Ed
ano passado
Para responder à sua pergunta sobre a defasagem entre as datas de encerramento das demonstrações contábeis da investida e do investidor, vamos analisar cada uma das alternativas: A. Não é permitida a defasagem entre as datas para não haver distorção no cálculo do resultado de equivalência. - Essa afirmação é muito rígida, pois existem situações em que uma pequena defasagem pode ser aceitável. B. Não deve ser superior a 30 dias e devem ser considerados os efeitos de transações relevantes nesse período. - Esta opção parece razoável, pois permite uma defasagem controlada e considera transações relevantes. C. É permitida a defasagem máxima de um ano, desde que o fato seja mencionado em nota explicativa. - Um ano é um período muito longo para defasagem, o que pode causar distorções significativas. D. Não deve ser superior a dois meses e devem ser considerados os efeitos de transações relevantes nesse período. - Essa opção também é válida, mas é mais restritiva do que a opção B. Após analisar as alternativas, a opção que melhor se alinha com as práticas contábeis geralmente aceitas é a B: "Não deve ser superior a 30 dias e devem ser considerados os efeitos de transações relevantes nesse período."
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