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Quantas comissões, poderíamos organizar, compostas de 3 professores de Direito Constitucional e 2 de Direito Administrativo? a) 468700 b) 36160 c) 267960 d) 129600 e) 40600
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Andre Luis

há 9 meses

Respostas

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Ed Verified user icon

há 9 meses

Para resolver essa questão, precisamos usar a combinação, que é uma forma de calcular quantas maneiras diferentes podemos escolher um grupo de elementos a partir de um conjunto maior. Vamos considerar que temos \( n_1 \) professores de Direito Constitucional e \( n_2 \) professores de Direito Administrativo. A fórmula para calcular combinações é: \[ C(n, k) = \frac{n!}{k!(n-k)!} \] onde \( n \) é o total de elementos, \( k \) é o número de elementos a serem escolhidos, e \( ! \) denota fatorial. 1. Escolher 3 professores de Direito Constitucional: Se temos \( n_1 \) professores, o número de maneiras de escolher 3 deles é \( C(n_1, 3) \). 2. Escolher 2 professores de Direito Administrativo: Se temos \( n_2 \) professores, o número de maneiras de escolher 2 deles é \( C(n_2, 2) \). O total de comissões será o produto das duas combinações: \[ Total = C(n_1, 3) \times C(n_2, 2) \] Como não temos os valores de \( n_1 \) e \( n_2 \) na pergunta, não podemos calcular o total exato. Portanto, você precisa fornecer os números de professores de cada área para que possamos chegar a uma resposta correta. Se a pergunta estiver incompleta, você terá que criar uma nova pergunta.

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Atenção: Para responder às questões de números 1 a 15, baseie-se no texto abaixo.
No 1º parágrafo de sua crônica, a autora diz que não vai falar de cidade, estado, continente, planeta porque
a) eles são terras de seus habitantes por sorte e azar deles.
b) prefere falar de outros territórios, os quais surpreendem aqueles que habitam em cidades distintas.
c) não constituem o que ela entende ser existencial.
d) decide falar sobre a vida, que é território interior e, portanto, subjetivo e incontrolável.
e) são terra de ninguém.

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 15, baseie-se no texto abaixo.
No 4º e 5º parágrafos, a cronista cita exemplos de situações que
a) a deixam desconfortável, como se percebe ao dar amplo destaque a aviões e a aeroportos.
b) promovem perturbação interior, traduzida por uma sucessão de metáforas.
c) lhe trazem contentamento, expresso pelo emprego de adjetivos, verbos e advérbios específicos.
d) lhe encantam e ratificam a importância por ela dada à vida como escritora.
e) a fazem se sentir dentro de casa, mesmo que quase sempre esteja fora dela.

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 15, baseie-se no texto abaixo.
No 6º parágrafo, a introdução do primeiro período com a palavra “Mas” traz ao trecho
a) uma contestação a tudo o que é colocado anteriormente, tendo em vista se tratar de palavra com valor adversativo.
b) uma alteração do ponto de vista que até aquele momento se defendia.
c) uma transição do ponto de vista que se vinha apresentando até ali.
d) uma refutação ao que se vinha falando acerca de como nosso interior é terra de ninguém.
e) um endosso ao fato de o interior das pessoas ser terra de ninguém, reforçando o que vinha sendo apresentado desde o título.

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 15, baseie-se no texto abaixo.
De acordo com o texto, só NÃO é hipótese plausível à condição de “sermos terra de ninguém” o argumento de que
a) tudo nos habita: elementos objetivos e subjetivos.
b) somos povoados por experiências boas e ruins que vêm de todos os lugares.
c) a vida é um presente, mesmo que haja, nela, momentos ruins.
d) até as contas a pagar fazem parte da vida.
e) mal-entendidos e brigas nos tornam menos humanos diante do esplendor da vida cotidiana.

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 15, baseie-se no texto abaixo.
No 2º parágrafo, o trecho “o trator existencial passando por cima da gente” alude à imagem do “trator existencial” para
a) reforçar o fato de que a vida não tem só momentos bons.
b) questionar a fragilidade da vida.
c) pôr em xeque a condição finita da vida.
d) deliberar acerca da existência.
e) mostrar a agressividade da vida diante das pessoas boas.

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 15, baseie-se no texto abaixo.
No 2º parágrafo, o trecho “Que nos surpreende tão lindamente às vezes, e em outras com uma patada mortal” acena à “patada mortal” como
a) elemento inesperado e doloroso, mas que faz parte da vida.
b) o monstro da vida exibindo suas garras cruéis.
c) a fantasia de que a vida só tem coisas boas.
d) um contraponto estabelecido em relação à ruindade da vida.
e) a chance de analisar a vida sob outro ponto de vista.

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 15, baseie-se no texto abaixo.
No 7º parágrafo, o semento “dona Lya” possui o seguinte papel sintático:
a) aposto
b) vocativo
c) sujeito
d) núcleo do sujeito
e) predicado

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 15, baseie-se no texto abaixo.
No 7º parágrafo, o trecho “O marido perguntando se dormi direito, primeiro carinho do dia.” pode ser substituído, sem prejuízo para a correção e o sentido da frase em que se encontra, por:
a) O marido perguntando se dormi direito – primeiro carinho do dia.
b) (primeiro carinho do dia) é o marido perguntando se dormi direito.
c) O marido, perguntando se dormi direito: primeiro carinho do dia.
d) O marido perguntando se dormi direito. O primeiro (carinho) do dia.
e) O primeiro carinho do dia é o marido... perguntando se dormi direito.

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 15, baseie-se no texto abaixo.
No texto, a cronista manifesta-se explicitamente esperançosa no seguinte trecho:
a) Falo desta terra interior, a da vida, que pouco se controla. (2º §)
b) Sim, gulosa desde criança. (3º §)
c) (...) mas em algumas fases cansa, e como. (7º §)
d) (até isso é a vida!) (8º §)
e) quem sabe um dia (...) vamos todos nos abraçar e rir. (9º §)

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 15, baseie-se no texto abaixo.
A cronista lança mão da figura de linguagem conhecida como prosopopeia no seguinte trecho
a) “Falo desta terra interior” (2º §)
b) “Somos terra povoada por muita coisa” (6º §)
c) “E a casinha da serra nos esperando” (8º §)
d) “Mas não somos terra de ninguém” (6º §)
e) “não entregar os pontos” (9º §)

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