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Francisco coloca veneno na comida de Alex, que, após a ingestão da comida, começa a sentir os efeitos do veneno e a passar muito mal. Francisco, com remorso por sua atitude, leva Alex ao hospital, impedindo, assim, a consumação do homicídio. A conduta de Francisco, ao impedir a consumação do homicídio, caracteriza:
A) Desistência voluntária.
B) Tentativa de homicídio qualificado.
C) Arrependimento eficaz.
D) Arrependimento posterior.
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Questões para Estudantes

ano passado

Respostas

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ano passado

Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação à conduta de Francisco: A) Desistência voluntária - Refere-se à situação em que o agente decide não prosseguir com a ação criminosa antes que ela se consuma. No caso, Francisco já havia colocado veneno na comida, então não se encaixa aqui. B) Tentativa de homicídio qualificado - A tentativa ocorre quando o agente inicia a execução do crime, mas não consegue consumá-lo. Como Francisco já havia agido, mas depois impediu a consumação, essa alternativa não é a mais adequada. C) Arrependimento eficaz - Este conceito se refere à situação em que o agente, após iniciar a prática de um crime, realiza uma ação que impede a consumação do delito, demonstrando um arrependimento que efetivamente evita o resultado. Isso se encaixa na conduta de Francisco, que levou Alex ao hospital. D) Arrependimento posterior - Refere-se ao arrependimento que ocorre após a consumação do crime, o que não é o caso aqui, já que Francisco impediu a consumação. Portanto, a alternativa correta é: C) Arrependimento eficaz.

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DIREITO CONSTITUCIONAL
Assinale a opção incorreta em relação ao entendimento do STF.
A) proibição ou restrição da atividade de transporte privado individual por motorista cadastrado em aplicativo é constitucional, por violação aos princípios da livre iniciativa e da livre concorrência; e no exercício de sua competência para regulamentação e fiscalização do transporte privado individual de passageiros, os Municípios e o Distrito Federal podem contrariar os parâmetros fixados pelo legislador federal.
B) A fixação de horário de funcionamento de estabelecimento comercial é matéria de competência municipal, considerando improcedentes as alegações de ofensa aos princípios constitucionais da isonomia, da livre iniciativa, da livre concorrência, da liberdade de trabalho, da busca do pleno emprego e da proteção ao consumidor.
C) É inconstitucional a criação, por Constituição estadual, de órgão de controle administrativo do Poder Judiciário do qual participem representantes de outros Poderes ou entidades.
D) Os recursos públicos vinculados ao orçamento de estatais prestadoras de serviço público essencial, em regime não concorrencial e sem intuito lucrativo primário não podem ser bloqueados ou sequestrados por decisão judicial para pagamento de suas dívidas, em virtude do disposto no art. 100 da CF/1988, e dos princípios da legalidade orçamentária (art. 167, VI, da CF), da separação dos poderes (arts. 2°, 60, § 4°, III, da CF) e da eficiência da administração pública (art. 37, caput, da CF).

DIREITO CONSTITUCIONAL
Assinale a opção incorreta em relação ao entendimento do STF:
A) O Ministério Público não tem legitimidade ativa para a defesa, em juízo, dos direitos e interesses individuais homogêneos, quando impregnados de relevante natureza social, como sucede com o direito de petição e o direito de obtenção de certidão em repartições públicas.
B) A avocação de atribuições de membro do Ministério Público pelo Procurador-Geral implica quebra na identidade natural do promotor responsável, já que não é atribuição ordinária da Chefia do Ministério Público atuar em substituição a membros do órgão. Essa hipótese de avocação deve ser condicionada à aceitação do próprio promotor natural, cujas atribuições se pretende avocar pelo PGJ, para afastar a possibilidade de desempenho de atividades ministeriais por acusador de exceção, em prejuízo da independência funcional de todos os membros.
C) Por força do princípio da unidade do Ministério Público (art. 127, § 1º, da CF), os membros do Ministério Público integram um só órgão sob a direção única de um só Procurador-Geral. Só existe unidade dentro de cada Ministério Público, não havendo unidade entre o Ministério Público de um Estado e o de outro, nem entre esses e os diversos ramos do Ministério Público da União.
D) A Lei Orgânica Nacional do Ministério Público – LONMP – previu que: ‘Caso o Chefe do Poder Executivo não efetive a nomeação do Procurador-Geral de Justiça, nos quinze dias que se seguirem ao recebimento da lista tríplice, será investido automaticamente no cargo o membro do Ministério Público mais votado, para exercício do mandato’. Disciplinamento da omissão, a fim de garantir a existência de um Procurador-Geral de Justiça de forma a implementar o mandamento constitucional de investidura do Procurador-Geral de Justiça, e garantia da independência e do autogoverno da instituição. O legislador utilizou-se da maneira menos gravosa de corrigir eventual omissão e evitar a completa ausência de Procurador-Geral de Justiça: proporcionalidade da solução desenhada pela LONMP. O art. 9º, § 4º, da Lei n. 8.625/1993 não subverte a metodologia constitucionalmente imposta para a escolha dos Procuradores de Justiça. Regulação proporcional da forma de nomeação do Procurador-Geral de Justiça em razão da omissão do Chefe do Poder Executivo.

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