Ed
há 3 semanas
Vamos analisar as alternativas apresentadas para a questão sobre o controle de qualidade microbiológico e a avaliação do potencial irritante ocular de um colírio lubrificante. a) Iniciar com métodos in vitro validados, como modelos de epitélio corneano humano reconstruído (por exemplo, OECD TG 492), recorrendo a ensaio em animais apenas se os resultados forem inconclusivos. - Esta opção está alinhada com os princípios 3Rs, priorizando métodos in vitro antes de recorrer a testes em animais. b) Utilizar apenas o teste clássico de Draize em coelhos, pois ainda é o único método aceito para avaliação de irritação ocular em produtos farmacêuticos. - Esta opção não é a mais adequada, pois o teste de Draize é considerado menos ético e existem alternativas mais modernas. c) Não realizar testes específicos de irritação ocular, pois colírios lubrificantes têm, por definição, perfil de segurança elevado e dispensam avaliação regulatória. - Embora colírios lubrificantes possam ter um perfil de segurança elevado, a avaliação de irritação ocular ainda é importante e não deve ser ignorada. d) Substituir todos os ensaios de irritação ocular pelo teste de LAL (Lisado de Amebócitos de Limulus), já que a presença de endotoxinas é o único fator relevante. - O teste de LAL é utilizado para detectar endotoxinas, mas não avalia a irritação ocular. A alternativa mais adequada, que respeita os princípios 3Rs e prioriza métodos in vitro antes de considerar testes em animais, é: a) Iniciar com métodos in vitro validados, como modelos de epitélio corneano humano reconstruído (por exemplo, OECD TG 492), recorrendo a ensaio em animais apenas se os resultados forem inconclusivos.
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