Ed
há 11 meses
Para responder a essa pergunta, precisamos analisar as opções em relação à conceitualização da loucura como deficiência mental. a) As convenções internacionais sobre os direitos das pessoas com deficiência - Embora importantes, essas convenções não são a origem da conceitualização da loucura como deficiência mental. b) A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - Essa lei é um marco recente e não é a base histórica para a conceitualização da loucura. c) A teoria de Philippe Pinel - Pinel foi um dos primeiros a tratar a loucura de forma mais humanizada e a considerar aspectos mentais, mas não necessariamente a definiu como deficiência mental. d) As categorias organizadas no século XIX - Essa opção se refere ao período em que a loucura começou a ser classificada e entendida de maneira mais sistemática, o que se alinha com a ideia de deficiência mental. e) Os escritos dos filósofos Platão e Sócrates - Embora esses filósofos tenham discutido questões relacionadas à mente e à razão, não são diretamente responsáveis pela conceitualização da loucura como deficiência mental. Analisando as opções, a que melhor se encaixa na ideia de uma conceitualização da loucura como deficiência mental é: d) As categorias organizadas no século XIX.
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