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Na hipótese de fraude contra credores, em que o administrador de pessoa jurídica, não tendo como pagar compromissos assumidos em prol da empresa, passa a transferir o patrimônio da sociedade para o seu nome, de modo a não haver bens a serem executados, cabe o instituto da desconsideração da personalidade jurídica.
A desconsideração da personalidade jurídica pode incidir sobre:
I. Empresário individual.
II. Sociedade em comum.
III. Sociedade Limitada Unipessoal.
IV. Sociedade em conta de participação.
A) III, apenas.
B) I e IV, apenas.
C) I, II e III, apenas.
D) I, apenas.
E) II e III, apenas.
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Aprendendo Através de Exercícios

ano passado

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Vamos analisar cada item em relação à desconsideração da personalidade jurídica: I. Empresário individual. Correto, a desconsideração da personalidade jurídica pode ser aplicada ao empresário individual, pois ele não possui uma separação entre seu patrimônio pessoal e o da empresa. II. Sociedade em comum. Correto, a desconsideração também pode ser aplicada a sociedades em comum, que não têm personalidade jurídica própria. III. Sociedade Limitada Unipessoal. Correto, a desconsideração da personalidade jurídica pode ser aplicada a sociedades limitadas unipessoais, pois, apesar de serem uma entidade jurídica, a proteção da personalidade pode ser desconsiderada em casos de fraude. IV. Sociedade em conta de participação. Correto, a desconsideração pode ser aplicada a sociedades em conta de participação, que não têm personalidade jurídica própria. Portanto, todos os itens I, II, III e IV estão corretos. No entanto, como a alternativa correta deve conter todos os itens verdadeiros, a resposta correta não está listada nas opções fornecidas. Se considerarmos as opções disponíveis, a alternativa que contém a maior quantidade de itens corretos é: C) I, II e III, apenas.

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Conforme estabelecido pelo Artigo 1. 177 do Código Civil, os registros feitos nos livros ou fichas do empresário por seus representantes encarregados da escrituração, incluindo o contador, têm validade legal, exceto se houver má-fé por parte deste último. Tais registros têm os mesmos efeitos que se tivessem sido feitos pelo próprio empresário. Sobre as obrigações do empresário com a escrituração, analise as afirmativas abaixo. I- O empresário e a sociedade empresária são obrigados a conservar em boa guarda toda a escrituração, correspondência e mais papéis relativos à sua atividade, enquanto não ocorrer prescrição ou decadência no tocante aos atos neles consignados. II- O empresário e a sociedade empresária são obrigados a conservar em boa guarda toda a escrituração, correspondência e mais papéis concernentes à sua atividade pelo prazo de cinco anos da data de cada documento. III- O empresário e a sociedade empresária são obrigados a conservar em boa guarda toda a escrituração pelo prazo de dez anos do encerramento de cada livro, mas não são obrigados a conservar a correspondência e mais papéis concernentes à sua atividade. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s) A Il, apenas. B Ill, apenas. C l, apenas. D Il e Ill, apenas. E ll e l, apenas

A Constituição Federal de 1988 assegurou o direito de greve no capítulo dos direitos sociais, inserido no título dos direitos e garantias fundamentais. Sobre esse direito, no ordenamento jurídico brasileiro e conforme jurisprudência dominante do Tribunal Superior do Trabalho,
A) não constitui abuso do direito de greve, na vigência de Acordo Coletivo de Trabalho, a paralisação motivada por acontecimento imprevisto que modifique substancialmente a relação de trabalho.
B) tratando-se de um direito fundamental de caráter coletivo, compete aos sindicatos das respectivas categorias econômica ou profissional a decisão sobre o momento conveniente para deflagrar greve ou lockout, assim como para definir os interesses que devam ser defendidos.
C) é abusiva a greve envolvendo serviços funerários, quando não assegurado o atendimento básico aos usuários e não forem notificados da paralisação a entidade patronal correspondente ou os empregadores interessados, com antecedência mínima de quarenta e oito horas.
D) a iniciativa da instauração do dissídio coletivo de greve é exclusiva do Ministério Público do Trabalho, cabendo ao Tribunal do Trabalho decidir sobre o exercício abusivo ou não do direito de greve.
E) uma vez firmado Acordo Coletivo de Trabalho encerrando a greve, haverá direito ao pagamento dos salários do período de afastamento aos trabalhadores que aderiram ao movimento grevista, em não havendo cláusula expressa quanto aos efeitos do período de paralisação nos contratos individuais de trabalho.

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