Ed
ano passado
Para responder à pergunta sobre as críticas recorrentes às campanhas nacionais de alfabetização, vamos analisar cada alternativa: A) A ausência total de ações voltadas à educação no meio rural. - Essa crítica pode ser válida, mas não é a mais recorrente em termos de campanhas de alfabetização. B) A fragmentação e falta de continuidade dificultam a consolidação de uma política pública estável. - Essa é uma crítica comum, pois muitas campanhas de alfabetização foram pontuais e não se sustentaram ao longo do tempo, dificultando a efetividade. C) A substituição das campanhas por políticas públicas permanentes de imediato. - Essa crítica não é recorrente, pois as campanhas muitas vezes não foram substituídas por políticas permanentes. D) A ênfase no ensino de ciências naturais, sem abordar conteúdos de alfabetização. - Essa crítica não é a mais comum, já que o foco das campanhas era a alfabetização. E) A eliminação do analfabetismo em regiões atendidas por essas campanhas. - Embora essa seja uma meta, a crítica geralmente é que o analfabetismo não foi eliminado, e não que foi eliminado. A alternativa que melhor representa uma crítica recorrente às campanhas nacionais de alfabetização é: B) A fragmentação e falta de continuidade dificultam a consolidação de uma política pública estável.
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