Ed
há 10 meses
Para transpor a fala do fiscal para o discurso indireto, precisamos considerar algumas mudanças que ocorrem na estrutura da frase, como a alteração do tempo verbal e a adaptação dos pronomes. A frase original é: "Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista." Vamos analisar as opções: a) O fiscal disse à velhinha que ninguém lhe tira da cabeça que a senhora é contrabandista. - Mantém o presente do indicativo e não está correta. b) O fiscal disse à velhinha que ninguém lhe tirava da cabeça que a senhora é contrabandista. - Aqui, o verbo "tirava" está no passado, mas "senhora" permanece no presente, o que não está correto. c) O fiscal disse à velhinha que ninguém lhe tiraria da cabeça que a velhinha era contrabandista. - O verbo "tiraria" está no futuro do pretérito, e "velhinha" foi alterado, o que não é adequado. d) O fiscal disse à velhinha que ninguém lhe tirava da cabeça que a senhora era contrabandista. - O verbo "tirava" está no passado e "senhora" foi alterado para "era", o que está correto. e) O fiscal disse à velhinha que ninguém tirava da cabeça dele que ela era contrabandista. - Aqui, "ele" e "ela" foram usados, mas a estrutura não reflete a fala original corretamente. A opção que melhor representa a transposição correta para o discurso indireto é: d) O fiscal disse à velhinha que ninguém lhe tirava da cabeça que a senhora era contrabandista.
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