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JAN, 19 anos, gestante com Idade Gestacional aproximada de 13 semanas, possui VDRL positivo para Treponema Pallidum, sem registro de tratamento anterior, JAN nega ter sido diagnosticada anteriormente. Sobre a notificação dessa doença, é correto afirmar que deve ser notificada como a alicêncina na medicina.
A) sifilis adquirida em até 24 horas.
B) toxoplasmose gestacional em relatório semanal.
C) doença de chagas crônica em até 24 horas.
D) sifilis em gestante em relatório semanal.
E) toxoplasmose gestacional em até 24 horas.
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Perguntas sobre Epidemiologia

ano passado

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ano passado

Para responder a essa questão, precisamos considerar as diretrizes de notificação de doenças em gestantes, especialmente no caso da sífilis. Analisando as alternativas: A) sífilis adquirida em até 24 horas - Esta opção se refere à sífilis em geral, mas não especificamente à sífilis em gestantes. B) toxoplasmose gestacional em relatório semanal - A toxoplasmose é uma infecção que deve ser monitorada, mas a notificação não é feita em até 24 horas. C) doença de chagas crônica em até 24 horas - A doença de Chagas não se aplica ao contexto da gestante com sífilis. D) sífilis em gestante em relatório semanal - Esta opção está correta, pois a sífilis em gestantes deve ser notificada em relatórios semanais, conforme as diretrizes de saúde pública. E) toxoplasmose gestacional em até 24 horas - Novamente, a toxoplasmose não é notificada dessa forma. Portanto, a alternativa correta é: D) sífilis em gestante em relatório semanal.

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São exemplos de medidas para avaliação do tratamento em epidemiologia clínica:
A a redução do risco relativo – RRR, a redução do risco absoluto – RRA, o número necessário para tratar – NNT.
B a mortalidade, a letalidade, a incidência.
C o prognóstico, a taxa de sobrevida em 5 anos, recorrência.
D a mortalidade, o prognóstico, o número necessário para tratar – NNT.
E a redução do risco relativo – RRR, a redução da taxa de sobrevida – RTS, a redução do tempo de interstício – RTI.

Para situações de investigação clínica em que é estabelecido que não é possível a realização de estudos experimentais por questões éticas, a análise de causa e risco na epidemiologia deve ser realizada por meio de
A ensaios clínicos randomizados.
B estudos transversais.
C ensaios comunitários.
D ensaios críticos.
E estudos de coorte.

No estudo da epidemiologia clínica, entende-se como associações reversíveis:
A situações em que o potencial fator de risco é retirado e há aumento na incidência do evento. O fator de risco é então revertido a fator de proteção.
B após retirada de fator de risco há redução de incidência de um evento – há redução do evento com a redução da exposição, o que é sugestivo de causalidade, que deve ser investigada em estudos complementares.
C após retirada de fator de risco há redução de incidência de um evento, então há redução do evento com a redução da exposição, estabelecendo-se inferência causal do fator de risco estudado, compatível com evidência de estudos clínicos.
D situações em que o potencial fator de risco é retirado e há redução na incidência do evento. O fator de risco é então considerado fator causador do evento, consistente com evidências do tipo I.
E após observação de fator de risco há aumento de incidência de um evento, estabelecendo-se inferência causal do fator de risco estudado como o evento de desfecho observado.

Sobre o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), os percentuais de investimento financeiro dos municípios, estados e União são definidos atualmente pela Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012, resultante da sanção presidencial da Emenda Constitucional 29. Sobre o financiamento previsto em tal legislação, é correto afirmar que
A) a União destina 20% das receitas correntes brutas para a saúde pública brasileira, o que foi consolidado com a sanção da Lei Complementar nº 141.
B) municípios e Distrito Federal devem aplicar anualmente, no mínimo, 30% da arrecadação dos impostos em ações e serviços públicos de saúde, os estados 35% e a União 20%.
C) municípios e Distrito Federal devem aplicar anualmente, no mínimo, 15% da arrecadação dos impostos em ações e serviços públicos de saúde cabendo aos estados 12%. A União aplica no mínimo o valor empenhado no exercício financeiro anterior, acrescido do percentual relativo à variação do Produto Interno Bruto (PIB) do ano antecedente ao da lei orçamentária anual.
D) municípios e Distrito Federal devem aplicar, anualmente, no mínimo, 30% da arrecadação dos impostos em ações e serviços públicos de saúde cabendo aos estados 40%. A União aplica o valor empenhado no exercício financeiro anterior, acrescido do percentual relativo à variação da inflação.
E) municípios e Distrito Federal devem aplicar anualmente, no máximo, 20% da arrecadação dos impostos em ações e serviços públicos de saúde cabendo o máximo de 30% aos estados. A União aplica o valor empenhado no exercício financeiro anterior, acrescido do percentual relativo à variação da inflação.

Sobre os níveis de atenção no Sistema Único de Saúde – SUS, é correto afirmar que:
a) são divididos entre Atenção básica e atenção hospitalar. Na atenção básica, atuam profissionais generalistas e, na hospitalar, profissionais especialistas.
b) na perspectiva hierárquica da atenção à saúde, o nível secundário envolve atividades e profissionais especializados ou equipamentos especializados, que são voltados à necessidades específicas da população.
c) a atenção terciária é oferecida exclusivamente em hospitais terciários que realizam transplantes.
d) a maior parte dos problemas de saúde da população deve ser manejada em serviços secundários, especializados, que oferecem à população um acolhimento específico às suas necessidades.
e) são representados por uma pirâmide, na qual a base é a atenção terciária, mais complexa, no intermédio encontramos a atenção secundária, especializada, e no topo, e mais importante, a atenção primária.

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