Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas uma a uma para encontrar a resposta correta: A) Uma coerência com as determinações das Diretrizes Curriculares Nacionais, que orientam a que a EJA seja o principal mecanismo de correção de fluxos da educação básica nesses casos. - Esta opção parece correta, pois a EJA realmente é vista como uma forma de atender a estudantes que não conseguiram concluir a educação básica. B) Um equívoco profundo, pois classes de aceleração e educação de jovens e adultos são categorias distintas na organização do trabalho pedagógico. - Embora as categorias sejam distintas, a afirmação não aborda diretamente a atitude dos gestores em relação à EJA. C) Uma compreensão adequada da legislação educacional brasileira sobre a EJA, na medida em que protege os educandos da exclusão, integrando-os ao sistema do Ensino Supletivo vigente. - Essa opção é um pouco confusa, pois a EJA não é exatamente o mesmo que o Ensino Supletivo. D) Um equívoco decorrente da falta de conhecimento da legislação educacional brasileira, que aponta que somente estudantes a partir de 21 anos deveriam ser matriculados na EJA. - Esta afirmação é incorreta, pois a EJA pode atender estudantes mais jovens, não apenas aqueles a partir de 21 anos. E) Um processo de falta de conhecimento sobre o EJA e sua História, afinal estamos em um momento de ampliação da demanda desta modalidade. - Essa opção sugere que a atitude dos gestores é resultado de um desconhecimento, mas não necessariamente reflete uma atitude negativa. Após analisar as alternativas, a que melhor se alinha com a ideia de que a EJA é um mecanismo de correção de fluxos na educação básica é a alternativa A. Portanto, a resposta correta é: A) Uma coerência com as determinações das Diretrizes Curriculares Nacionais, que orientam a que a EJA seja o principal mecanismo de correção de fluxos da educação básica nesses casos.
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