Logo Passei Direto
Buscar

Outros

Outros
Com base nesse histórico, qual foi uma crítica recorrente às campanhas nacionais de alfabetização promovidas no período citado?
A A ausência total de ações voltadas à educação no meio rural.
B A fragmentação e falta de continuidade dificultam a consolidação de uma política pública estável.
C A substituição das campanhas por políticas públicas permanentes de imediato.
D A ênfase no ensino de ciências naturais, sem abordar conteúdos de alfabetização.
E A eliminação do analfabetismo em regiões atendidas por essas campanhas.
User badge image
CuriosidadesGerais

ano passado

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

ano passado

Para responder à pergunta sobre as críticas recorrentes às campanhas nacionais de alfabetização, vamos analisar cada alternativa: A) A ausência total de ações voltadas à educação no meio rural. - Essa crítica pode ser válida, mas não é a mais recorrente em termos de campanhas de alfabetização. B) A fragmentação e falta de continuidade dificultam a consolidação de uma política pública estável. - Essa é uma crítica comum, pois muitas campanhas de alfabetização foram pontuais e não se sustentaram ao longo do tempo, dificultando a efetividade. C) A substituição das campanhas por políticas públicas permanentes de imediato. - Essa crítica não é recorrente, pois as campanhas muitas vezes não foram substituídas por políticas permanentes. D) A ênfase no ensino de ciências naturais, sem abordar conteúdos de alfabetização. - Essa crítica não é a mais comum, já que o foco das campanhas era a alfabetização. E) A eliminação do analfabetismo em regiões atendidas por essas campanhas. - Embora essa seja uma meta, a crítica geralmente é que o analfabetismo não foi eliminado, e não que foi eliminado. A alternativa que melhor representa uma crítica recorrente às campanhas nacionais de alfabetização é: B) A fragmentação e falta de continuidade dificultam a consolidação de uma política pública estável.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Em uma sociedade predominantemente grafocêntrica, onde o código escrito ocupa posição privilegiada, um problema a ser enfrentado é o não acesso igualitário ao domínio da leitura e da escrita. As raízes da negação a esse direito são de ordem histórico-social, na medida em que, no Brasil, o caráter subalterno atribuído pelas elites dirigentes à educação escolar de negros escravizados, índios reduzidos, caboclos migrantes e trabalhadores braçais, entre outros, impediu-os da plena cidadania, de modo que os descendentes desses grupos ainda hoje sofrem as consequências dessa realidade histórica. Assim, de acordo com a maturação das estratégias do EJA como um processo de cidadania, podemos afirmar que o EJA tem uma função:
Reparadora, pela qual reconhece a dívida social histórica e se posiciona como mecanismo não só de entrada dos sujeitos no circuito dos direitos civis pela restauração de um direito negado (o direito a uma escola de qualidade), mas também como reconhecimento daquela igualdade ontológica de todo e qualquer ser humano.
Equalizadora, dado o seu papel de transformar os educandos dessa modalidade em sujeitos que possam retornar ao ensino regular em condições de igualdade de aprendizagem com os demais sujeitos.
Qualificadora, pela qual possibilita ao sujeito o aprendizaje e a apropriação do código escrito: ferramenta que o qualifica como trabalhador produtivo e inserido na sociedade.
Social, que possibilita a inserção das pessoas a quem foram negados os direitos elementares de acesso à educação básica.
Econômica, para permitir uma melhoria da qualidade de vida e buscar empregos melhores.

Mais conteúdos dessa disciplina