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Bechara (2010) define morfema como as menores unidades dotadas de significação que formam as palavras. Sendo que a palavra é constituída a partir de dois morfemas: o radical e os afixos.
Nesse caso, a definição de radical é:
a. Elementos que se agregam apenas para formar palavras derivadas.
b. Elemento mórfico que assinala as flexões da palavra.
c. Elementos morfológicos, também conhecidos como desinências nominais, que indicam flexões gramaticais de gênero e número.
d. Morfemas inseridos apenas no final das palavras.
e. O núcleo em que está centrado o significado do mundo em que vivemos, e que nos remete a um conceito existente; uma base comum de significação.
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Praticando Para o Saber

ano passado

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ano passado

Para responder à pergunta sobre a definição de radical segundo Bechara, vamos analisar as alternativas: a) Elementos que se agregam apenas para formar palavras derivadas. - Esta definição não se aplica ao radical, pois ele não é apenas um elemento para formar palavras derivadas. b) Elemento mórfico que assinala as flexões da palavra. - Isso se refere mais a desinências, não ao radical. c) Elementos morfológicos, também conhecidos como desinências nominais, que indicam flexões gramaticais de gênero e número. - Novamente, isso se refere a desinências, não ao radical. d) Morfemas inseridos apenas no final das palavras. - Isso não é uma definição correta de radical, pois o radical pode estar em qualquer parte da palavra. e) O núcleo em que está centrado o significado do mundo em que vivemos, e que nos remete a um conceito existente; uma base comum de significação. - Esta definição se alinha com a ideia de que o radical é a parte da palavra que carrega o significado principal. Portanto, a alternativa correta que define o radical é: e) O núcleo em que está centrado o significado do mundo em que vivemos, e que nos remete a um conceito existente; uma base comum de significação.

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O Novo Acordo Ortográfico buscou uma unificação das regras da língua portuguesa, para a qual foram efetuadas muitas alterações.
Dessa maneira, a primeira mudança foi:
a. Na adequação dos verbos.
b. No alfabeto.
c. Nas regras de maiúsculas.
d. Nos casos de estrangeirismos.
e. Nas abreviaturas.

Entende-se que uma análise pode acontecer tanto no âmbito da palavra quanto da frase, processo em que a linguagem é movida pela junção da morfologia e da sintaxe, é aí que surge o que intitulamos de:
Qual é o termo que descreve essa junção?
a. Fonologia.
b. Semântica.
c. Classe de palavras.
d. Morfossintaxe.
e. Sintaxe.

De acordo com Bechara (2009) A realidade concreta da linguagem é o ato linguístico, ou seja, é a unidade de comunicação da linguagem humana, seja uma palavra ou uma frase. Em relação às frases, sabemos que são divididas em duas categorias, são elas:
Quais são essas categorias?
a. Frases nominais e sintaxe.
b. Frases derivadas e oração.
c. Frases nominais e período.
d. Período e oração.
e. Frases nominais e oração.

As frases se distinguem da oração porque são proferidas, quase sempre, em situações especiais, sendo que fora delas a comunicação não se realiza efetivamente.
Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. Frases como “Bom dia!” correspondem a “Desejo que você tenha um bom dia!”
II. Por serem enunciados reais, frases como essa apelam para a interpretação mais ou menos próxima dos possíveis correspondentes apresentados em forma de oração.
a. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
b. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
c. As asserções I e II são proposições falsas.
d. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
e. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

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