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Imunologia

UNIASSELVI
um. A paraparesia espástica tropical (PET)/mielopatia associada ao HTLV (HAM) caracteriza-se por paraparesia espástica crônica, bexiga neurogênica, constipação, sintomas sensoriais, sintomas piramidais nos quatro membros e fraqueza crônica e progressiva dos músculos ilíacos laterais. b. A leucemia e o linfoma de células T do adulto (ATL) são caracterizados por linfadenopatia, esplenomegalia, lesões cutâneas, células linfoides T malignas, linfócitos anormais (células em flor), hipercalcemia, anemia, leucocitose e trombocitopenia. c. A uveíte associada ao HTLV (HAU), a hiperinfecção por Strongyloides, manifestações dermatológicas (como sarna grave e sarna norueguesa), articulares e respiratórias (pneumonia e tuberculose) podem estar presentes, dependendo da resposta imune do hospedeiro. d. No acompanhamento seriado a cada 6/12 meses, recomenda-se revisar o histórico, o exame físico e a avaliação neurológica resumida, repetir os exames de triagem para sífilis, HIV, hepatite B e C, além de hemograma, LDH, cálcio, exame parasitológico de fezes (incluindo Strongyloides sp), radiografia de tórax a cada dois anos e, dependendo dos achados, encaminhar a um especialista (neurologista, hematologista, oftalmologista, dermatologista, etc.). e. O diagnóstico laboratorial da infecção por HTLV pode atualmente ser confirmado de forma confiável com técnicas sorológicas, agora bastante sensíveis e específicas, com imunoensaio enzimático (EIA) simples, ensaio de quimioluminescência (CLIA) ou testes rápidos (testes no local de atendimento).
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Filipe Barboza

há 2 semanas

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