Ed
há 11 meses
A classificação de Vaughan Williams para agentes antiarrítmicos é baseada em seus efeitos eletrofisiológicos e divide os fármacos em quatro classes principais. Vamos analisar as alternativas apresentadas: 1. Papavarina, Adrenalina, Isoprenalina e Digoxina: A papavarina não é um agente antiarrítmico, a adrenalina é usada em situações de parada cardíaca, a isoprenalina é um agonista beta que pode ser usada em bradicardia, e a digoxina é utilizada na fibrilação atrial, mas não para parada cardíaca. 2. Agentes antiarrítmicos como anticolinesterásicos: Isso está incorreto, pois os agentes antiarrítmicos não são classificados como anticolinesterásicos. 3. Agentes antiarrítmicos como antimuscarínicos: Isso também está incorreto, pois a classificação de Vaughan Williams não inclui antimuscarínicos. 4. Atropina, Adrenalina, Isoprenalina e Digoxina: A atropina é usada para bradicardia, a adrenalina para parada cardíaca, a isoprenalina para bradicardia e a digoxina para fibrilação atrial. A adenosina é usada para taquicardia supraventricular, mas não foi mencionada na alternativa. 5. Cloreto de cálcio e cloreto de magnésio: O cloreto de cálcio pode ser usado em hipocalemia, mas não é um antiarrítmico clássico. O cloreto de magnésio é usado em algumas arritmias, mas não é uma classificação de Vaughan Williams. A alternativa mais correta, considerando a classificação de Vaughan Williams e o uso clínico dos fármacos, seria a que menciona a atropina, adrenalina, isoprenalina e digoxina, embora tenha algumas imprecisões.