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Um grande pesquisador que contribuiu para entender melhor a importância de reconhecer os espaços de vivência do sujeito e as fases do desenvolvimento da representação espacial foi:
Sigmund Freud.
Paulo Freire.
Augusto Conte.
Milton Santos.
Jean Piaget.
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Didaticamente

ano passado

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ano passado

Para responder a essa pergunta, precisamos considerar as contribuições de cada um dos pesquisadores mencionados em relação ao desenvolvimento da representação espacial e os espaços de vivência do sujeito. - Sigmund Freud: Focado na psicanálise e no desenvolvimento psicológico, mas não especificamente na representação espacial. - Paulo Freire: Conhecido por suas contribuições à educação e pedagogia, mas não diretamente relacionado à representação espacial. - Augusto Conte: Filósofo e sociólogo, fundador do positivismo, mas não é conhecido por estudos sobre representação espacial. - Milton Santos: Geógrafo brasileiro que estudou a relação entre espaço e sociedade, contribuindo para a compreensão dos espaços de vivência. - Jean Piaget: Psicólogo que estudou o desenvolvimento cognitivo das crianças, incluindo a representação espacial em suas fases de desenvolvimento. Dentre as opções, Jean Piaget é o pesquisador que mais se relaciona com o entendimento das fases do desenvolvimento da representação espacial. Portanto, a resposta correta é: Jean Piaget.

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Qual destas habilidades é descrita no BNCC dentro da unidade temática formas de representação e pensamento espacial no 4° ano do Ensino Fundamental?
Descrever e discutir o processo de produção, circulação e consumo de diferentes produtos.
Descrever processos migratórios e suas contribuições para a formação da sociedade brasileira.
Reconhecer especificidades e analisar a interdependência do campo e da cidade, considerando fluxos econômicos, de informações, de ideias e de pessoas.
Utilizar as direções cardeais na localização de componentes físicos e humanos nas paisagens rurais e urbanas.
Identificar as características das paisagens naturais e antrópicas no ambiente em que vive, bem como a ação humana na conservação ou degradação dessas áreas.

Considerando o uso de jogos enquanto estratégia didática analise os itens a seguir:
I.As regras e objetivos de um jogo devem ser bem claros para os alunos entenderem o propósito daquela atividade e sentirem-se motivados.
II.O professor deve observar a relação daquele jogo com o conteúdo e o desenvolvimento de certas habilidades para que sua aplicação não perca o seu sentido e seja apenas para preencher o tempo de aula.
III.O uso de jogos em sala de aula pode gerar consequências positivas como a competição entre os alunos, resultando em premiação e reconhecimento para os ganhadores e frustração para os perdedores.
É correto o que se afirma somente em I.
I e II.
II e III.
III.
II.

Em determinada aula de Geografia, a professora levou seus alunos para o pátio e em seguida colocou cada aluno em determinado local para que em seguida um aluno escolhido aleatoriamente descrevesse onde cada colega estava posicionado em relação a um ponto de referência próximo e depois em relação ao Sol.
O melhor título para escrever sobre esta aula dada no diário de classe seria
aula prática sobre mapas temáticos.
aula prática sobre localização espacial e pontos cardeais.
aula prática sobre litosfera e astronomia.
aula teórica sobre formas de representação.
aula teórica sobre elementos cartográficos.

Em relação às possibilidades de associar o conhecimento geográfico e atividades práticas utilizando imagens disponíveis no Google Earth em sala de aula, assinale a alternativa correta.
Discutir padrões de uso e ocupação do solo urbano e não diferenciar zonas residenciais e industriais nas imagens.
Apresentar conceitos cartográficos e aplicá-los nas imagens, por exemplo, alterando a escala de visualização e a orientação das mesmas.
Conceituar impactos ambientais positivos e visualizar áreas degradadas nas imagens, por exemplo, aquelas desmatadas ou erodidas.
Observar as variações de relevo marinho e analisar seu impacto na construção de cafezais na América do sul.
Discutir conceitos demográficos e visualizar, por residência, os resultados detalhados do Censo Demográfico realizado em 2018, como sexo, idade e renda.

A respeito do emprego da aula de campo como prática pedagógica no ensino de Geografia para o Ensino Fundamental, assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
Assinale a sequência correta.
( ) Além de aproximar a teoria da realidade, possibilita vincular a leitura e a observação, assim como situações e ações que, associadas à problematização e à contextualização encaminhadas pelo docente, ampliam a construção do conhecimento pelo aluno.
( ) Estimula o desenvolvimento de várias inteligências, sobretudo a espacial, ou seja, a capacidade de perceber com precisão o mundo visuoespacial e de realizar transformações sobre essas percepções.
( ) Diante de alguns fatores dificultadores (como riscos à segurança, custo financeiro e indisciplina), cabe ao professor avaliar a viabilidade dessa prática – em algumas situações, ela pode não ser adequada ao perfil ou à faixa etária de uma determinada turma.
( ) Diferente de um passeio, uma aula de campo deve ser planejada nas etapas de pré-campo, campo e pós-campo, orientada por objetivos pedagógicos e conteúdos curriculares predefinidos.
( ) Dentre suas contribuições para a educação geográfica, destaca-se que: instiga os alunos à observação e à comparação, permite associar teoria e prática, favorece a contextualização dos conteúdos, estimula os alunos à análise interdisciplinar.
V, F, F, F, V.
F, F, V, F, F.
F, V, F, V, F.
V,V, V,V, V.
F, F, F, V, F.

Estão adequadas ao público com deficiência visual para o trabalho da cartografia e suas aplicações na Educação Básica as adaptações
I. Transcrição completa das informações visuais dos mapas convencionais para uma forma perceptível pelo tato.
II. Uso de maquetes elaboradas a partir de dados de curvas de nível para o trabalho com as representações do relevo e suas dinâmicas.
III. Exercícios sobre escala cartográfica utilizando brinquedos como carrinhos, bonecas e bichos de vários tamanhos.
IV. Utilização de texturas para representar a variação de cores dos mapas convencionais, geralmente associadas a informações qualitativas, quantitativas ou ordenadas.
I, II e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I e IV apenas.

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