Ed
ano passado
Para entender a especificidade clínica ou diagnóstica, precisamos analisar o que cada alternativa representa: (A) os resultados de sucessivas medições de um mesmo analito em condições operacionais inalteradas. - Isso se refere à repetibilidade, não à especificidade. (B) o percentual de resultados negativos obtidos quando o analito não está presente na amostra, reconhecendo a ausência de uma determinada doença ou condição. - Esta definição se alinha com o conceito de especificidade, pois mede a capacidade do teste de identificar corretamente a ausência do analito. (C) os resultados de sucessivas medições de um mesmo analito em condições operacionais distintas. - Isso se refere à reprodutibilidade, não à especificidade. (D) a capacidade de um método analítico determinar somente o analito frente a outras substâncias presentes nas amostras. - Isso se relaciona mais à seletividade do método, não especificamente à especificidade. (E) o percentual de resultados positivos obtidos quando o analito está presente na amostra, reconhecendo a presença de uma determinada doença ou condição. - Esta definição se refere à sensibilidade, não à especificidade. Portanto, a alternativa correta que define a especificidade clínica ou diagnóstica é: (B) o percentual de resultados negativos obtidos quando o analito não está presente na amostra, reconhecendo a ausência de uma determinada doença ou condição.
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