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(FGV - 2005). [...] tem-se ressaltado o [seu] caráter espontâneo [...] e não há motivo para se rever o fundo dessa qualificação. A ausência de um plano, de uma coordenação central, de objetivos pré-definidos é patente. Os sindicatos têm restrito significado; o Comitê de Defesa Proletária — expressão da liderança anarquista e em menor escala socialista — não só se forma no curso do movimento como procura apenas canalizar reivindicações. O padrão de agressividade da greve relaciona-se com o contexto sociocultural de São Paulo e com a fraqueza dos órgãos que poderiam exercer funções combinadas de representação e controle.
O texto faz referência:
à Revolução Constitucionalista de 1932.
ao Levante Tenentista de 1924.
à Greve pelas oito horas de 1907.
à Greve Geral de 1917.
à Intentona Comunista de 1935.
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Matematicamente

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

O texto faz referência à Greve Geral de 1917. Essa greve foi marcada por um caráter espontâneo e pela ausência de uma coordenação central, refletindo as condições socioculturais da época e a fraqueza dos órgãos de representação.

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Nas primeiras décadas do século XX aceleraram-se a industrialização, a urbanização, o crescimento do proletariado e do empresariado. De outro lado, permaneceram a tradição colonialista, os latifúndios, o sistema oligárquico e o desenvolvimento desigual das regiões. CPDOC.
O contexto a que refere o texto é:
o Período Regencial no Brasil.
a Era Vargas.
a Guerra do Contestado.
a Primeira República no Brasil.
A Republica da Cisplatina.

(Cesgranrio) O anarquismo (anarcossindicalismo), uma das correntes políticas do movimento operário na República Velha (1889 -1930), lutava:
pelo fim do sistema capitalista, da divisão da sociedade em classes e da abolição da propriedade privada e do Estado através da ação direta do operariado organizado em sindicatos.
pela formação de sindicatos mais combativos e dispostos a negociar com a burguesia industrial a manutenção da propriedade privada e a participação dos operários nos lucros das fábricas.
pela organização do proletariado urbano em partidos políticos, como forma de pressionar o governo a adotar uma legislação trabalhista que defendesse os direitos dos trabalhadores contra a exploração capitalista.
pela cooperação com o Estado, desde que este respeitasse o direito de greve, a livre negociação do operariado em sindicatos e aprovasse leis que defendessem melhores condições de trabalho nas fábricas.
pela eleição de líderes sindicais para o Congresso, onde poderiam defender melhor as reivindicações operárias contra os interesses oligárquicos e da burguesia industrial exploradora.

(UFPR- com adaptações) Sobre a questão operária e a Greve Geral de 1917, assinale a alternativa correta.
Existem diversos debates na História que discutem as tendências políticas dos participantes e, principalmente, das lideranças da greve de 1917, mas é comum defini-la como uma greve de tendências anarco-sindicais.
O operariado brasileiro era composto majoritariamente por homens maiores de 21 anos, uma vez que o trabalho infantil e o feminino haviam sido abolidos após os conflitos da Revolta da Vacina.
Durante a Primeira República, a frase “a questão social é um caso de polícia” tornou-se um mote da ação do governo; afinal, ela resumia a preocupação das elites políticas com o descaso com que eram tratados os trabalhadores.
As greves gerais no Brasil tiveram relativa aderência popular, uma vez que o povo brasileiro primava por manter a ordem e evitar o que os governantes chamavam de “excessos”.
A participação do Partido Comunista brasileiro foi fundamental na articulação dos trabalhadores no ano de 1917. Sem essa instituição, não seria possível organizar um movimento em nível nacional.

(UNIFESP - 2007). Em tempos de forte turbulência republicana, o ano de 1922 converteu-se em marco simbólico de grandes rupturas e da vontade de mudança. Eventos como a Semana de Arte Moderna, o levante tenentista, a criação do Partido Comunista e ainda a conturbada eleição presidencial sepultaram simbolicamente a Velha República e inauguraram uma nova época.
Pode-se afirmar que a situação descrita decorre, sobretudo,
da postura progressista das elites carioca e paulista.
do descontentamento generalizado dos oficiais do Exército.
do forte crescimento urbano e das classes médias.
da influência das vanguardas artísticas europeias e norte-americanas.
do crescimento vertiginoso da industrialização e da classe operária.

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