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O acolhimento, como estratégia de humanização, enfrenta inúmeras barreiras na prática, que impedem as boas relações entre os profissionais do SUS e os usuários. Dentre essas barreiras, estão: a. Escuta ativa. b. Atendimento médico-centrado na perspectiva do usuário. c. Estrutura física adequada. d. Compreensão sobre os objetivos do acolhimento. e. Demanda de trabalho adequada.
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Cleide Sampaio

ano passado

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ano passado

Para identificar a barreira que impede as boas relações entre os profissionais do SUS e os usuários, vamos analisar cada alternativa: a) Escuta ativa - A escuta ativa é uma habilidade que, na verdade, promove boas relações, não é uma barreira. b) Atendimento médico-centrado na perspectiva do usuário - Um atendimento centrado no médico pode ser uma barreira, pois não considera as necessidades e perspectivas dos usuários. c) Estrutura física adequada - Embora a estrutura física seja importante, não é uma barreira direta às relações, mas sim uma condição necessária. d) Compreensão sobre os objetivos do acolhimento - A falta de compreensão sobre os objetivos do acolhimento pode ser uma barreira, pois impede que os profissionais atuem de forma eficaz. e) Demanda de trabalho adequada - Uma demanda de trabalho inadequada pode gerar estresse e dificultar o acolhimento, mas não é uma barreira direta às relações. Analisando as opções, a alternativa que melhor representa uma barreira que impede boas relações entre os profissionais do SUS e os usuários é: b) Atendimento médico-centrado na perspectiva do usuário.

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A adequada implantação do acolhimento, no Programa Nacional de Humanização, depende do envolvimento da tríade:
a. Ministério da Saúde, usuários e gestores.
b. Usuários, enfermeiros e médicos.
c. Gestores, médicos e enfermeiros.
d. Profissionais, usuários e Ministério da Saúde.
e. Usuários, profissionais de saúde e gestores.

A violência intrafamiliar é um importante problema social que aflige de forma continuada, especialmente, crianças, mulheres, adolescentes, idosos e portadores de deficiência. Muitos dados são subnotificados e existem diversas formas de violência.
Sobre isso, aponte a resposta correta.
a. Violência intrafamiliar difere da violência doméstica pelo fato da primeira envolver exclusivamente danos de natureza física praticados por familiares que pertencem à família.
b. A violência intrafamiliar que envolve o idoso deve ser comunicada imediatamente ao Conselho Tutelar.
c. A violência doméstica pode ser praticada por empregados, agregados ou pessoas de convívio esporádico.
d. Violência doméstica e violência intrafamiliar são atos ou omissões praticados por pais, parentes e/ou responsáveis no mesmo espaço doméstico. Trata-se de expressões sinônimas.
e. A violência doméstica, praticada por maridos contra esposas, acomete cerca de 50% dos casais no Brasil e esse dado é bastante subnotificado.

Algumas características predizem a maior possibilidade de violência no núcleo familiar. Esses fatores de risco devem ser de conhecimento dos enfermeiros para identificação e melhor abordagem nessas situações.
São fatores de risco, exceto:
a. Famílias com incidência de abuso de drogas.
b. Separação de casal.
c. Modelo familiar prévio de violência.
d. Alto nível de escolaridade dos membros da família.
e. História de antecedentes criminais e uso de drogas.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, cuidado paliativo “é a abordagem que promove qualidade de vida de pacientes e seus familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida, através da prevenção e alívio do sofrimento, o que requer a identificação precoce, avaliação e tratamento impecável da dor e outros problemas de natureza física, psicossocial e espiritual”. O enfermeiro que lida com essa situação deve estar apto a prestar assistência ao paciente e familiar que, diante do sofrimento, esteja passando pelas fases do luto. Sobre esse tema, assinale a alternativa incorreta.
a. Aspectos espirituais fazem parte do conceito de cuidados paliativos, por isso, conhecer e compreender a crença do paciente é extremamente importante para o melhor cuidado.
b. Os cuidados paliativos são baseados na melhor qualidade de vida e se inicia durante o percurso da doença incurável e segue até o momento da morte.
c. O tratamento do cuidado paliativo não visa à cura, mas ao controle de sintomas e melhor qualidade de vida.
d. O paciente em cuidado paliativo é aquele diagnosticado com uma doença incurável e que pode permanecer muitos anos em tratamento.
e. O cuidado paliativo advém da reorganização da sociedade. Hoje, as pessoas vivem mais, portando doenças crônicas.

Na fase de terminalidade de vida, recursos terapêuticos fúteis (como hemodiálise, exames, punções etc.) devem ser evitados, pois não trazem benefícios ao paciente, além do potencial para causar sofrimento.
Nesse caso, a doença segue seu curso natural e o paciente evolui para a morte. Esse processo é denominado:
a. Eutanásia.
b. Mistanásia.
c. Distanásia.
d. Ortotanásia.
e. Parada cardiorrespiratória.

O Ministério da Saúde determinou diretrizes que classificam os diversos tipos de violência.
Assinale a alternativa que corresponde a tipos de violência de acordo com essas diretrizes.
a. Doméstica, física e sexual.
b. Física, sexual e econômica.
c. Assédio, patrimonial e infantil.
d. Moral, psicológica e física.
e. Econômica, patrimonial e assédio.

Cuidados paliativos não são baseados em protocolos, mas em princípios sugeridos pela Organização Mundial de Saúde.
Leia as afirmações e assinale qual não deve ser considerado princípio fundamental que norteia o cuidado paliativo.
a. Promover o alívio da dor e outros sintomas desagradáveis como a náusea.
b. Entender que a família faz parte do processo e deve ser amparada no processo do cuidado e do luto.
c. Entender que os pacientes têm necessidades semelhantes no processo de adoecimento e tratamento, o que facilita a adoção de estratégias de controles de sintomas.
d. Não promover a antecipação da morte ou não a postergar por meio de medidas heroicas.
e. Integração de aspectos psicológicos e espirituais no cuidado ao paciente.

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