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O nível de letramento é determinado pela variedade de gêneros de textos escritos que a criança ou adulto reconhece.
A respeito da linguística aplicada no processo de alfabetização e letramento, julgue as afirmativas a seguir como V para as verdadeiras e F para as falsas.
1. ( ) Na aprendizagem de leitura e comunicação coexistem diferentes tipos textuais a serem analisados.
2. ( ) O desenvolvimento de diferentes habilidades discursivas e comunicativas permeia o ensino da linguagem escrita e falada, de modo a valorizar o conhecimento de mundo do discente.
3. ( ) Métodos dedutivos e indutivos participam da alfabetização e do letramento, sendo via sintética ou analítica.
4. ( ) O uso e a compreensão de diferentes tecnologias, como, por exemplo, as mídias sociais, não fazem parte das ferramentas de ensino comunicativo.
V, V, V, V.
F, V, V, V.
V, F, F, V.
V, V, V, F.
F, F, V, V.
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Portuguesando

há 6 meses

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há 6 meses

Vamos analisar cada uma das afirmativas sobre a linguística aplicada no processo de alfabetização e letramento: 1. ( ) Na aprendizagem de leitura e comunicação coexistem diferentes tipos textuais a serem analisados. É verdadeira (V). Na aprendizagem, é importante que diferentes gêneros textuais sejam explorados para que os alunos desenvolvam habilidades de leitura e compreensão. 2. ( ) O desenvolvimento de diferentes habilidades discursivas e comunicativas permeia o ensino da linguagem escrita e falada, de modo a valorizar o conhecimento de mundo do discente. É verdadeira (V). O ensino deve considerar as experiências e o conhecimento prévio dos alunos, promovendo o desenvolvimento de habilidades tanto na escrita quanto na fala. 3. ( ) Métodos dedutivos e indutivos participam da alfabetização e do letramento, sendo via sintética ou analítica. É verdadeira (V). Tanto os métodos dedutivos quanto indutivos são utilizados no ensino da leitura e escrita, podendo ser abordagens sintéticas (partindo do todo para as partes) ou analíticas (partindo das partes para o todo). 4. ( ) O uso e a compreensão de diferentes tecnologias, como, por exemplo, as mídias sociais, não fazem parte das ferramentas de ensino comunicativo. É falsa (F). O uso de tecnologias e mídias sociais é cada vez mais relevante no ensino comunicativo, pois elas fazem parte do cotidiano dos alunos e podem enriquecer o processo de aprendizagem. Portanto, a sequência correta é: V, V, V, F. A alternativa que apresenta essa sequência é: d) V, V, V, F.

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Das definições abaixo, qual melhor descreve as tendências analogistas e anomalistas, que perduraram nos estudos linguísticos desde a Grécia Antiga até a Idade Média?
Anomalistas (convenção): a linguagem é considerada regular, justamente por refletir a própria regularidade da natureza, sua origem está em princípios mutáveis que existem fora do próprio homem. Analogistas (natureza): consideram a irregularidade básica da linguagem como resultado de um tipo de “contrato” entre os membros da comunidade.
Anomalistas (natureza): a linguagem é considerada irregular pois sua origem está em princípios eternos e imutáveis de um contrato social. Analogistas (convenção): consideram também a irregularidade básica da linguagem, mas como resultado de um contrato social entre os membros de comunidades linguísticas diferentes.
Anomalistas (natureza): a linguagem é considerada irregular, justamente por refletir a própria irregularidade da natureza, sua origem está em princípios eternos e imutáveis fora do próprio homem. Analogistas (convenção): consideram a regularidade básica da linguagem como resultado de um tipo de contrato social entre os membros da comunidade.
Anomalistas (natureza):sua origem está em princípios imutáveis dentro do próprio homem. Analogistas (convenção): sua origem é a linguagem como resultado da mistura dos membros de uma mesma comunidade.
Anomalistas (convenção): a linguagem é o reflexo dos princípios eternos e mutáveis do homem. Analogistas (natureza): a regularidade básica da linguagem é resultado de um tipo de contrato social entre os membros da comunidade e a natureza.

Leia o texto abaixo sobre anomalistas e anomalistas, retirado de um manual de Linguística:
Assinale a alternativa correta sobre os analogistas e anomalistas.
Os anomalistas pensam a linguagem como reflexo dos princípios eternos e mutáveis do homem, semelhante aos analogistas, que viam a regularidade básica da linguagem como resultado de um tipo de contrato social entre os membros da comunidade e a natureza.
Os anomalistas buscam sua origem em princípios imutáveis dentro do próprio homem, já os analogistas pensam que a origem da linguagem é resultado da mistura dos membros de uma mesma comunidade.
Os anomalistas pensam a linguagem como regular, justamente por refletir a própria regularidade da natureza, sua origem está em princípios mutáveis que existem fora do próprio homem. Analogistas (natureza): consideram a irregularidade básica da linguagem como resultado de um tipo de “contrato” entre os membros da comunidade.
Os anomalistas eram movidos pela natureza e os analogistas, pela convenção. Isso significa que a linguagem é considerada irregular e sua origem está em princípios eternos e imutáveis fora do próprio homem, para os primeiros. Já para os segundos, havia uma regularidade básica da linguagem como resultado de um acordo entre os falantes.
Anomalistas eram movidos pela convenção e os analogistas, pela natureza. Isso significa que a linguagem é considerada irregular e sua origem está em princípios eternos e imutáveis fora do próprio homem, para os primeiros. Já para os segundos, havia uma regularidade básica da linguagem como resultado de um acordo entre os falantes.

A Gramática de Port-Royal foi publicada em 1660, por Claude Lancelot e Antoine Arnauld.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente à Gramática de Port-Royal.
A Gramática de Port-Royal foi publicada em 1660, por Claude Lancelot e Antoine Arnauld. Eles criaram uma gramática particular (conhecido como particularismo de Port Royal) e se ocuparam da exposição de uma teoria particular de gramática. Sua premissa é a de que diferentes idiomas são casos particulares de um único sistema lógico e universal.
A Gramática de Port-Royal foi publicada em 1660, por Claude Lancelot e Antoine Arnauld. Eles criaram uma gramática geral (conhecido como gerativismo de Port Royal) e se ocuparam da exposição de uma teoria geral de gramática. Sua premissa é a de que diferentes idiomas são casos gerais de um único sistema lógico e universal.
A Gramática de Port-Royal foi publicada em 1660, por Claude Lancelot e Antoine Arnauld. Eles criaram uma gramática geral (conhecido como universalismo de Port Royal) e se ocuparam da exposição de uma teoria geral de gramática. Sua premissa é a de que diferentes idiomas são casos gerais de um único sistema lógico e universal.
A Gramática de Port-Royal foi publicada em 1660, por Claude Lancelot e Antoine Arnauld. Eles criaram uma gramática geral (conhecido como universalismo de Port Royal) e se ocuparam da exposição de uma teoria geral de gramática através de línguas como latim e o francês. Sua premissa é a de que diferentes idiomas são casos particulares de um único sistema lógico e universal.

A frase acima, de Barbara Weedwood, descreve corretamente qual pensamento linguístico?
“Todas as línguas mudam no curso do tempo. Os registros escritos deixam claro que o português do século XV é diferente, de maneira bastante notável, do português do século XXI, tal como o francês ou alemão do século XV é diferente do que se fala hoje”.
O movimento histórico-comparativista, que se desenvolveu no século XX na Europa, com destaque para os nomes de Franz Bopp e Friedrich von Schlegel, August von Schleicher, que defendiam a ideia, cada qual à sua maneira, da construção de uma árvore genealógica das línguas gregas e latinas.
O movimento histórico-comparativista, que se desenvolveu no século XIX na Europa, com destaque para os nomes de William Jones, Friedrich von Schlegel, August von Schleicher, que defendiam a ideia, cada qual à sua maneira, das semelhanças linguísticas entre as línguas analisadas.
O movimento histórico-comparativista, que se desenvolveu no século XIX na Europa, com destaque para os nomes de Friedrich von Schlegel, August von Schleicher e Jacob Grimm, que defendiam a ideia, cada qual à sua maneira, das semelhanças entre as línguas por meio da Lei das Palatais.
O movimento histórico-comparativista, que se desenvolveu no século XIX na Europa, com destaque para os nomes de August von Schleicher e Franz Bopp, que defendiam a ideia, cada qual à sua maneira, das semelhanças entre as línguas nas estruturas formalistas.
O movimento histórico-comparativista, que se desenvolveu no século XX na Europa, com destaque para os nomes de William Jones, Friedrich von Schlegel, August von Schleicher, que defendiam a ideia, cada qual à sua maneira, das semelhanças e falta de proximidade fonológica entre as línguas.

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