Ed
ano passado
Para responder a essa questão, é importante entender como deve ser a abordagem em relação ao parceiro sexual de um paciente diagnosticado com sífilis. A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível, e quando um paciente é diagnosticado, é fundamental que o parceiro sexual também seja avaliado e tratado, independentemente dos resultados dos testes. Vamos analisar as alternativas: A) Realizar um teste treponêmico e só tratar se o teste for positivo - Isso não é adequado, pois o tratamento deve ser iniciado independentemente do resultado do teste. B) Repetir o teste não-treponêmico e só tratar se o novo teste for positivo - Novamente, isso não é correto, pois o tratamento deve ser iniciado sem esperar por um novo teste. C) Realizar um teste treponêmico e tratar como sífilis, independentemente do resultado do teste. A dose preconizada vai diferir se o teste for positivo ou negativo - Esta é a conduta correta, pois o parceiro deve ser tratado para prevenir a reinfecção e a propagação da doença. D) Considerar que a sífilis foi excluída e que não precisa tratar - Isso é incorreto, pois não se deve assumir que a sífilis foi excluída sem a devida avaliação e tratamento. Portanto, a alternativa correta é: C Realizar um teste treponêmico e tratar como sífilis, independentemente do resultado do teste. A dose preconizada vai diferir se o teste for positivo ou negativo.
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