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A crise fiscal decorrente da dificuldade em manter o equilíbrio entre gastos públicos e crescimento econômico foi um dos elementos que levou à crise no modelo de Welfare State. Um exemplo marcante do desmonte desse modelo ocorreu na Grã-Bretanha a partir da eleição de Margareth Thatcher como primeira ministra. As privatizações das empresas públicas marcaram sua gestão. No Brasil, a crise desse modelo direcionou as ações do governo brasileiro nos anos 1990. Sobre a influência da crise do Welfare State no Brasil dos anos 1990, analise as sentenças a seguir:
Assinale a alternativa CORRETA:
I- Garantia dos direitos sociais previstos na Constituição.
II- Privatização de empresas estatais.
III- Política de arrocho salarial.
IV- Defesa da intervenção estatal na economia.
A As sentenças I, II e III estão corretas.
B As sentenças II e III estão corretas.
C As sentenças I e IV estão corretas.
D As sentenças II, III e IV estão corretas.
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Vamos analisar cada uma das sentenças: I- Garantia dos direitos sociais previstos na Constituição. Essa afirmativa é verdadeira, pois a Constituição de 1988 no Brasil garantiu diversos direitos sociais, mesmo em um contexto de crise do Welfare State. II- Privatização de empresas estatais. Essa afirmativa é verdadeira, pois durante os anos 1990, o Brasil passou por um processo de privatização de várias empresas estatais como parte das reformas econômicas. III- Política de arrocho salarial. Essa afirmativa também é verdadeira, pois houve um período de contenção salarial e políticas de ajuste fiscal que impactaram os salários dos trabalhadores. IV- Defesa da intervenção estatal na economia. Essa afirmativa é falsa, pois a crise do Welfare State e as políticas adotadas nos anos 1990 no Brasil tendiam a favorecer a redução da intervenção estatal na economia, promovendo a privatização e a liberalização. Agora, vamos verificar as alternativas: A) As sentenças I, II e III estão corretas. (Verdadeiro) B) As sentenças II e III estão corretas. (Verdadeiro, mas não abrange a I) C) As sentenças I e IV estão corretas. (Falso, IV é falsa) D) As sentenças II, III e IV estão corretas. (Falso, IV é falsa) A alternativa que contém todos os itens verdadeiros é: A) As sentenças I, II e III estão corretas.

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As teorias marginalistas e liberais defendiam a crença à autorregulação do mercado, através de um equilíbrio encontrado de forma natural. O ponto de partida se dava na Lei de Say, que pressupõe a criação do comércio através da produção, ou seja, não haveria problemas com a superprodução. Nesse sentido, essas teorias acabaram subestimando as consequências da crise de 1929, uma vez que acreditavam que os desajustes eram temporários e iriam se reajustar de forma natural. Como consequência, surgiram críticas a essas teorias.
Sobre a teoria que superou os conceitos hegemônicos e propôs a intervenção estatal na economia, assinale a alternativa CORRETA:
A Schumpeter com a noção de desenvolvimento a partir na inovação tecnológica.
B Ricardo com a teoria do valor-trabalho e a teorias das vantagens comparativas.
C Malthus com a teoria da população e a defesa dos ricos.
D Keynes com os estudos sobre o emprego e os ciclos econômicos.

No capitalismo, muitas vezes, o crescimento econômico difere do desenvolvimento econômico. Muitas vezes, os termos crescimento e desenvolvimento econômico são confundidos ou são tratados como se fossem sinônimos.
Analisando esses conceitos, assinale a alternativa CORRETA que corresponde à diferenciação dos termos:
a) O crescimento econômico visa ao aspecto qualitativo e quantitativo da economia, enquanto o desenvolvimento econômico se preocupa com novas tecnologias e investimentos.
b) Considera-se desenvolvimento econômico aquela riqueza produzida em grande escala que favorece tanto o capital financeiro como o capital interno, e crescimento econômico é o despertar de uma economia no processo de globalização.
c) Considera-se crescimento econômico o aumento da capacidade produtiva e da produção de uma economia, e desenvolvimento econômico como um processo de mudanças sociais e econômicas que ocorrem de forma a melhorar os indicadores de bem-estar das pessoas.
d) A pobreza é um dos piores males de uma economia e diz respeito ao crescimento econômico desenfreado, já o desenvolvimento econômico significa a falta de investimento da área social e pública.

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