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Para Lopes e Macedo (2011), o currículo é uma prática discursiva. Isso quer dizer que ele se constitui em uma prática de significação, portanto é uma prática de poder.
A partir da visão pós-estruturalista das práticas curriculares de poder e significação, podemos afirmar que o currículo:
É um recorte implacável, em que há um processo avassalador de imposições por meio do arbitrário cultural dominante.
Oculto é a parte intangível do currículo, na medida em que não está colocada nos textos e não é partilhada por todos.
Possui independência das decisões políticas, na medida em que é construído no interior das escolas.
Torna inócuas distinções como currículo formal, oculto, vivido, na medida em que tudo isso é parte inalienável das práticas curriculares.
Se constrói na dialética, a partir de imposições e resistências, tendo como atores principais os alunos.
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Discussões sobre Licenciatura em História

ano passado

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A partir da visão pós-estruturalista das práticas curriculares de poder e significação, podemos afirmar que o currículo se constrói na dialética, a partir de imposições e resistências, tendo como atores principais os alunos. Essa perspectiva reconhece que o currículo não é apenas um conjunto de conteúdos a serem ensinados, mas sim um espaço de negociação e construção de significados, onde diferentes vozes e experiências se entrelaçam.

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