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Durante o governo de Getúlio Vargas, o Brasil passou por um processo de industrialização com forte presença do Estado. Empresas foram criadas para explorar recursos estratégicos, como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Petrobras, refletindo uma política de nacionalismo econômico. Já no governo de Juscelino Kubitschek, com o Plano de Metas, o foco foi o crescimento acelerado com forte abertura do capital. A industrialização avançou e é possível afirmar que ambos os governos contribuíram para a modernização do território brasileiro, mas com modelos distintos de planejamento e organização territorial
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Alisson Vercalter Alisson

há 3 meses

Respostas

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Ed Verified user icon

há 3 meses

Durante o governo de Getúlio Vargas, a industrialização brasileira foi marcada pela forte intervenção do Estado na economia, com a criação de empresas estatais como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Petrobras. Essa abordagem refletia um nacionalismo econômico, buscando a autossuficiência e o controle dos recursos estratégicos. Já no governo de Juscelino Kubitschek, o Plano de Metas priorizou o crescimento acelerado e a modernização, com uma abertura maior para o capital privado e investimentos estrangeiros. A proposta de "cinquenta anos em cinco" visava acelerar a industrialização e a infraestrutura do país. Ambos os governos contribuíram para a modernização do Brasil, mas com enfoques diferentes: Vargas focou na intervenção estatal e na proteção da indústria nacional, enquanto Kubitschek apostou na expansão e na integração com o capital privado e estrangeiro.

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