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Klabin (2011, p. 277-278), com base em John Elkington, e o poeta polonês Stanislaw Lec reproduziram a seguinte [e drástica] frase para comentar o conceito de sustentabilidade: 'É progresso se um canibal usar um garfo?'
Klabin (2011 p. 277-278) usou essa frase por quê?
Porque se entende que o setor empresarial ainda não entendeu ou incorporou o conceito.
Porque entende que somente pessoas que sabem usar um garfo vão entender o que é sustentabilidade, ou seja, traça uma forte crítica ao conceito de sustentabilidade.
Trata-se de uma homenagem, uma vez que a sustentabilidade é um conceito tão prático como um garfo.
Porque reforça o conceito de sustentabilidade, que repousa na responsabilidade tributária da empresa.
Porque entende que o conceito de sustentabilidade foi bem absorvido pelas empresas, porém necessita de maior divulgação.
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Praticando Para Aprender

há 2 anos

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há 2 anos

Para entender a frase "É progresso se um canibal usar um garfo?" e a intenção de Klabin ao citá-la, é importante considerar o contexto da crítica à sustentabilidade. A frase sugere que apenas mudar a forma como algo é feito (neste caso, o uso de um garfo) não necessariamente implica em uma mudança real ou significativa no comportamento ou na ética (como no caso do canibalismo). Analisando as alternativas: 1. Porque se entende que o setor empresarial ainda não entendeu ou incorporou o conceito. - Esta opção sugere que a crítica é direcionada à falta de compreensão do conceito de sustentabilidade pelas empresas, o que faz sentido no contexto da frase. 2. Porque entende que somente pessoas que sabem usar um garfo vão entender o que é sustentabilidade, ou seja, traça uma forte crítica ao conceito de sustentabilidade. - Esta opção parece um pouco exagerada e não reflete a crítica central da frase. 3. Trata-se de uma homenagem, uma vez que a sustentabilidade é um conceito tão prático como um garfo. - Esta opção não se alinha com a crítica implícita na frase. 4. Porque reforça o conceito de sustentabilidade, que repousa na responsabilidade tributária da empresa. - Esta opção não se relaciona diretamente com a frase e seu significado. 5. Porque entende que o conceito de sustentabilidade foi bem absorvido pelas empresas, porém necessita de maior divulgação. - Esta opção contradiz a crítica que a frase sugere. A alternativa que melhor se alinha com a intenção de Klabin e a crítica à falta de compreensão do conceito de sustentabilidade pelas empresas é: Porque se entende que o setor empresarial ainda não entendeu ou incorporou o conceito.

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No romance “O Mistério dos Morros Dourados”, o autor Francisco Marins descreve, por meio de um de seus personagens, um serviço de transporte entre o porto de Santos e a cidade de São Paulo na época do Brasil Imperial, que se chamava “tropa”: Já havia subido e descido centenas de vezes a serra do Cubatão, vencendo os seus 2.500 pés de altura, através de péssimos caminhos, cheios de pedras e lajes, que feriam os cascos da burrada e nos matavam de cansaço. Nossa tropa de cerca de quarenta bestas era tocada por Perova, o tropeiro, e dividida em cinco lotes, cada um formado por oito animais, sob a direção de um camarada. Todas as tropas que andavam pela serra obedeciam a essa organização. Quase sempre, em viagem, pegávamos chuvas, por dias inteiros. Mas também, em certas manhãs, éramos recompensados por magníficos panoramas. Os princípios, os fundos dos valores, o cume das montanhas, onde nesgas de nuvens muito brancas pareciam grudadas, tudo nos proporcionava espetáculos incríveis! Aquela vida de vaivém, entretanto, começava por me enjoar. Além do mais, a estrada, com o aumento do trânsito de animais, ia-se tornando cada vez mais perigosa. Por ocasião das chuvas, o sacrifício aumentava. Muitas vezes, para que os burros pudessem caminhar, era preciso colocar, nos trilhos por onde passavam, couros de bois bem curtidos. Levávamos uma porção desses couros, para impedir que atolassem na lama. Assim, demorávamos horas e horas para transpor pequenos trechos. Havia, também, o perigo de perder as mercadorias, pelas quais éramos responsáveis. Lembro-me de um dia em que duas bestas carregadas de sal desviaram-se dos trilhos e escorregaram no abismo. Tomamos sérios prejuízos, além de ficarmos bastante penalizados com a sorte dos animais. (MARINS, 1982, p.19 e 20) Analisando esse serviço de transporte, tão típico nos idos tempos do império e de acordo com o a função social de um negócio ou empreendimento, é possível dizer que:
Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e com a sociedade.
Uma transportadora não tem responsabilidade com a sociedade.
Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e com a sociedade.
Uma transportadora, assim como qualquer empresa ou negócio, é uma organização formada apenas para gerar lucros para os sócios e/ou acionistas.
Empresas ou negócios não precisam da sociedade para atuar, mas se a sociedade não ajudar, não terão como atuar.
A comparação é descabida porque o conceito de empresa que temos atualmente é recente, formado a partir da Constituição Federal de 1988.
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O Triple Bottom Line, de autoria de John Elkington, conforme Laville (2009), é um modelo de:
Gestão ambiental.
Contabilidade gerencial.
Contabilidade de custos.
Direito ambiental.

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