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O enfermeiro, em uma consulta a um paciente hipertenso na Unidade Básica de Saúde, deve realizar em seu atendimento a entrevista para investigar fatores de risco de complicações cardíacas e no exame físico, exceto:
a. Aferir a pressão arterial com a pessoa sentada e deitada.
b. Solicitar RX para área cardíaca.
C. Realizar medidas antropométricas como a altura, peso, circunferência abdominal e IMC.
d. Investigar alterações na visão e inspecionar pele e cavidade oral.
e. Verificar as frequências cardíacas e respiratória, aferindo os pulsos radial e carotídeo.
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ExpressãoComunicativa

ano passado

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Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar qual delas não é uma prática comum ou necessária na consulta de um enfermeiro a um paciente hipertenso: a) Aferir a pressão arterial com a pessoa sentada e deitada - Essa é uma prática comum para avaliar a pressão arterial em diferentes posições. b) Solicitar RX para área cardíaca - Essa opção é mais relacionada a exames de imagem que geralmente são solicitados por médicos, não enfermeiros, durante uma consulta de enfermagem. c) Realizar medidas antropométricas como a altura, peso, circunferência abdominal e IMC - Isso é uma prática comum e importante para avaliar o estado nutricional e o risco cardiovascular. d) Investigar alterações na visão e inspecionar pele e cavidade oral - Essa prática é relevante para identificar possíveis complicações relacionadas à hipertensão. e) Verificar as frequências cardíacas e respiratória, aferindo os pulsos radial e carotídeo - Essa é uma prática padrão na avaliação de pacientes. Dessa forma, a alternativa que não se encaixa nas práticas que um enfermeiro deve realizar na consulta a um paciente hipertenso é: b) Solicitar RX para área cardíaca.

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A enfermeira da Unidade Básica de Saúde no Programa Saúde na Escola foi à escola municipal da região para a aferição dos dados antropométricos de peso e altura das crianças de 8 a 10 anos com o objetivo de avaliar o crescimento, em que detectou algumas crianças com sobrepeso e obesidade, e propôs uma ação educativa voltada à alimentação. A diretora da escola achou interessante abordar o tema pois comentou que essas crianças possuem hábitos alimentares pouco saudáveis. Estas ações no ambiente escolar são importantes à saúde da criança e adolescente, conforme afirmativas abaixo:
Dentre as afirmacoes acima assinale a alternativa correta:
I. Enquanto profissionais de saúde, temos que perceber que a escola é um espaço para o desenvolvimento de um programa de educação para a saúde entre crianças e adolescentes, pois possibilita envolver educação em saúde e avaliação de saúde.
II. Na avaliação nutricional, as ações de educação em saúde e acompanhamento clínico dos casos de maior risco constituem estratégia fundamental para a promoção da saúde e para a prevenção e controle das doenças crônicas não transmissíveis, em que o enfermeiro é dentro da equipe multiprofissional o responsável pela avaliação clínica e aferição dos dados antropométricos de peso e altura, avaliando o IMC dos alunos.
III. Dentre as orientações nutricionais para escolares de 0 a 10 anos deve-se estimular o consumo de frutas, verduras e legumes e verificar sempre a existência de condições pouco saudáveis.
IV. Programa Saúde na Escola (PSE) foi instituído, em 2007, como uma política intersetorial da Saúde e da Educação voltada às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira no ambiente escolar, visando à integração e articulação permanente da educação e da saúde, com o propósito de contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde.
a. As afirmações e V estão corretas.
b. As afirmações I, e IV estão corretas.
C. As afirmações III e IV estão corretas.
d. As afirmações I, II, e IV estão corretas.
e. As afirmações I, II, III e IV estão corretas.

A Política Nacional de Saúde Mental no Brasil, amparada na Lei n° 10.216 (2001), visa a consolidar um modelo de atenção à saúde mental, com base comunitária, que propõe a criação de redes de serviços locais, extra-hospitalares, como os CAPS, os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), os Centros de Convivência e Cultura e os leitos de atenção integral. Como consequência, houve o estímulo à expansão e à implantação do CAPS no país, que, por meio da Portaria n° 336/GM, de 2002, passou a receber direcionamento financeiro específico do Ministério da Saúde. A Portaria estabeleceu algumas regras básicas de funcionamento dos CAPS, delineando as modalidades de serviços: CAPS I, e III, definidos por ordem crescente de porte/complexidade e abrangência populacional.
Considerando a expansão da rede de serviços substitutivos no Brasil, conclui-se que:
a. A inserção social dos usuários dos CAPS se dá no interior do próprio sistema de saúde, por meio de atividades educativas e lúdicas.
b. aumento do número de CAPS é importante para que as famílias sem condições de cuidar dos usuários com transtornos mentais possam ter uma instituição responsável por eles.
C. Os CAPS, como porta de entrada dos usuários com transtornos mentais para sistema de saúde, devem atuar na lógica de reinserção social e no cuidado interdisciplinar.
d. A expansão do número de CAPS foi importante para a reforma psiquiátrica, mas ainda há dificuldades nos fluxos de usuários entre atenção básica e atenção especializada.
e. aumento do número de CAPS no país é incoerente em relação aos princípios da reforma psiquiátrica, que visa a diminuir o número de instituições que cuidam das pessoas com transtornos mentais.

O câncer de colo do útero, também chamado de câncer cervical, é a terceira localização primária de incidência e de mortalidade por câncer em mulheres no País, com exceção do câncer de pele não melanoma. Ele é responsável por 265 mil óbitos por ano, sendo a quarta causa mais frequente de morte por câncer em mulheres, esse tumor é que apresenta maior potencial de prevenção e cura quando diagnosticado precocemente (BRASIL, 2016b). O principal fator de risco para desenvolvimento do câncer do colo do útero é a infecção pelo papiloma vírus humano (HPV). Infecções persistentes por HPV podem levar a transformações intraepiteliais progressivas que podem evoluir para lesões intraepiteliais precursoras do câncer do colo do útero, que, se não diagnosticadas e tratadas oportunamente, evoluem para câncer do colo do útero, sendo exame citopatológico a principal estratégia de rastreamento do câncer de colo do útero e de suas lesões precursoras.
Quanto ao rastreamento é recomendado:
a. O rastreamento deve ser realizado a partir de 25 anos em todas as mulheres que iniciaram atividade sexual, a cada três anos, se os dois primeiros exames anuais forem normais, os exames devem seguir até os 64 anos de idade.
b. Deve ser realizado no início da atividade sexual, a cada ano. Os exames devem seguir até os 74 anos de idade.
C. O rastreamento deve ser realizado em todas as mulheres que iniciaram atividade sexual e relatam queixas de leucorreia, dispauremia ou sangramento vaginal.
d. O rastreamento deve ser realizado a partir de 25 anos em todas as mulheres que iniciaram atividade sexual, a cada três anos, se os dois primeiros exames anuais forem normais. Os exames devem seguir por toda a vida.
e. O rastreamento deve ser realizado a partir de 18 anos em todas as mulheres independente de terem iniciado atividade sexual, a cada três anos, se os dois primeiros exames anuais forem normais, os exames devem seguir até os 64 anos de idade.

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