Ed
há 3 semanas
A melhor abordagem terapêutica para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que apresentam comportamentos estereotipados, ritualísticos e resistência às mudanças, é a intervenção precoce e contínua, com programas comportamentais estruturados e integrados ao suporte familiar. Essa abordagem respeita os limites individuais da criança, promove segurança emocional e ajuda a desenvolver gradualmente flexibilidade e adaptação. As outras opções apresentadas são incorretas porque: - A resistência às mudanças não está ligada exclusivamente à falta de empenho do terapeuta, e trocar frequentemente de profissionais ou abandonar rotinas pode aumentar a insegurança da criança. - Interromper abruptamente as rotinas e expor a criança a choques ambientais pode causar estresse e piorar os comportamentos. - Embora as manifestações tenham base neurobiológica, não é correto aceitar passivamente sem tentar intervenções, pois a neuroplasticidade permite melhorias com suporte adequado. Portanto, o foco deve ser em intervenções estruturadas, respeitosas e integradas à família, visando o desenvolvimento gradual da criança.


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