Ed
há 8 meses
Vamos analisar cada uma das opções apresentadas para entender qual delas melhor explica o padrão funcional observado no jovem atleta: 1. O tibial posterior é responsável pela rotação externa do joelho e sua fraqueza gera varismo. - Falsa. O tibial posterior é mais conhecido por sua função na supinação do pé e estabilização do arco, não pela rotação externa do joelho. 2. O padrão funcional é compatível com hipertrofia compensatória do quadríceps. - Falsa. A descrição do padrão de pronação excessiva e fraqueza do glúteo médio não sugere hipertrofia compensatória do quadríceps. 3. A fraqueza do glúteo médio favorece a queda pélvica e rotação medial do joelho. - Verdadeira. A fraqueza do glúteo médio pode levar à instabilidade na pelve, resultando em uma queda pélvica e rotação medial do joelho, o que se alinha com a descrição do padrão funcional observado. 4. O encurtamento de isquiotibiais reduz a mobilidade do tornozelo, favorecendo a pronação. - Falsa. Embora o encurtamento dos isquiotibiais possa afetar a mecânica do movimento, não é a principal causa da pronação excessiva. 5. A inclinação do tronco para o mesmo lado é típica de compensação por dorsiflexores fracos. - Falsa. A inclinação do tronco não é tipicamente atribuída a dorsiflexores fracos, mas sim a outras compensações posturais. Com base na análise, a opção que melhor explica o padrão funcional observado é: A fraqueza do glúteo médio favorece a queda pélvica e rotação medial do joelho.