Ed
ano passado
Para analisar a questão, precisamos entender o impacto da cobertura da Estratégia de Saúde da Família (ESF) nas taxas de internações. A ESF visa melhorar o acesso à atenção primária, o que, em teoria, deve reduzir as internações por condições que poderiam ser tratadas na atenção primária. Vamos analisar as alternativas: a) Não provocaram grandes mudanças com relação às taxas de internações por condições sensíveis à atenção primária. - Essa opção sugere que a cobertura não teve impacto, o que é improvável, dado o aumento da cobertura. b) Provocaram grandes mudanças com relação às taxas de internações por condições sensíveis à atenção primária. - Esta opção é a mais plausível, pois um aumento na cobertura da ESF geralmente está associado à redução de internações por condições que poderiam ser prevenidas ou tratadas na atenção primária. c) Não provocaram grandes mudanças com relação às taxas de internações por condições sensíveis à atenção terciária. - A atenção terciária lida com casos mais complexos, e a ESF foca na atenção primária, então essa opção não é relevante. d) Provocaram grandes mudanças com relação às taxas de internações por condições sensíveis à atenção primária e secundária. - Embora a atenção primária seja o foco, a secundária não é diretamente abordada pela ESF, então essa opção é menos precisa. e) Não provocaram grandes mudanças com relação às taxas de internações por condições sensíveis à atenção secundária. - Novamente, a atenção secundária não é o foco da ESF, tornando essa opção irrelevante. Diante da análise, a alternativa correta é: b) Provocaram grandes mudanças com relação às taxas de internações por condições sensíveis à atenção primária.
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