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A palavra processo no direito ganha a conotação de uma série de atos voltados ao atingimento de um objetivo final. Ha, portanto, uma coordenação entre esses atos de tal sorte que aflora uma lógica própria da sua colocação num determinado momento de tramitação. No caso do processo legislativo, consiste ele nesse conjunto coordenado de disposições que disciplinam o procedimento a ser obedecido pelos órgãos competentes na produção dos atos normativos que derivam diretamente da própria Constituição.
Quais são as normas que NÃO figuram em um processo legislativo?
a) leis complementares
b) decretos legislativos
c) resoluções
d) medidas provisórias
e) instruções normativas
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Debate de Filosofia da Educação

ano passado

Respostas

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ano passado

Para responder à sua pergunta, precisamos entender quais normas fazem parte do processo legislativo e quais não fazem. O processo legislativo é o conjunto de normas que regulam a criação de leis e atos normativos. Analisando as opções: a) Leis complementares - Fazem parte do processo legislativo, pois são criadas por meio dele. b) Decretos legislativos - Também fazem parte do processo legislativo, sendo atos normativos que têm força de lei. c) Resoluções - Estas são normas que podem ser criadas no âmbito do legislativo, portanto, também fazem parte do processo. d) Medidas provisórias - Embora tenham um processo específico, elas são parte do processo legislativo, pois são editadas pelo Presidente da República e precisam ser aprovadas pelo Congresso. e) Instruções normativas - Estas não fazem parte do processo legislativo, pois são atos administrativos que regulamentam a aplicação de leis, mas não são criadas por meio do processo legislativo. Portanto, a alternativa que apresenta as normas que NÃO figuram em um processo legislativo é: e) instruções normativas.

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Considerando as superação das chamadas teorias juspositivistas, o enunciado acima define o pensamento de Gustav Radbruch, cuja tese defendida tem como temática:
Diz-se que o conflito entre justiça e certeza do direito pode ser resolvido no sentido que o direito positivo, assegurado pela promulgação e pela coação, tem preeminência também quando é, no seu conteúdo, injusto e inadequado ao seu objetivo, a menos que o conflito entre a lei positiva e a justiça alcance um grau tal de intolerabilidade que a lei, enquanto ‘lei injusta’, deva ceder frente à justiça.
a. o problema da validade da lei injusta
b. a teoria do contrato social
c. o imperativo categórico
d. o despotismo esclarecido
e. a norma hipotética fundamental

Os juristas, porém, também costumam conceber normas como ____________, isto é, como atos de uma vontade impositiva que estabelece disciplina para a conduta, abstração feita de qualquer resistência. A norma como prescrição também se expressa pelo dever- ser, que significa então impositivo ou impositivo de vontade. Dessa vontade não se abstrai, permanecendo importante para a análise da norma a análise da vontade que a prescreve. Na verdade, para o reconhecimento da prescrição como norma jurídica, essa vontade é decisiva, posto que vontade sem qualidades prescritoras (inabilitada, ilegítima, sem autoridade, sem força) não produzirá norma. Normas são, assim, imperativos ou comandos de uma vontade institucionalizada, isto é, apta a comandar.
Complete a lacuna com a palavra que dá sentido ao pensamento esposado no texto.
a ) analogias
b ) prescrições
c ) princípios
d ) abstrações
e ) jurisprudências

A partir de uma afirmação inicial - dada como premissa - procede-se ao encadeamento lógico das ideias. A premissa deve partir de uma verdade universal, aceita por todos, e deve apresentar argumentos aparentemente irrefutáveis e incontestáveis, tendo por objetivo convencer. Alcança-se, assim, o que constitui um silogismo, ou seja, um raciocínio no qual de duas proposições - coisas - decorre uma terceira. Nas duas primeiras proposições infere-se uma terceira, que encerra a conclusão do raciocínio. É, portanto, à argumentação final que se propõe o silogismo. A primeira proposição chame-se premissa maior; a segunda, premissa menor; e a terceira, conclusão. É, portanto, à argumentação final que se propõe o ______________.
Sobre o processo interpretativo descrito no texto, complete a lacuna com o nome do mesmo.
a ) Silogismo
b ) Subsunção
c ) Positivismo
d ) Hermenêutica
e ) Jusnaturalismo

Classificação quanto ao âmbito. Fala-se, nesse caso, em antinomias de direito ________, de direito _________, de direito ________. As primeiras são as que ocorrem dentro de um ordenamento estatal e podem ser dentro de um ramo do direito (direito civil, constitucional etc.), ou entre normas de diferentes ramos. As segundas ocorrem entre normas de direito internacional. As terceiras referem-se a conflitos de normas de direito interno com as de outro direito interno ou entre normas de um direito interno e as de direito internacional.
Sobre a classificação quanto ao âmbito das antinomias, complete as lacunas com o tipo da antinomia correspondente:
a ) interno, internacional e interno-internacional.
b ) interno, internacional e supraestatal.
c ) internacional, estatal e interno.
d ) supraestatal, interno e internacional.
e ) estatal, internacional e interno.

O ramo da filosofia que visa estudar o raciocínio, calcado na clareza de pensamento e em sua estruturação a partir de deduções, proposições e reflexões para comprovar ou refutar uma premissa é chamado de __________________.
a ) ética
b ) lógica
c ) moral
d ) epistemologia
e ) política

Neste sentido, lei é o preceito comum e obrigatório, emanado do Poder Legislativo, no âmbito de sua competência. A lei possui duas ordens de caracteres: substanciais e formais. 1º) Caracteres Substanciais - Como a lei agrupa normas jurídicas, há de reunir também os caracteres básicos destas: generalidade, abstratividade, bilateralidade, imperatividade, coercibilidade. É indispensável ainda que o conteúdo de lei expresse o bem comum. 2º) Caracteres Formais - Sob o aspecto de forma, a lei deve ser: escrita, emanada do Poder Legislativo em processo de formação regular, promulgada e publicada.
Com base no texto e nas assertivas a seguir, responda:
Assertiva I - A lei é uma norma comum e geral, estabelecida em vista de todos os casos de uma mesma espécie de fato.
Assertiva II - A lei é individualizada, ou seja, não obriga igualmente a todos os sujeitos.
a) A assertiva I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
b) A assertiva I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
c) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
d) As assertivas I e II são proposições falsas.
e) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.

Admite-se quase como uma fatalidade que os juristas têm sua própria linguagem e que se trata de uma necessidade técnica. (...) A questão que se propõe aqui consiste em saber se esta linguagem é uma necessidade ou se, antes de tudo, é uma técnica de terrorismo. Se não entendo nada do ato que me aponta o escrivão é por parvoíce ou porque devo sentir-me, desde o momento inicial da instância, em estado de inferioridade?
No que tange à linguagem jurídica, para uma adequada construção legislativa o legislador deve observar alguns pontos importantes, exceto:
a ) buscar a uniformidade do tempo verbal em todo o texto das normas legais, dando preferência ao tempo presente ou ao futuro simples do presente.
b ) usar frases curtas e concisas.
c ) usar os recursos de pontuação de forma judiciosa, com livre uso de caráter estilístico jurídico e palavras em latim.
d ) usar as palavras e as expressões em seu sentido comum, salvo quando a norma versar sobre assunto técnico, hipótese na qual se empregará a nomenclatura própria da área em que se esteja legislando.
e ) construir as orações na ordem direta, evitando preciosismo, neologismo e adjetivações dispensáveis.

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