Ensino Fundamental, tem
a perspectiva do ensino das habilidades da língua portuguesa por meio dos gêneros
discursivos.
O livro didático assume um papel importante em sala de aula, ou seja, ele é um dos
instrumentos de mediação no processo de ensino e auxilia o professor em sua prática.
[...] selecionamos no LD as atividades das seções que “orientam o uso do registro de
linguagem adequada ao gênero e à situação (formal, informal)”. (BORGATTO; BERTIN;
MARCHEZI, 2015, p. 3, apud ARAÚJO; SARAIVA; SOUSA FILHO, 2021).
[359873_15215
9]
Questão
007
Receita para intolerância e injustiça
Renato Russo
Pegue duas medidas de estupidez
Junte trinta e quatro partes de mentira
Coloque tudo numa forma
Untada previamente
Com promessas não cumpridas
Adicione a seguir o ódio e a inveja
As dez colheres cheias de burrice
Mexa tudo e misture bem
E não se esqueça antes de levar ao forno
Temperar com essência de espírito de porco
Duas xícaras de indiferença
E um tablete e meio de preguiça
(Fonte: http://pensador.uol.com.br/textos_de_renato_russo/. Acesso em 23/03/2016.)
Os tipos textuais são divididos de acordo com determinadas características linguísticas.
Assim, o texto Receita para intolerância e injustiça pertence a qual tipologia?
X Narrativa.
Injuntiva-instrucional.
Descritiva.
Argumentativa.
Explicativa.
Pincel Atômico - 04/12/2024 05:42:16 5/6
[359874_15216
2]
Questão
008
O clima definitivamente entrou na pauta global
Reinaldo Canto
Já não era sem tempo e nem por falta de sinais gritantes das mudanças climáticas, cada vez
mais intensos e preocupantes. Finalmente, a questão foi reconhecida como uma seríssima
ameaça à sobrevivência do ser humano num planeta mais quente e instável.
As boas notícias começaram no encontro do G-7, o grupo de países mais desenvolvidos do
mundo (Alemanha, França, Reino Unido, Itália, EUA, Canadá e Japão) reunidos na Alemanha,
que decidiu, pela primeira vez, encarar de frente o desafio de “descarbonizar" a economia. Ou
seja, por um fim, mesmo que a longo prazo, ao uso de combustíveis fósseis (petróleo, carvão
e gás natural), que tem sido a base energética da economia mundial ao menos há 200 anos.
Inicialmente, o acordo dos países ricos prevê a redução entre 40 e 70%, até o ano de 2050,
das emissões de gases de efeito estufa; e o comprometimento com aportes de recursos para
um fundo de US$ 100 bilhões a serem investidos em tecnologia para a adoção de energias
limpas e renováveis nos países pobres, principalmente no continente africano.
O objetivo mais imediato dos países que compõem o G7 é o de frear o aquecimento do
planeta para que não ultrapasse os dois graus centígrados, considerados pelos cientistas um
patamar crítico, já que o aumento da temperatura média poderá acarretar mais fenômenos
climáticos extremos, extinção acelerada de espécies, além de acarretar o aumento nos níveis
dos oceanos, entre outras consequências. Segundo o comunicado emitido pelo G7, a
economia mundial deverá estar “descarbonizada" até o ano de 2.100.
Ainda faltam detalhes sobre como será a execução do plano na prática, mas o anúncio e a
importância dada ao tema são inéditos e demonstram claramente a preocupação desses
líderes com o futuro do planeta. Isso não é pouca coisa. Muitos entenderam a posição como
histórica, por representar o início do fim da era dos combustíveis fósseis, até aqui a base da
economia global desde a Revolução Industrial.
A outra boa notícia veio do Vaticano e eis que, mais uma vez, o Papa Francisco surpreende e
renova o seu empenho em falar sobre problemas contemporâneos. Desta feita, em sua
primeira encíclica – “Laudato si'" (Louvado sejas), ele cita o Patriarca Ecumênico Bartolomeu:
“Um crime contra a natureza é um crime contra nós mesmos e um pecado contra Deus".
Se não fosse pouca coisa, o Papa ainda afirma, fazendo uma direta referência às mudanças
climáticas, que o urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de
unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois
sabemos que as coisas podem mudar.
Em consonância com os preceitos adotados desde a Conferência das Nações Unidas, a
Rio+20, no Rio de Janeiro em 2012, que colocou o desenvolvimento sustentável ao lado da
erradicação da pobreza, o Papa Francisco fez coro e reforçou a sua preocupação com os
menos favorecidos: “São inseparáveis as preocupações com a natureza, a justiça para com os
pobres, o empenho da sociedade e a paz interior".
E agora, Brasil?
Em recentes declarações durante o encontro de cúpula com a União Europeia, a Presidenta
Dilma Rousseff afirmou que o Brasil tem sido um dos países que mais reduziu suas emissões,
graças principalmente à queda do desmatamento. Mesmo assim, para a 21ª Conferência do
Clima a ser realizada em Paris no final do ano, será preciso um compromisso mais efetivo e
não apenas jogo de palavras.
Nessa ocasião, deverão ser assumidos novos compromissos para substituir o Protocolo de
Kyoto, com metas mais ambiciosaspara todos os países. Ainda mais entre os maiores
emissores, caso do Brasil, que ocupa a 10ª posição. As pressões sobre o governo já
começaram, entre elas, o Lançamento da Coalizão Brasil: Clima, Florestas e Agricultura,
movimento com a presença de mais de 50 entidades representantes do setor privado e de
importantes organizações do terceiro setor, que “pretende propor e promover políticas
públicas para o estímulo à agricultura, à pecuária e à economia florestal que impulsionem o
Brasil como protagonista na liderança global da economia sustentável e de baixo carbono,
gerando prosperidade, com inclusão social, geração de emprego e renda".
A Coalizão vai divulgar um documento que apresenta propostas de políticas e ações efetivas
que devem contribuir para a estruturação da posição do Brasil na COP21.
Nesses seis meses que faltam para o encontro de Paris, novas discussões e debates virão, e
o Brasil deve entrar no clima positivo que começa a tomar corpo mundo afora.
Disponível em: . Acesso em: 06 ago. 2015. [Adaptado]
No texto, há presença de
Pincel Atômico - 04/12/2024 05:42:16 6/6
explicação e argumentação.
X injunção e explicação.
argumentação e injunção.
injunção e manifestação.
diálogo e injunção.

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