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Na Teoria Geral do Direito o estudo da norma jurídica é de fundamental importância, porque se refere a elemento essencial do Direito positivo. Ao dispor sobre fatos e consagrar valores, as normas jurídicas são o ponto culminante do processo de elaboração do Direito e a estação de partida operacional da Dogmática Jurídica, cuja função é sistematizar e descrever a ordem jurídica vigente. Conhecer o Direito é conhecer as normas jurídicas em seu encadeamento lógico e sistemático. As normas ou regras jurídicas estão para o Direito de um povo, assim como as células para um organismo vivo.
São características da norma jurídica:
a) imperatividade e coercitibilidade
b) especificidade de flexibilidade
c) coercitibilidade e especificidade
d) imperatividade e especificidade
e) flexibilidade e imperatividade
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Para responder à sua pergunta sobre as características da norma jurídica, vamos analisar as opções apresentadas. A norma jurídica possui algumas características fundamentais, entre as quais se destacam: 1. Imperatividade: A norma jurídica impõe obrigações e deve ser cumprida, independentemente da vontade do destinatário. 2. Coercibilidade: Refere-se à possibilidade de a norma ser imposta por meio de sanções, caso não seja cumprida. Agora, vamos analisar as alternativas: a) imperatividade e coercitibilidade - Esta opção está correta, pois ambas são características essenciais da norma jurídica. b) especificidade de flexibilidade - Não se relaciona diretamente com as características da norma jurídica. c) coercitibilidade e especificidade - Embora a coercitibilidade esteja correta, a especificidade não é uma característica fundamental. d) imperatividade e especificidade - A imperatividade está correta, mas a especificidade não é uma característica essencial. e) flexibilidade e imperatividade - A imperatividade está correta, mas a flexibilidade não é uma característica típica da norma jurídica. Portanto, a alternativa correta é: a) imperatividade e coercitibilidade.

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Considerando as superação das chamadas teorias juspositivistas, o enunciado acima define o pensamento de Gustav Radbruch, cuja tese defendida tem como temática:
Diz-se que o conflito entre justiça e certeza do direito pode ser resolvido no sentido que o direito positivo, assegurado pela promulgação e pela coação, tem preeminência também quando é, no seu conteúdo, injusto e inadequado ao seu objetivo, a menos que o conflito entre a lei positiva e a justiça alcance um grau tal de intolerabilidade que a lei, enquanto ‘lei injusta’, deva ceder frente à justiça.
a. o problema da validade da lei injusta
b. a teoria do contrato social
c. o imperativo categórico
d. o despotismo esclarecido
e. a norma hipotética fundamental

Os juristas, porém, também costumam conceber normas como ____________, isto é, como atos de uma vontade impositiva que estabelece disciplina para a conduta, abstração feita de qualquer resistência. A norma como prescrição também se expressa pelo dever- ser, que significa então impositivo ou impositivo de vontade. Dessa vontade não se abstrai, permanecendo importante para a análise da norma a análise da vontade que a prescreve. Na verdade, para o reconhecimento da prescrição como norma jurídica, essa vontade é decisiva, posto que vontade sem qualidades prescritoras (inabilitada, ilegítima, sem autoridade, sem força) não produzirá norma. Normas são, assim, imperativos ou comandos de uma vontade institucionalizada, isto é, apta a comandar.
Complete a lacuna com a palavra que dá sentido ao pensamento esposado no texto.
a ) analogias
b ) prescrições
c ) princípios
d ) abstrações
e ) jurisprudências

A partir de uma afirmação inicial - dada como premissa - procede-se ao encadeamento lógico das ideias. A premissa deve partir de uma verdade universal, aceita por todos, e deve apresentar argumentos aparentemente irrefutáveis e incontestáveis, tendo por objetivo convencer. Alcança-se, assim, o que constitui um silogismo, ou seja, um raciocínio no qual de duas proposições - coisas - decorre uma terceira. Nas duas primeiras proposições infere-se uma terceira, que encerra a conclusão do raciocínio. É, portanto, à argumentação final que se propõe o silogismo. A primeira proposição chame-se premissa maior; a segunda, premissa menor; e a terceira, conclusão. É, portanto, à argumentação final que se propõe o ______________.
Sobre o processo interpretativo descrito no texto, complete a lacuna com o nome do mesmo.
a ) Silogismo
b ) Subsunção
c ) Positivismo
d ) Hermenêutica
e ) Jusnaturalismo

Classificação quanto ao âmbito. Fala-se, nesse caso, em antinomias de direito ________, de direito _________, de direito ________. As primeiras são as que ocorrem dentro de um ordenamento estatal e podem ser dentro de um ramo do direito (direito civil, constitucional etc.), ou entre normas de diferentes ramos. As segundas ocorrem entre normas de direito internacional. As terceiras referem-se a conflitos de normas de direito interno com as de outro direito interno ou entre normas de um direito interno e as de direito internacional.
Sobre a classificação quanto ao âmbito das antinomias, complete as lacunas com o tipo da antinomia correspondente:
a ) interno, internacional e interno-internacional.
b ) interno, internacional e supraestatal.
c ) internacional, estatal e interno.
d ) supraestatal, interno e internacional.
e ) estatal, internacional e interno.

O ramo da filosofia que visa estudar o raciocínio, calcado na clareza de pensamento e em sua estruturação a partir de deduções, proposições e reflexões para comprovar ou refutar uma premissa é chamado de __________________.
a ) ética
b ) lógica
c ) moral
d ) epistemologia
e ) política

Neste sentido, lei é o preceito comum e obrigatório, emanado do Poder Legislativo, no âmbito de sua competência. A lei possui duas ordens de caracteres: substanciais e formais. 1º) Caracteres Substanciais - Como a lei agrupa normas jurídicas, há de reunir também os caracteres básicos destas: generalidade, abstratividade, bilateralidade, imperatividade, coercibilidade. É indispensável ainda que o conteúdo de lei expresse o bem comum. 2º) Caracteres Formais - Sob o aspecto de forma, a lei deve ser: escrita, emanada do Poder Legislativo em processo de formação regular, promulgada e publicada.
Com base no texto e nas assertivas a seguir, responda:
Assertiva I - A lei é uma norma comum e geral, estabelecida em vista de todos os casos de uma mesma espécie de fato.
Assertiva II - A lei é individualizada, ou seja, não obriga igualmente a todos os sujeitos.
a) A assertiva I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
b) A assertiva I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
c) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
d) As assertivas I e II são proposições falsas.
e) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.

Admite-se quase como uma fatalidade que os juristas têm sua própria linguagem e que se trata de uma necessidade técnica. (...) A questão que se propõe aqui consiste em saber se esta linguagem é uma necessidade ou se, antes de tudo, é uma técnica de terrorismo. Se não entendo nada do ato que me aponta o escrivão é por parvoíce ou porque devo sentir-me, desde o momento inicial da instância, em estado de inferioridade?
No que tange à linguagem jurídica, para uma adequada construção legislativa o legislador deve observar alguns pontos importantes, exceto:
a ) buscar a uniformidade do tempo verbal em todo o texto das normas legais, dando preferência ao tempo presente ou ao futuro simples do presente.
b ) usar frases curtas e concisas.
c ) usar os recursos de pontuação de forma judiciosa, com livre uso de caráter estilístico jurídico e palavras em latim.
d ) usar as palavras e as expressões em seu sentido comum, salvo quando a norma versar sobre assunto técnico, hipótese na qual se empregará a nomenclatura própria da área em que se esteja legislando.
e ) construir as orações na ordem direta, evitando preciosismo, neologismo e adjetivações dispensáveis.

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