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Teoria da Administração Pública_ Teste 3_ Tentativa 2

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Questões resolvidas

Sobre a responsabilidade civil do Estado, assinale a alternativa incorreta.
No que diz respeito a teoria do risco criado não há o que se falar em excludente de responsabilidade quando a Administração, que por meio de ato lícito apreende a coisa, gera algum dano a mesma enquanto detém sua custódia.
As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
A teoria do risco administrativo admite excludentes de responsabilidade apenas nas situações em que houver o rompimento do nexo de causalidade como, por exemplo, nas hipóteses de dano decorre de caso fortuito (prejuízo atrelado a pessoa estranha ao quadro funcional da administração) e força maior (fato imprevisível e incontrolável). Não é admitida, no entanto, a culpa exclusiva da vítima como causa de exclusão de responsabilidade pois o Estado deve sempre responder objetivamente pelo dano causado dentro do âmbito de suas funcionalidades
A teoria do risco social possui foco em uma ação lícita do Estado que acaba resultando em um dano refletido em toda a coletividade. De forma geral, não há o que se falar de responsabilização do Estado, tendo em vista que o ato praticado foi lícito e levando-se em consideração a prerrogativa da supremacia do interesse público perante o privado no que diz respeito ação que favorecerá a coletividade em detrimento de alguns particulares

Analise as afirmativas abaixo acerca da responsabilidade civil no âmbito da Administração Pública.
I. A teoria do risco criado determina que o Estado detém o dever de guarda e vigilância quando há a custódia de pessoa ou de um bem, como um interno em uma unidade prisional, sendo o Estado responsável pela saúde, integridade e a manutenção da dignidade humana em face da situação prisional. Segundo a teoria mencionada, trata-se de responsabilidade civil objetiva. Assim, em situação em que um preso comete suicídio, os familiares do preso, para serem indenizados, não precisarão provar eventual culpa/omissão da Administração Pública, já que a responsabilidade civil estatal pela integridade dos presidiários é objetiva em face dos riscos da atividade criada pelo próprio Estado.
II. As excludentes de responsabilidade admitidas pela teoria do risco administrativos são a culpa exclusiva da vítima, caso fortuito, fato de terceiro, força maior.
III. O caso fortuito é a hipótese em que o Estado não responderá pelo dano, pois por ser considerado inevitável, um fato da natureza, não teria como prevê-lo. Já a força maior enquadra-se na culpa de terceiro, que decorre de um prejuízo causado por um particular a outro, havendo a quebra do nexo causal.
IV. A teoria do risco integral é admitida como regra geral no que diz respeito a responsabilidade civil do Estado, e faz referência aos danos causados diretamente por omissão do Estado quando este deveria agir. Havendo dano ou prejuízo não há o que se falar em excludente da responsabilidade, e segundo a referida teoria o Estado responde de qualquer forma. Além de norma geral, pode ser aplicada em casos de acidentes nucleares, danos ambientais situações que envolvam material bélico

## É correto o que se afirma em
As alternativas II, III e IV estão incorretas
Apenas a alternativa IV está incorreta
As alternativas I e II estão corretas
Apenas as alternativas I e III estão corretas

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Questões resolvidas

Sobre a responsabilidade civil do Estado, assinale a alternativa incorreta.
No que diz respeito a teoria do risco criado não há o que se falar em excludente de responsabilidade quando a Administração, que por meio de ato lícito apreende a coisa, gera algum dano a mesma enquanto detém sua custódia.
As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
A teoria do risco administrativo admite excludentes de responsabilidade apenas nas situações em que houver o rompimento do nexo de causalidade como, por exemplo, nas hipóteses de dano decorre de caso fortuito (prejuízo atrelado a pessoa estranha ao quadro funcional da administração) e força maior (fato imprevisível e incontrolável). Não é admitida, no entanto, a culpa exclusiva da vítima como causa de exclusão de responsabilidade pois o Estado deve sempre responder objetivamente pelo dano causado dentro do âmbito de suas funcionalidades
A teoria do risco social possui foco em uma ação lícita do Estado que acaba resultando em um dano refletido em toda a coletividade. De forma geral, não há o que se falar de responsabilização do Estado, tendo em vista que o ato praticado foi lícito e levando-se em consideração a prerrogativa da supremacia do interesse público perante o privado no que diz respeito ação que favorecerá a coletividade em detrimento de alguns particulares

Analise as afirmativas abaixo acerca da responsabilidade civil no âmbito da Administração Pública.
I. A teoria do risco criado determina que o Estado detém o dever de guarda e vigilância quando há a custódia de pessoa ou de um bem, como um interno em uma unidade prisional, sendo o Estado responsável pela saúde, integridade e a manutenção da dignidade humana em face da situação prisional. Segundo a teoria mencionada, trata-se de responsabilidade civil objetiva. Assim, em situação em que um preso comete suicídio, os familiares do preso, para serem indenizados, não precisarão provar eventual culpa/omissão da Administração Pública, já que a responsabilidade civil estatal pela integridade dos presidiários é objetiva em face dos riscos da atividade criada pelo próprio Estado.
II. As excludentes de responsabilidade admitidas pela teoria do risco administrativos são a culpa exclusiva da vítima, caso fortuito, fato de terceiro, força maior.
III. O caso fortuito é a hipótese em que o Estado não responderá pelo dano, pois por ser considerado inevitável, um fato da natureza, não teria como prevê-lo. Já a força maior enquadra-se na culpa de terceiro, que decorre de um prejuízo causado por um particular a outro, havendo a quebra do nexo causal.
IV. A teoria do risco integral é admitida como regra geral no que diz respeito a responsabilidade civil do Estado, e faz referência aos danos causados diretamente por omissão do Estado quando este deveria agir. Havendo dano ou prejuízo não há o que se falar em excludente da responsabilidade, e segundo a referida teoria o Estado responde de qualquer forma. Além de norma geral, pode ser aplicada em casos de acidentes nucleares, danos ambientais situações que envolvam material bélico

## É correto o que se afirma em
As alternativas II, III e IV estão incorretas
Apenas a alternativa IV está incorreta
As alternativas I e II estão corretas
Apenas as alternativas I e III estão corretas

Prévia do material em texto

Iniciado em terça-feira, 27 mai. 2025, 08:59
Estado Finalizada
Concluída em quinta-feira, 29 mai. 2025, 08:21
Tempo
empregado
1 dia 23 horas
Avaliar 8,00 de um máximo de 10,00(80%)
Questão 1
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
O recurso administrativo é uma das formas de controle da Administração Pública, e são os meios que os administrados pode utilizar para
provocar o reexame de decisão proferida no âmbito administrativo.
Acerca do tema, leia as assertivas abaixo.
 
I. De forma excepcional, o poder judiciário poderá intervir em decisões de mérito, desde que observados os critérios de razoabilidade e
proporcionalidade.
II. O prazo decadencial não é um instituto que decai sob a anulação ou revogação de ato viciado, pois a qualquer momento, sem limite temporal,
a Administração Pública poderá rever seus atos por força da autotutela.
III. Os recusos administrativos podem gerar efeitos suspensivos, devolutivos e de impedimento de formação da coisa julgada. No caso dos efeitos
suspensivos, esses deverão observar estritamente a previsão legal, enquanto os devolutivos relacionam-se ao envio do recurso para autoridade
competente superior a que proferiu a decisão impugnada.
IV. O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em cinco anos,
contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé. 
A sequência correta é:
Escolha uma opção:
Apenas as assertivas I e IV estão corretas
Apenas as assertivas I e II estão incorretas
Apenas as assertivas III e IV estão corretas
As assertivas I, III e IV estão corretas ✓
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: As assertivas I, III e IV estão corretas
Questão 2
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Questão 3
Incorreto
Atingiu 0,00 de 1,00
Recurso Administrativo é a petição apresentada por particular com intenção de pleitear uma nova análise (ou reapreciação) de uma decisão
tomada pela Administração Pública no âmbito de um processo administrativo.
Acerca do tema, assinale V para VERDADEIRO e F para falso
( ) Os recursos nunca terão efeitos suspensivos, pois não há previsão legal em nosso ordenamento para tal efeito.
(  ) Os recursos serão sempre interpostos diretamente a orgão diverso daquele que expediu a decisão, respeitando assim a hierarquia presente
no quadro funcional da Administração.
( )   Os processos administrativos de que resultem sanções poderão ser revistos, a qualquer tempo, a pedido ou de ofício, mesmo sem o
surgimento de fatos novos ou circunstâncias relevantes suscetíveis de justificar a inadequação da sanção aplicada.
(  ) A Administração deve anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou
oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
Está correta a sequência:
Escolha uma opção:
V, F, V, e V
F, F, F e F
V, V, V e F
F, F, F e V ✓
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: F, F, F e V
Analise os itens abaixo e assinale a alternativa correta.
 I - A nova redação continua possibilitando a caracterização de improbidade por desobediência a princípios da Administração Pública, porém
específica em quais casos poderá haver o enquadramento.
II -  Anteriormente, para caracterização do ato de improbidade, não era necessário prejuízo ao erário ou enriquecimento ilícito do agente, bastava
que fosse demonstrada a violação a um princípio administrativo constitucional.
III – A nova lei de improbidade permite que as penas aplicadas por outras esferas sejam compensadas com as sanções aplicadas nas ações de
improbidade administrativa. Pela legislação atual, são esferas independentes
Escolha uma opção:
Apenas o item III está incorreto ×
Todos os itens estão incorretos
Apenas o item II está incorreto
Todos os itens estão corretos
Sua resposta está incorreta.
A resposta correta é: Todos os itens estão corretos
Questão 4
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
“A noção de responsabilidade implica a ideia de resposta, termo que, por sua vez, deriva do vocábulo verbal latino respondere, com o sentido
de responder, replicar.
De fato, quando o Direito trata da responsabilidade, induz de imediato a circunstância de que alguém, o responsável, deve responder perante
a ordem jurídica em virtude de algum fato precedente.
Esses dois pontos – o fato e a sua imputabilidade a alguém – constituem pressupostos inafastáveis do instituto da responsabilidade. De um
lado, a ocorrência do fato é indispensável, seja ele de caráter comissivo ou omissivo, por ser ele o verdadeiro gerador dessa situação jurídica.
Não pode haver responsabilidade sem que haja um elemento impulsionador prévio. De outro, é necessário que o indivíduo a que se impute
responsabilidade tenha a aptidão jurídica de efetivamente responder perante a ordem jurídica pela ocorrência do fato.”
Manual de direito administrativo / José dos Santos Carvalho Filho. – 32. ed. rev., atual. e ampl. – São Paulo: Atlas, 2018.
Sobre a responsabilidade civil do Estado, assinale a alternativa incorreta.
Escolha uma opção:
A teoria do risco administrativo admite excludentes de responsabilidade apenas nas situações em que houver o rompimento do nexo de
causalidade como, por exemplo, nas hipóteses de dano decorre de caso fortuito (prejuízo atrelado a pessoa estranha ao quadro funcional
da administração) e força maior (fato imprevisível e incontrolável). Não é admitida, no entanto, a culpa exclusiva da vítima como causa de
exclusão de responsabilidade pois o Estado deve sempre responder objetivamente pelo dano causado dentro do âmbito de suas
funcionalidades
✓
No que diz respeito a teoria do risco criado não há o que se falar em excludente de responsabilidade quando a Administração, que por meio de
ato lícito apreende a coisa, gera algum dano a mesma enquanto detém sua custódia.
A teoria do risco social possui foco em uma ação lícita do Estado que acaba resultando em um dano refletido em toda a coletividade. De forma
geral, não há o que se falar de responsabilização do Estado, tendo em vista que o ato praticado foi lícito e levando-se em consideração a
prerrogativa da supremacia do interesse público perante o privado no que diz respeito  ação que favorecerá a coletividade em detrimento de
alguns particulares
As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa
qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: A teoria do risco administrativo admite excludentes de responsabilidade apenas nas situações em que houver o rompimento do
nexo de causalidade como, por exemplo, nas hipóteses de dano decorre de caso fortuito (prejuízo atrelado a pessoa estranha ao quadro funcional da
administração) e força maior (fato imprevisível e incontrolável). Não é admitida, no entanto, a culpa exclusiva da vítima como causa de exclusão de
responsabilidade pois o Estado deve sempre responder objetivamente pelo dano causado dentro do âmbito de suas funcionalidades
Questão 5
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Analise as afirmativas abaixo acerca da responsabilidade civil no âmbito da Administração Pública.
I. A teoria do risco criado determina que o Estado detém o dever de guarda e vigilância quando há a custódia de pessoa ou de um bem, como
um interno em uma unidade prisional, sendo o Estado responsável pela saúde, integridade e a manutenção da dignidade humana em face da
situação prisional. Segundo a teoria mencionada, trata-se de responsabilidade civil objetiva. Assim, em situação em que um preso comete
suicídio,  os familiares do preso, para serem indenizados, não precisarão provar eventual culpa/omissão da Administração Pública, já que a
responsabilidade civil estatal pela integridade dos presidiários é objetiva em face dos riscos da atividade criada pelo próprio Estado.
II. As excludentes de responsabilidade admitidas pela teoria do risco administrativossão a culpa exclusiva da vítima, caso fortuito, fato de terceiro,
força maior.
III. O caso fortuito é a hipótese em que o Estado não responderá pelo dano, pois por ser considerado inevitável, um fato da natureza, não teria
como prevê-lo. Já a força maior enquadra-se na culpa de terceiro, que decorre de um prejuízo causado por um particular a outro, havendo a 
quebra do nexo causal.
IV. A teoria do risco integral é admitida como regra geral no que diz respeito a responsabilidade civil do Estado, e faz referência aos danos
causados diretamente por omissão do Estado quando este deveria agir. Havendo dano ou prejuízo  não há o que se falar em excludente da
responsabilidade, e segundo a referida teoria o  Estado responde de qualquer forma. Além de norma geral, pode ser aplicada em casos de
acidentes nucleares,  danos ambientais situações que envolvam  material bélico
É correto o que se afirma em
Escolha uma opção:
Apenas a alternativa IV está incorreta
As alternativas I e II estão corretas ✓
As alternativas II, III e IV estão incorretas
Apenas as alternativas I e III estão corretas
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: As alternativas I e II estão corretas
Questão 6
Incorreto
Atingiu 0,00 de 1,00
Questão 7
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
No que tange a possibilidade de celebração de acordo prevista na nova lei de improbidade administrativa, analise os itens abaixo e assinale a
alternativa correta:
I - A celebração do acordo deve levar em consideração a personalidade do agente e a natureza, circunstância, gravidade e repercussão social do ato
de improbidade praticado.
II – Para a celebração do acordo é necessário o ressarcimento integral do dano e reversão da vantagem indevida obtida.
III – O acordo somente pode ser celebrado se o ato de improbidade administrativa por culposo.
Escolha uma opção:
Todos os itens estão corretos
Apenas o item I e II está correto
Apenas o item I está correto ×
Todos os itens estão incorretos
Sua resposta está incorreta.
A resposta correta é: Apenas o item I e II está correto
Sobre a teoria do risco administrativo, assinale V caso a afirmativa seja VERDADEIRA e F caso seja FALSA.
( ) Conforme a teoria do risco administrativo,  deve ser atribuída ao Estado a responsabilidade pelo risco criado por sua atividade administrativa,
independente de dolo ou culpa, devendo observar apenas o nexo de causalidade entre a conduta e o dano.
(   )  O particular poderá, a sua escolha, ingressar com ação de indenização diretamente em face do agente público em exercício ou demandar
diretamente ao Estado.
(   )  O direito de regresso, instituto importante da responsabilidade civil do Estado, é o direito de ser ressarcido de um prejuízo causado por terceiro
em juízo.
(   )  O particular não poderá demandar em face do agente público, pois este responderá de forma subjetiva, sendo necessário comprovar dolo ou
culpa em sua conduta em ação de regressa promovida pelo Estado
Escolha uma opção:
F, F, V e V
V, F, F e F
V, F, V e V ✓
V, V, V e F
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: V, F, V e V
https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito
https://pt.wikipedia.org/wiki/Preju%C3%ADzo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ju%C3%ADzo
Questão 8
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Questão 9
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
“Art. 37, §6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus
agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.”
Constituição da República Federativa do Brasil, de 05.10.1988. Brasília, 1988. Disponível em:
A Constituição Federal adotou em seu Art. 37, §6º a responsabilidade objetiva  fundada na teoria do risco administrativo e a responsabilidade
subjetiva dos agentes públicos. Acerca das teorias da responsabilização da Administração Pública, julgue as assertivas abaixo.
I. A responsabilidade do Estado pelos danos causados por seus agentes é objetiva.
II. Configurará hipótese de responsabilização objetiva do Estado se um detento vier a falecer dentro da cela de uma unidade penintenciária, por
conta de negligência de guardas prisionais.
III. As pessoas jurídicas de direito público somente responderão pelos danos de seus agentes quando houver a devida comprovação de dolo ou
culpa dos mesmos.
IV. As entidades jurídicas de direito privado que prestam serviço público responderão objetivamente pelos danos causados a terceiros por seus
agentes.
Está correta a sequência:
Escolha uma opção:
Estão corretas as assertivas I, II e III
As assertivas I, II, III e IV estão corretas
Estão incorretas as assertivas II e III
Apenas a assertiva III está incorreta ✓
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Apenas a assertiva III está incorreta
Assinale abaixo a alternativa que apresenta uma excludente de responsabilidade do Estado
Escolha uma opção:
Indenização paga por outrem
Dolo do Estado
Culpa concorrente da vítima
Caso fortuito ✓
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Caso fortuito
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao
Questão 10
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Mário é servidor efetivo de um Estado Y, e por conta de suas atividades rotineiras, utiliza um carro da repartição todos os dias para realizar as
atividades inerentes à sua função. Em um momento de distração com a troca de música em seu rádio, acaba se envolvendo em acidente de
trânsito por sua própria culpa, atingindo e ferindo Joana que, atravessava a rua na faixa de segurança, a caminho de seu trabalho. Por conta
do acidente, Joana  teve que realizar diversas cirurgias além do repouso absoluto por três meses, causando prejuízos financeiros a vítima.
Considerando a situação acima e seu entendimento sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Escolha uma opção:
Joana poderá ajuizar ação de indenização de danos morais em face do Estado Y ou de Mário, conforme achar conveniente, pois ambos são
igualmente responsáveis
Joana poderá ajuizar ação em face do Estado Y em razão da responsabilidade subjetiva do Estado,  já que em relação a Mário, agente público
em serviço,  a responsabilidade será objetiva e independerá de comprovação de dolo ou culpa
Joana poderá ajuizar ação apenas em face do Estado Y em razão da responsabilidade objetiva do Estado,  já que em relação a Mário,
agente público em serviço, o Estado terá direito regresso por se tratar de responsabilidade subjetiva que dependerá da comprovação de
dolo ou culpa
✓
Joana poderá demandar apenas contra Mário, pois este, enquanto agente público, tem responsabilidade objetiva e sua culpa será presumida
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Joana poderá ajuizar ação apenas em face do Estado Y em razão da responsabilidade objetiva do Estado,  já que em relação a
Mário, agente público em serviço, o Estado terá direito regresso por se tratar de responsabilidade subjetiva que dependerá da comprovação de dolo
ou culpa

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