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Farmacia

Humanas / Sociais
O que proporciona ao profissional farmacêutico o suporte necessário para a defesa de seus direitos e a autonomia para o exercício de suas funções? a. Conhecimentos sobre as legislações farmacêuticas. b. Realização de estágios obrigatórios durante a graduação. c. Tempo de experiência profissional em farmácias e drogarias. d. Vivência dentro de unidades de farmácia. e. Desenvolvimento de experimentos em aulas práticas.
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JAQUELINE COUTO CARDOSO GALVÃO

ano passado

Respostas

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ano passado

Para responder à pergunta sobre o que proporciona ao profissional farmacêutico o suporte necessário para a defesa de seus direitos e a autonomia para o exercício de suas funções, vamos analisar as alternativas: a) Conhecimentos sobre as legislações farmacêuticas - Ter conhecimento sobre as legislações é fundamental para que o farmacêutico possa entender seus direitos e deveres, além de garantir a prática profissional de forma legal e ética. b) Realização de estágios obrigatórios durante a graduação - Os estágios são importantes para a formação prática, mas não necessariamente garantem a defesa de direitos e autonomia. c) Tempo de experiência profissional em farmácias e drogarias - A experiência é valiosa, mas não é o principal suporte para a defesa de direitos. d) Vivência dentro de unidades de farmácia - Assim como a experiência, a vivência é importante, mas não fornece o suporte legal necessário. e) Desenvolvimento de experimentos em aulas práticas - Essa atividade é essencial para a formação técnica, mas não está diretamente relacionada à defesa de direitos e autonomia. Dentre as opções, a que melhor se encaixa como suporte para a defesa de direitos e autonomia do profissional farmacêutico é: a) Conhecimentos sobre as legislações farmacêuticas.

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A Lei nº 13.021, de 8 de agosto de 2014 dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas. Quanto às contribuições desta Lei, assinale a alternativa incorreta.
a. a presença de farmacêutico é obrigatória em todo o tempo de funcionamento das farmácias e drogarias.
b. esta lei elevou as farmácias ao grau de estabelecimento de saúde, e não meramente comercial, e conferiu autonomia técnica ao profissional farmacêutico.
c. as farmácias e drogarias devem ser consideradas como unidades de prestação de assistência farmacêutica, assistência à saúde e orientação sanitária individual e coletiva.
d. a responsabilidade e a assistência técnica são funções exclusivas do profissional farmacêutico.
e. a presença de proprietários ou gerentes é obrigatória em todo o tempo de funcionamento das farmácias e drogarias.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) assim como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é responsável pelas normas e registros dos agrotóxicos no Brasil. A ANVISA tem a responsabilidade de fiscalizar e alertar sobre os riscos associados à aplicação e a ingestão desses produtos, classificando-os em quatro níveis, de acordo com o grau de perigo, que são:
a. Classe I: extremamente tóxico. Cor vermelha. Classe II: altamente tóxico. Cor amarela. Classe III: medianamente tóxico. Cor azul. Classe IV: pouco tóxico. Cor verde.
b. Classe I: extremamente tóxico. Cor verde. Classe II: altamente tóxico. Cor amarela. Classe III: medianamente tóxico. Cor azul. Classe IV: pouco tóxico. Cor vermelha.
c. Classe ET: extremamente tóxico. Cor magenta. Classe AT: altamente tóxico. Cor preta. Classe MT: medianamente tóxico. Cor lilás. Classe PT: pouco tóxico. Cor marrom.
d. Classe I: muito tóxico. Cor vermelha. Classe II: tóxico. Cor amarela. Classe III: pouco tóxico. Cor azul. Classe IV: não tóxico. Cor verde.
e. Classe PT: pouco tóxico. Cor vermelha. Classe BT: baixíssimo tóxico. Cor amarela. Classe MT: medianamente tóxico. Cor azul. Classe DT: demais tóxico. Cor verde.

Cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a responsabilidade pela autorização de uso e pelo comércio de vacinas no Brasil. Para que uma vacina seja disponibilizada para a população de forma segura, a ANVISA deve conceder o registro da vacina à empresa responsável pela sua produção, mediante a comprovação de:
a. testes realizados durante a sua aplicação, onde então a empresa pede o registro da vacina, junto a ANVISA.
b. testes realizados durante a sua fabricação, onde então a empresa pede o registro da vacina, junto a ANVISA.
c. testes realizados após a disponibilização, onde então a empresa pede o registro da vacina, junto a ANVISA.
d. surgimento de uma nova patologia, onde ocorre a liberação e registro imediato pela ANVISA.
e. surgimento de uma pandemia, como por exemplo, a COVID-19.

O Conselho Federal de Farmácia (CFF), apresenta a atuação no ramo farmacêutico em áreas específicas que resultam, até o momento, em uma lista com 135 especialidades, das quais 4 tiveram as suas publicações apresentadas posteriormente a edição da Resolução nº 572 de 2013. Essas quatro novas especialidades para a atuação farmacêutica que foram incluídas, são:
a. hidroterapia, perfusão sanguínea, saúde estética e vacinação.
b. floralterapia, talassoterapia, saúde estética e vacinação.
c. floralterapia, perfusão sanguínea, saúde estética e vacinação.
d. floralterapia, perfusão sanguínea, saúde cosmética e vacinação.
e. floralterapia, perfusão sanguínea, saúde estética e injetáveis.

Leia o texto: “São instituições regulatórias e fiscalizadoras, fundamentais para assegurar a qualidade e a segurança dos produtos e serviços fornecidos pelos farmacêuticos, além de garantir que eles sejam oferecidos por profissionais devidamente habilitados e qualificados. Além disso, atualmente, estas instituições, têm atuado fortemente na defesa dos direitos da categoria e na promoção de cursos de capacitação e aperfeiçoamento”.
O texto refere-se:
a. ao Conselho Estadual de Farmácia (CEF).
b. à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
c. aos Departamentos Estaduais de Saúde (DES).
d. aos Conselhos Regionais de Farmácia (CRF).
e. às Agências de Vigilância Sanitária (VISA).

Ambas as práticas são fundamentais para a oferta das atividades farmacêuticas, embora apresentem diferentes conceitos, se complementam, sendo imprescindíveis para o atendimento de qualidade ao público, levando a diminuição de problemas relacionados ao uso inadequado dos medicamentos, contribuindo para o esclarecimento de dúvidas e maior facilidade na comunicação entre farmacêutico e paciente.
Esse texto refere-se à:
a. assistência e à atenção farmacêutica.
b. assistência e à dispensação farmacêutica.
c. atenção farmacêutica e à assistência médica.
d. assistência médica e à assistência farmacêutica.
e. assistência hospitalar e à assistência ambulatorial.

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