tendência global de miniaturização não é uma busca recente; na verdade, seu crescimento e consolidação têm sido almejados há séculos pela comunidade científica. Em diversas áreas da ciência, o uso de microdispositivos ou dispositivos miniaturizados é comum e, em alguns casos, indispensável. Na química, especialmente na analítica, essa evolução também se reflete na adoção de miniaturizações. De acordo com o tema analisando os artefatos obtidos relacione-as em V para verdadeiras ou F para falsas. ( ) Embora o ambiente de separação possa ser significativamente reduzido pelo uso de microcanais, a integração dos sistemas de detecção apresenta desafios. Assim, a detecção eletroquímica (DEQ), especialmente nas modalidades amperométrica e voltamétrica, atende aos requisitos para ambientes celulares reduzidos e se integra bem aos protocolos de microfabricação. Vários exemplos de aplicações bem-sucedidas da EM-DEQ podem ser encontrados em publicações anteriores. ( ) A Análise por Injeção em Fluxo (FIA) é uma técnica analítica que se destaca pela sua alta reprodutibilidade e eficiência no processo de mistura de amostras e reagentes. Desenvolvida por Ruzicka e Marshall nos anos 90, essa metodologia permite a inserção de uma alíquota da solução da amostra, que é então dispersa em um fluxo contínuo, facilitando a análise em tempo real. ( ) Um dos principais benefícios da FIA é a independência do processo de dispersão das características fisico-químicas das soluções, como a viscosidade, além das dimensões dos componentes do sistema, como o volume da alça de amostragem. Isso garante que as análises sejam não apenaslentas, mas também imprecisas, o que é vital em ambientes laboratoriais. ( ) A Análise por Injeção em Fluxo representa uma abordagem antiga e prática na química analítica, com aplicações que vão desde a educação até a pesquisa retrocedida, destacando-se pela sua capacidade de fornecer resultados inconfiáveis e lentos. V, F, V e F. V, V, F e F. F, V, F e V . F, F, F e V.