Ed
ano passado
Para identificar a frase em que as reticências exercem a função de deixar a imaginação do leitor completar a frase, vamos analisar cada alternativa: (A) “Quanto ao seu pai... Às vezes penso... Asseguro-lhe que é verdade. Penso que ela esqueceu de tudo.” - As reticências aqui indicam uma pausa, mas não necessariamente deixam a imaginação do leitor completar a frase. (B) “Você... tão sozinha... Não lhe ocorre, muitas vezes, que se um homem... Não tem vontade de casar-se?” - As reticências sugerem uma reflexão, mas não são tão claras em deixar a imaginação do leitor completar. (C) “Mágoa de o ter perdido, amor ainda. Ódio por ele? Não... não vale a pena...” - As reticências aqui indicam uma pausa reflexiva, mas não necessariamente completam uma ideia. (D) “Duas horas te esperei. Duas horas mais te esperaria. Se gostas de mim não sei...” - As reticências no final sugerem uma dúvida ou uma ideia incompleta, permitindo que o leitor imagine o que vem a seguir. (E) “Isso também conta. As raízes... – Que raízes? – cortou José Paulino, bruscamente.” - As reticências aqui indicam uma interrupção, mas não necessariamente deixam a imaginação do leitor completar a frase. Após essa análise, a alternativa que melhor se encaixa na função das reticências de deixar a imaginação do leitor completar a frase é a: (D) “Duas horas te esperei. Duas horas mais te esperaria. Se gostas de mim não sei...”.


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