Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação ao protocolo de confirmação de morte encefálica e os cuidados que devem ser tomados: A) Manter rigorosamente o suporte intensivo, participar ativamente do processo de diagnóstico da morte encefálica (incluindo preparo para exames clínicos e complementares), garantir acolhimento e esclarecimento à família junto à equipe multiprofissional, e notificar a Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos (CIHDOTT), respeitando a legislação vigente. - Esta alternativa está correta, pois descreve as ações adequadas que o enfermeiro deve tomar, incluindo suporte intensivo e comunicação com a família. B) Manter suporte hemodinâmico e ventilatório, garantir estabilidade clínica e acompanhar o processo diagnóstico conforme o protocolo de morte encefálica. - Embora essa alternativa também mencione a manutenção do suporte, não abrange a participação ativa no diagnóstico e a comunicação com a família, que são essenciais. C) Aguardar a comunicação da família para considerar o paciente em óbito e iniciar os trâmites legais. - Esta alternativa é incorreta, pois a morte encefálica deve ser confirmada por critérios clínicos e não pode ser considerada apenas pela comunicação da família. D) Iniciar a retirada dos equipamentos. - Esta alternativa é inadequada, pois a retirada dos equipamentos deve ocorrer somente após a confirmação da morte encefálica e seguindo os protocolos adequados. Portanto, a alternativa correta é: A) Manter rigorosamente o suporte intensivo, participar ativamente do processo de diagnóstico da morte encefálica (incluindo preparo para exames clínicos e complementares), garantir acolhimento e esclarecimento à família junto à equipe multiprofissional, e notificar a Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos (CIHDOTT), respeitando a legislação vigente.
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