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Paulo Bruscky é um dos principais nomes da arte conceitual e experimental brasileira, tendo iniciado sua trajetória nos anos 1960 e se destacado em práticas como arte postal, arte-xerox, videoinstalações, intervenções urbanas e o Poema/Processo. Para Bruscky, a arte existe além da utilidade e da autoria individual – é uma forma de pensar, resistir e ver o mundo com o “olho livre”, nos termos de Oswald de Andrade. Em sua obra, buscou subverter os meios de comunicação – como o fax, o telex – retirando-os de sua função original e transformando-os em suporte artístico. Nesse percurso, destaca-se também sua prática de interferir em obras de outros artistas sem autorização, criando “versões” assinadas por ele. Assinale a alternativa que melhor representa essa prática e seus fundamentos conceituais: Clique na sua resposta abaixo Uma prática alinhada ao conceito de desmaterialização da obra de arte, ao romper com o objeto artístico tradicional e enfatizar o processo, a comunicação em rede e a coletividade na criação artística. Um gesto de autopromoção, que buscava dar visibilidade ao seu nome em redes internacionais de arte. Uma estratégia para adaptar obras alheias ao mercado de arte nacional, buscando torná-las mais compreensíveis ao público brasileiro por meio de releituras. Um recurso usado por Bruscky exclusivamente dentro do movimento Poema/Processo, abandonado posteriormente em favor de mídias digitais e obras tecnológicas de caráter comercial. (X)Uma forma de copiar e preservar trabalhos que seriam utilizados em exposições institucionais, com foco na valorização de arquivos e acervos museológicos.
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alessandrabio francisco

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação à prática de Paulo Bruscky de interferir em obras de outros artistas sem autorização. 1. Uma prática alinhada ao conceito de desmaterialização da obra de arte, ao romper com o objeto artístico tradicional e enfatizar o processo, a comunicação em rede e a coletividade na criação artística. - Esta alternativa reflete bem a abordagem de Bruscky, que busca subverter a ideia tradicional de arte e enfatiza o processo e a coletividade. 2. Um gesto de autopromoção, que buscava dar visibilidade ao seu nome em redes internacionais de arte. - Embora a visibilidade possa ser um aspecto, não é o foco principal da prática de Bruscky. 3. Uma estratégia para adaptar obras alheias ao mercado de arte nacional, buscando torná-las mais compreensíveis ao público brasileiro por meio de releituras. - Essa alternativa não representa a essência da prática de Bruscky, que é mais sobre a subversão e a crítica do que sobre adaptação ao mercado. 4. Um recurso usado por Bruscky exclusivamente dentro do movimento Poema/Processo, abandonado posteriormente em favor de mídias digitais e obras tecnológicas de caráter comercial. - Essa afirmação é limitante e não abrange a totalidade da prática de Bruscky. 5. Uma forma de copiar e preservar trabalhos que seriam utilizados em exposições institucionais, com foco na valorização de arquivos e acervos museológicos. - Essa alternativa não se alinha com a prática de interferência e subversão que caracteriza o trabalho de Bruscky. Diante da análise, a alternativa que melhor representa a prática de Paulo Bruscky e seus fundamentos conceituais é: Uma prática alinhada ao conceito de desmaterialização da obra de arte, ao romper com o objeto artístico tradicional e enfatizar o processo, a comunicação em rede e a coletividade na criação artística.

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