Logo Passei Direto
Buscar
No que se refere ao tempo do crime, para a teoria da atividade:
(A) considera-se cometido o delito no momento da produção de seu resultado, não se levando em conta a ocasião em que o agente praticou a ação;
(B) considera-se cometido o crime no momento da ação ou da omissão do agente, aplicando-se ao fato lei vigente ao tempo da ação ou da omissão;
(C) o tempo do crime tanto pode ser o momento da ação como o do resultado, aplicando-se qualquer uma das leis em vigor nessas oportunidades;
(D) considera-se cometido o crime no momento da ação ou da omissão do agente, aplicando-se ao fato a lei vigente ao tempo do resultado da ação ou da omissão.
User badge image
Aprendendo com Desafios

há 2 anos

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 2 anos

Para responder à sua pergunta sobre o tempo do crime na teoria da atividade, vamos analisar as alternativas: (A) considera-se cometido o delito no momento da produção de seu resultado, não se levando em conta a ocasião em que o agente praticou a ação; - Esta alternativa não se alinha com a teoria da atividade, que foca na ação. (B) considera-se cometido o crime no momento da ação ou da omissão do agente, aplicando-se ao fato lei vigente ao tempo da ação ou da omissão; - Esta alternativa está correta, pois a teoria da atividade considera o momento da ação ou omissão como o tempo do crime. (C) o tempo do crime tanto pode ser o momento da ação como o do resultado, aplicando-se qualquer uma das leis em vigor nessas oportunidades; - Esta alternativa não é precisa, pois a teoria da atividade não considera o momento do resultado. (D) considera-se cometido o crime no momento da ação ou da omissão do agente, aplicando-se ao fato a lei vigente ao tempo do resultado da ação ou da omissão. - Esta alternativa confunde os momentos, pois a lei aplicada deve ser a vigente no momento da ação ou omissão, não no resultado. Portanto, a alternativa correta é: (B) considera-se cometido o crime no momento da ação ou da omissão do agente, aplicando-se ao fato lei vigente ao tempo da ação ou da omissão.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

O fenômeno da ultra -atividade da lei penal:
a) está circunscrito às leis excepcionais ou temporárias;
b) pode ocorrer em outra hipótese além das previstas nas leis excepcionais ou temporárias;
c) está impedido por ferir mandamento constitucional;
d) ocorre na vacatio legis e nada tem com leis excepcionais e temporárias.

Entre outras disposições, a lei nº 11.016, de 28 de março de 2005, revogou:
I- o art. 217 do Código Penal, que definia o delito de sedução;
II- o inciso III, do art. 226 do Código Penal, que estabelecia aumento de pena em razão da condição de casado do autor de crime contra os costumes.
a) Em I, está definida a chamada abolitio criminis.
b) II é a norma que se encaixa no conceito de Lex mitior: ao sumprimir causa de aumento de pena, pode favorecer o agente com definição de resposta penal menos rigorosa que a lei anterior.
c) II não pode se aplicada retroativamente para beneficiar agente que já está condenado por sentença transitada em julgado.
d) Em virtude de I, deve cessar de imediato a execução da pena resultante de condenação definitiva pelo delito de sedução.
e) Por seu conteúdo e caráter ret roativo, I retrata hipótese de extinção de punibilidade, prevista no art. 107 do Código Penal.

O presidente da República Federativa do Brasil, por medida provisória, criou um tipo penal de crime. Pergunta-se: alguém poderá ser processado por tal crime, se praticado na vigência dessa MP?
a) Sim, porque a MP tem força de lei.
b) Não, porque a MP não é lei no sentido estrito.
c) Sim, se a conduta do agente for posterior à data da publicação da MP.
d) Nenhuma das respostas anteriores.

A lei estadual e a lei municipal influem no Direito Penal:
a) criando tipos penais;
b) estabelecendo penas;
c) descriminando fatos;
d) alterando tipos e penas;
e) completando normas penais em branco.

Dois Princípios regem os conflitos de direito intertemporal:
a) Princípio da Legalidade e Princípio da Reserva Legal;
b) Princípio da Anterioridade e Princípio da Legalidade;
c) Princípio da Irretroatividade da lei mais gravosa e o Princípio da Retroatividade da lei mais benigna;
d) Princípio da Irretroatividade da lei mais benigna e Princípio da Retroatividade da lei mais gravosa.

No tema “Lei Penal no Tempo”, o Princípio da Ultra -atividade da lei penal significa:
a) aplicação da lei penal mais benéfica para fatos ocorridos antes de sua vigência;
b) aplicação da lei penal mais benéfica para fatos ocorridos antes e depois de sua vigência;
c) aplicação da lei penal mais benéfica para fatos ocorridos durante a sua vigência mesmo após sua revogação;
d) proibição da retroatividade da lei penal;
e) irretroatividade da lei penal, salvo para beneficiar o réu.

Marque a alternativa correta:
a) A vacatio legis constitui um lapso temporal entre a votação e a efetiva vigência da lei.
b) A abolitio criminis, em virtude de surgimento de lei nova, apaga os efeitos civis da prática delituosa do sujeito que foi definitivamente condenado antes dela.
c) Em face do Princípio da Retroatividade de lei mais benigna, a lei anterior mais severa possui “ultra -atividade”.
d) A novatio legis não constitui fato jurídico extintivo da punibilidade.
e) Todas as alternativas anteriores não estão corretas.

A lei penal em período da vacatio legis:
a) pode ser revogada;
b) não pode ser revogada;
c) só pode ser revogada se norma penal em branco;
d) só pode ser revogada se temporária.

Considerando os princípios que regulam a aplicação da lei penal no tempo, pode-se afirmar que:
a) pela abolitio criminis se fazem desaparecer o delito e todos os seus reflexos penais, permanecendo apenas os civis;
b) em regra, nas chamadas leis penais em branco com caráter excepcional ou temporário, revogada ou alterada a norma complementar, desaparecerá o crime;
c) a lei excepcional ou temporária, embora decorrido o período de sua duração ou cessadas as circunstâncias que a determinam, não se aplica ao fato praticado durante sua vigência;
d) permanecendo na lei nova a definição do crime, mas aumentadas as suas consequências penais, esta norma será aplicada ao autor do fato;
e) não se aplica a lei nova, mesmo que favoreça o agente de outra forma, caso se esteja procedendo à execução da sentença, em razão da imutabilidade da coisa julgada.

Mais conteúdos dessa disciplina