Ed
há 4 semanas
Os conceitos apresentados por Zambrano e Pedrosa (2016) mostram que, na Alemanha, os surdos eram vistos de forma fragmentada e contraditória no discurso midiático sobre inclusão educativa. Não havia uma identidade coletiva surda única, mas várias identidades que se contradiziam entre si. Por um lado, os surdos eram tratados como uma subcategoria de pessoas com deficiência, ora considerados incluíveis por tecnologias ou intérpretes, ora excluídos por usarem outra língua. Além disso, havia variações na percepção sobre suas capacidades acadêmicas e reconhecimento da identidade linguística. Em outros momentos, eram rotulados como surdos-mudos, o que questionava sua classificação como deficientes. Por fim, a identidade surda era muitas vezes vista como secundária diante da inclusão social. Isso reflete uma visão complexa e ambígua dos surdos na mídia alemã, marcada por conflitos entre modelos médicos, sociais e culturais da surdez.


Cadastre-se ou realize login
Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade