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Levando em consideração que muitos transtornos de personalidade necessitam de uma avaliação para a compreensão do funcionamento psicológico, eles se manifestam por alterações em pelo menos duas das seguintes áreas, exceto:
a. Cognição.
b. Afetividade.
c. Independência social.
d. Controle de impulsos.
e. Exames de neuroimagem.
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ano passado

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ano passado

Para responder a essa pergunta, precisamos entender quais áreas são comumente afetadas nos transtornos de personalidade. Geralmente, esses transtornos se manifestam em áreas como cognição, afetividade, controle de impulsos e, em alguns casos, na capacidade de se relacionar socialmente. Analisando as alternativas: a) Cognição - Esta área é frequentemente afetada em transtornos de personalidade. b) Afetividade - Também é uma área que costuma ser alterada. c) Independência social - Relaciona-se com a capacidade de se relacionar e interagir socialmente, que pode ser afetada. d) Controle de impulsos - É uma área que frequentemente apresenta alterações em transtornos de personalidade. e) Exames de neuroimagem - Esta opção não é uma área de funcionamento psicológico, mas sim uma ferramenta de avaliação. Portanto, a alternativa que não se manifesta como alteração em transtornos de personalidade é: e) Exames de neuroimagem.

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Dona Rosa, 68 anos, costureira, escolaridade de 1 a 4 anos (Primário), procurou o Ambulatório de Geriatria e Gerontologia da FMJ devido as quedas frequentes. Foi encaminhada para av. neuropsi pelo geriatra do ambulatório. A paciente sempre foi muito ativa. Não dirige, mas fazia tudo de ônibus: banco, mercado, compras no centro da cidade. Trabalhou a vida inteira como costureira, profissão que deixou de exercer há apenas 3 meses. Cuida dos netos (5 e 7 anos) meio período: dá o almoço e eles vão para a escola. Não se queixa de tonturas. Relata que “quando percebe, já está no chão” (sic). Nega desmaios e vertigens. Não se sente esquecida. Não sente desânimo, tristeza ou melancolia. É animada para os afazeres domésticos. A filha, que acompanhou a mãe durante a avaliação, relata que há 3 meses a paciente “está mais lenta” (sic): leva mais tempo para fazer o almoço; relatou que os meninos já chegaram atrasados no colégio devido o atraso no almoço. A paciente sempre foi organizada e nunca foi de atrasar nada. Relatou também que parece que a paciente “desistiu de costurar; até parece que a mãe não sabe como costurar; parece que esqueceu” (sic). Quando questionada sobre a costura, descreve com exatidão com fazer e desenvolver o trabalho. Mas não quer mais costurar. Levando em conta apenas as queixas (da paciente e da filha) e os sintomas apresentados (apraxia), qual a hipótese diagnóstica?

a.
Doença de Alzheimer, devido ao início abrupto do quadro.

b.
Transtorno depressivo maior, devido a paciente apresentar lentidão psicomotora (demora para fazer o almoço).

c.
Acidentes isquêmicos, devido as quedas frequentes, início abrupto e sintomas apráxicos.

d.
Não considero sintomas de senilidade, porque esse quadro é próprio do envelhecimento.

e.
Síndrome Wernicke-Korsakoff, devido aos sintomas da doença.

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