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Analise os itens abaixo e assinale a alternativa correta.
I - A nova redação continua possibilitando a caracterização de improbidade por desobediência a princípios da Administração Pública, porém específica em quais casos poderá haver o enquadramento.
II - Anteriormente, para caracterização do ato de improbidade, não era necessário prejuízo ao erário ou enriquecimento ilícito do agente, bastava que fosse demonstrada a violação a um princípio administrativo constitucional.
III – A nova lei de improbidade permite que as penas aplicadas por outras esferas sejam compensadas com as sanções aplicadas nas ações de improbidade administrativa. Pela legislação atual, são esferas independentes.
Todos os itens estão corretos
Todos os itens estão incorretos
Apenas o item III está incorreto
Apenas o item II está incorreto
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ExpressãoComunicativa

ano passado

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ano passado

Vamos analisar cada item: I - A nova redação continua possibilitando a caracterização de improbidade por desobediência a princípios da Administração Pública, porém específica em quais casos poderá haver o enquadramento. Verdadeiro, a nova redação realmente especifica os casos de improbidade. II - Anteriormente, para caracterização do ato de improbidade, não era necessário prejuízo ao erário ou enriquecimento ilícito do agente, bastava que fosse demonstrada a violação a um princípio administrativo constitucional. Verdadeiro, essa afirmação está correta, pois a caracterização de improbidade não exigia necessariamente prejuízo ao erário. III – A nova lei de improbidade permite que as penas aplicadas por outras esferas sejam compensadas com as sanções aplicadas nas ações de improbidade administrativa. Pela legislação atual, são esferas independentes. Falso, a nova lei não permite essa compensação, as esferas continuam sendo independentes. Com base na análise, temos que os itens I e II estão corretos, enquanto o item III está incorreto. Portanto, a alternativa correta é: Apenas o item III está incorreto.

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Sobre a responsabilidade civil do Estado, assinale a alternativa incorreta.
No que diz respeito a teoria do risco criado não há o que se falar em excludente de responsabilidade quando a Administração, que por meio de ato lícito apreende a coisa, gera algum dano a mesma enquanto detém sua custódia.
As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
A teoria do risco administrativo admite excludentes de responsabilidade apenas nas situações em que houver o rompimento do nexo de causalidade como, por exemplo, nas hipóteses de dano decorre de caso fortuito (prejuízo atrelado a pessoa estranha ao quadro funcional da administração) e força maior (fato imprevisível e incontrolável). Não é admitida, no entanto, a culpa exclusiva da vítima como causa de exclusão de responsabilidade pois o Estado deve sempre responder objetivamente pelo dano causado dentro do âmbito de suas funcionalidades
A teoria do risco social possui foco em uma ação lícita do Estado que acaba resultando em um dano refletido em toda a coletividade. De forma geral, não há o que se falar de responsabilização do Estado, tendo em vista que o ato praticado foi lícito e levando-se em consideração a prerrogativa da supremacia do interesse público perante o privado no que diz respeito ação que favorecerá a coletividade em detrimento de alguns particulares

Analise as afirmativas abaixo acerca da responsabilidade civil no âmbito da Administração Pública.
I. A teoria do risco criado determina que o Estado detém o dever de guarda e vigilância quando há a custódia de pessoa ou de um bem, como um interno em uma unidade prisional, sendo o Estado responsável pela saúde, integridade e a manutenção da dignidade humana em face da situação prisional. Segundo a teoria mencionada, trata-se de responsabilidade civil objetiva. Assim, em situação em que um preso comete suicídio, os familiares do preso, para serem indenizados, não precisarão provar eventual culpa/omissão da Administração Pública, já que a responsabilidade civil estatal pela integridade dos presidiários é objetiva em face dos riscos da atividade criada pelo próprio Estado.
II. As excludentes de responsabilidade admitidas pela teoria do risco administrativos são a culpa exclusiva da vítima, caso fortuito, fato de terceiro, força maior.
III. O caso fortuito é a hipótese em que o Estado não responderá pelo dano, pois por ser considerado inevitável, um fato da natureza, não teria como prevê-lo. Já a força maior enquadra-se na culpa de terceiro, que decorre de um prejuízo causado por um particular a outro, havendo a quebra do nexo causal.
IV. A teoria do risco integral é admitida como regra geral no que diz respeito a responsabilidade civil do Estado, e faz referência aos danos causados diretamente por omissão do Estado quando este deveria agir. Havendo dano ou prejuízo não há o que se falar em excludente da responsabilidade, e segundo a referida teoria o Estado responde de qualquer forma. Além de norma geral, pode ser aplicada em casos de acidentes nucleares, danos ambientais situações que envolvam material bélico

## É correto o que se afirma em
As alternativas II, III e IV estão incorretas
Apenas a alternativa IV está incorreta
As alternativas I e II estão corretas
Apenas as alternativas I e III estão corretas

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