Ed
ano passado
A partir da visão pós-estruturalista das práticas curriculares de poder e significação, podemos afirmar que o currículo se constrói na dialética, a partir de imposições e resistências, tendo como atores principais os alunos. Essa perspectiva reconhece que o currículo não é apenas um conjunto de conteúdos a serem ensinados, mas sim um espaço de negociação e construção de significados, onde diferentes vozes e experiências se entrelaçam.


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