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A terceirização permite a expansão do mercado de trabalho e a redução do custo de produção, pois as empresas só utilizarão alguns tipos de trabalho nos momentos necessários, não necessitando investir pesado em alguma parte do processo produtivo e na contratação de mais pessoas.
Quanto à deterioração da renda dos trabalhadores terceirizados, ela se sujeita à lei da oferta e da procura, ligada ao aquecimento ou não da economia. Isso é:
A) Uma economia mais forte gera mais postos de trabalho para todos os trabalhadores, terceirizados ou não. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, terceirizados ou não.
B) Uma economia mais forte gera empregos para todos os trabalhadores, porém com menor abertura de postos de trabalho para terceirizados. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, terceirizados ou não.
C) Uma economia mais forte gera empregos para todos os trabalhadores, porém com menor abertura de postos de trabalho para não terceirizados. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, terceirizados ou não.
D) Uma economia mais forte gera mais postos de trabalho para todos os trabalhadores, terceirizados ou não. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, porém menos ainda para os terceirizados.
E) Uma economia mais forte gera mais postos de trabalho para todos os trabalhadores, terceirizados ou não. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, porém menos ainda para os não terceirizados.
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Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando a relação entre a economia e o mercado de trabalho, especialmente no contexto da terceirização. A) Uma economia mais forte gera mais postos de trabalho para todos os trabalhadores, terceirizados ou não. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, terceirizados ou não. - Esta opção parece correta, pois reflete a ideia de que uma economia forte beneficia todos os trabalhadores. B) Uma economia mais forte gera empregos para todos os trabalhadores, porém com menor abertura de postos de trabalho para terceirizados. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, terceirizados ou não. - Esta opção sugere que a terceirização diminui em uma economia forte, o que não é necessariamente verdade. C) Uma economia mais forte gera empregos para todos os trabalhadores, porém com menor abertura de postos de trabalho para não terceirizados. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, terceirizados ou não. - Esta opção inverte a lógica, sugerindo que os não terceirizados são mais afetados, o que não se alinha com a ideia de que todos os trabalhadores são impactados. D) Uma economia mais forte gera mais postos de trabalho para todos os trabalhadores, terceirizados ou não. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, porém menos ainda para os terceirizados. - Esta opção sugere que os terceirizados são mais afetados em uma economia fraca, o que pode ser verdade, mas não é o foco principal da afirmação. E) Uma economia mais forte gera mais postos de trabalho para todos os trabalhadores, terceirizados ou não. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, porém menos ainda para os não terceirizados. - Esta opção sugere que os não terceirizados são mais afetados em uma economia fraca, o que não se alinha com a ideia de que todos os trabalhadores são impactados. A alternativa que melhor reflete a relação entre a força da economia e a geração de empregos para todos os trabalhadores, sem discriminação entre terceirizados e não terceirizados, é a A). Portanto, a resposta correta é: A) Uma economia mais forte gera mais postos de trabalho para todos os trabalhadores, terceirizados ou não. Uma economia mais fraca gera menos empregos para todos os trabalhadores, terceirizados ou não.

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No Brasil, particularmente na década de 1990, as transformações geradas pela nova divisão internacional do trabalho foram de grande intensidade, já que partiram de uma dinâmica interna, característica dos países de industrialização dependente, fundada na superexploração da força de trabalho. A imposição de baixos salários, associados a ritmos de produção intensificados e jornadas de trabalho prolongadas, foi ainda acentuada pela desorganização do movimento operário e sindical, imposta pela vigência, entre 1964 e 1985, da ditadura militar.
A partir da temática do texto, avalie as afirmacoes a seguir.
I. Os efeitos da nova divisão internacional do trabalho foram mais acentuados e mais perversos nos países de industrialização dependente, uma vez que neles ocorreram ditaduras militares nas décadas anteriores a essa nova divisão.
II. Baixos salários, intensificação do trabalho e prolongamento de jornadas, entre outros efeitos da nova divisão do trabalho, são fenômenos globais que, no Brasil, foram agravados por sua condição de economia periférica e do enfraquecimento do movimento sindical.
III. A referida nova divisão internacional do trabalho é consequência direta do neoliberalismo, tendência econômica e política que se espraiou pelo mundo nos anos 1980, cujos efeitos de precarização se agravaram no contexto interno de alguns países.
IV. A desorganização do movimento operário e sindical no Brasil se deve à própria industrialização dependente, aliada a condições de hiperexploração do trabalho.
A) I e III.
B) I e IV.
C) II e III.
D) I, II e IV.
E) II, III e IV.