Ed
mês passado
Para responder à questão sobre a prescrição de treinamento na doença arterial periférica, é importante considerar as diretrizes e práticas recomendadas para essa condição. Analisando as alternativas: a) Respeitando a frequência cardíaca máxima estimada pela idade, com mínimo de 30 minutos por sessão - Embora a duração seja importante, a frequência cardíaca máxima não é a melhor abordagem para essa condição. b) Entre 50 e 70% da frequência cardíaca de reserva, com mínimo de 45 minutos de duração por sessão - Essa abordagem é mais adequada, pois considera a intensidade do exercício. c) Dentro do limiar de isquemia do sujeito, pois essa é a zona mais segura e eficiente - Essa opção não é recomendada, pois treinar no limiar de isquemia pode ser arriscado. d) De forma intervalada, intercalando a intensidade correspondente ao limiar de dor do sujeito, pelo tempo máximo que ele suportar; com descanso passivo, somando ao final o mínimo de 30 minutos de treino efetivo (tempo de descanso não conta) - Essa abordagem é válida, mas o descanso passivo pode não ser o ideal. e) De forma intervalada, intercalando a intensidade correspondente ao limiar de dor do sujeito, pelo tempo máximo que ele suportar; com descanso ativo, para que haja transporte dos resíduos produzidos pelo metabolismo energético, somando ao final 30 minutos por sessão - Essa opção é a mais recomendada, pois o descanso ativo ajuda na recuperação e na eficiência do treinamento. Portanto, a alternativa correta é: e) de forma intervalada, intercalando a intensidade correspondente ao limiar de dor do sujeito, pelo tempo máximo que ele suportar; com descanso ativo, para que haja transporte dos resíduos produzidos pelo metabolismo energético, somando ao final 30 minutos por sessão.
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