Logo Passei Direto
Buscar

Medicina

Outros
Na consulta com Joana, o médico opta por não solicitar exames de imagem, orienta sobre o quadro benigno, indica repouso relativo, atividade física gradual e revisita os sintomas em 2 semanas.
Essa conduta é exemplo de:
a. Baixa resolutividade da APS, pois gerou retorno sem resolver e descobrir o problema.
b. Falta de empatia com o sofrimento do paciente, ignorando sua necessidade por exame.
c. Boa condução do raciocínio clínico com prática de prevenção quaternária, protegendo a paciente de intervenções desnecessárias.
d. Atendimento superficial, pois não oferece exames diagnósticos essenciais ao caso.
User badge image
Testando o Conhecimento

há 9 meses

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 9 meses

Vamos analisar as alternativas uma a uma: a) Baixa resolutividade da APS, pois gerou retorno sem resolver e descobrir o problema. - Essa opção sugere que a conduta do médico não foi eficaz, mas a decisão de não solicitar exames pode ser justificada se o quadro for benigno. b) Falta de empatia com o sofrimento do paciente, ignorando sua necessidade por exame. - Essa opção implica que o médico não considerou as preocupações da paciente, mas a conduta pode ser baseada em uma avaliação clínica que não requer exames. c) Boa condução do raciocínio clínico com prática de prevenção quaternária, protegendo a paciente de intervenções desnecessárias. - Essa opção reflete uma abordagem cuidadosa, evitando exames desnecessários e focando na observação e acompanhamento. d) Atendimento superficial, pois não oferece exames diagnósticos essenciais ao caso. - Essa opção sugere que o médico não fez o suficiente, mas se o quadro é benigno, exames podem não ser necessários. A alternativa que melhor descreve a conduta do médico, considerando a prática de prevenção quaternária e a proteção da paciente de intervenções desnecessárias, é: c) Boa condução do raciocínio clínico com prática de prevenção quaternária, protegendo a paciente de intervenções desnecessárias.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Mais perguntas desse material

Considere os seguintes nomogramas com as probabilidade pré-teste e pós-testes diante de uma manobra de lasegue positiva e negativa em dois cenários diferentes: Cenário 1: Probabilidade de radiculopatia na APS Cenário 2: Probabilidade de radiculopatia em um ambulatório de cirurgia de coluna A manobra de Lasègue tem uma razão de verossimilhança positiva (LR+) de 3,2 e negativa (LR−) de 0,4. Considere dois cenários possíveis para Joana: 1. APS: primeira consulta com história de lombalgia inespecífica e exame físico com a manobra de Lasègue negativa. 2. Ambulatório de coluna: primeira consulta por uma queixa de lombalgia, mesma história e mesmo exame físico.
Com base nos conceitos de probabilidade pré-teste, pós-teste e raciocínio clínico, qual afirmação é correta?
a. Se Joana tivesse sido atendida primeiramente no ambulatório de coluna, com a mesma queixa e exame físico, lombalgia inespecífica não mais seria um diagnóstico relevante a ser considerado.
b. Uma lombalgia inespecífica atendida no ambulatório especializado aumenta o risco de sobrediagnóstico, pois um Lasègue negativo mantém probabilidade pós-teste moderada de 9%.
c. A probabilidade pós-teste de 14% após um Lasègue positivo na APS significa um diagnóstico de hérnia de disco e pronto encaminhamento ao ambulatório de cirurgia de coluna.
d. A decisão de encaminhar Joana para a ortopedia será baseada no valor de likelihood ratio positivo de 3,2 da manobra de Lasègue, uma vez que a probabilidade de cirurgia de coluna aumentou em 9%.

Durante a avaliação da dor lombar de Joana, o médico realizou a manobra de Lasègue, que foi negativa. Para decidir se a dor poderia estar associada a uma radiculopatia lombossacra, ele relembra os achados de um estudo clínico que comparou a manobra com a ressonância magnética (RM).

Com base nesses dados, os cálculos são:
Sensibilidade = 64 / (64 + 36) = 64%
Especificidade = 80 / (80 + 20) = 80%
LR+ = 0,64 / (1 − 0,80) = 0,64 / 0,20 = 3,2
LR− = (1 − 0,64) / 0,80 = 0,36 / 0,80 = 0,45
VPP = 64 / (64 + 20) = 64 / 84 ≈ 76,2%
VPN = 80 / (80 + 36) = 80 / 116 ≈ 69,0%
Com base nesses dados, qual das interpretações abaixo melhor representa a utilidade clínica da manobra de Lasègue no caso de Joana?
a. O valor de LR− de 0,45 indica que, com a manobra negativa, a probabilidade de radiculopatia na Joana diminui, considerando um cenário de baixa probabilidade para radiculopatia.
b. A especificidade de 80% mostra que o teste é fraco, já que 20% dos saudáveis ainda têm o teste positivo, o que torna a manobra irrelevante para a tomada de decisão clínica de Joana.
c. O valor de LR+ de 3,2 indica que, caso a manobra fosse positiva, a chance de radiculopatia aumentaria em 32%, o que comprovaria a necessidade imediata de uma ressonância, independentemente da prevalência.
d. A sensibilidade de 64% significa que o teste erra mais do que acerta nos casos com a doença, portanto, o resultado negativo em Joana não contribui significativamente para afastar o diagnóstico.

Mais conteúdos dessa disciplina