Ed
há 3 meses
Vamos analisar as correspondências entre as colunas A e B: Coluna A: I. A interculturalidade crítica emerge nas discussões políticas mobilizadas a partir de movimentos sociais, e não no Estado ou na academia. II. A Proposta do artigo é um pensar e um agir pedagógicos embasados na humanização e descolonização. III. A partir dos escritos de Frantz Fanon e Paulo Freire, Walsh destaca o amor como aparato político e existencial, central para uma consciência dissidente e criativamente insurgente. IV. A interculturalidade crítica exige a compreensão da pedagogia como processo e prática sociopolíticos produtivos e transformadores. V. Atualmente, o reconhecimento da diversidade e a promoção de sua inclusão criam a ilusão de que o projeto hegemônico moderno–colonial está dissolvido. Coluna B: 1. Estes são assentados nas realidades, subjetividades, histórias e lutas das pessoas, vividas num mundo regido pela estrutura colonial. 2. Isso reitera o sentido contra-hegemônico da interculturalidade crítica e sua ação de transformação/criação. 3. Isso acontece através do discurso (neo)liberal multiculturalista. 4. Isto é, fundamentados em re-existir e re-viver como processos de re-criação. 5. Assim, ele pode intervir (e insurgir) tanto no interior como nas relações modernas/coloniais/neoliberais que mantêm a dominação e desumanização. Agora, vamos correlacionar cada item da Coluna A com os itens da Coluna B: I - A interculturalidade crítica emerge nas discussões políticas mobilizadas a partir de movimentos sociais, e não no Estado ou na academia. → 1. Estes são assentados nas realidades, subjetividades, histórias e lutas das pessoas, vividas num mundo regido pela estrutura colonial. II - A Proposta do artigo é um pensar e um agir pedagógicos embasados na humanização e descolonização. → 4. Isto é, fundamentados em re-existir e re-viver como processos de re-criação. III - A partir dos escritos de Frantz Fanon e Paulo Freire, Walsh destaca o amor como aparato político e existencial, central para uma consciência dissidente e criativamente insurgente. → 5. Assim, ele pode intervir (e insurgir) tanto no interior como nas relações modernas/coloniais/neoliberais que mantêm a dominação e desumanização. IV - A interculturalidade crítica exige a compreensão da pedagogia como processo e prática sociopolíticos produtivos e transformadores. → 2. Isso reitera o sentido contra-hegemônico da interculturalidade crítica e sua ação de transformação/criação. V - Atualmente, o reconhecimento da diversidade e a promoção de sua inclusão criam a ilusão de que o projeto hegemônico moderno–colonial está dissolvido. → 3. Isso acontece através do discurso (neo)liberal multiculturalista. Portanto, a sequência correta é: b. I-1, II-4, III-5, IV-2, V-3.
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