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O Poder Legislativo é um dos três poderes fundamentais do Estado democrático de direito, ao lado do Executivo e do Judiciário. Sua principal função é elaborar, discutir e aprovar leis que regem a vida em sociedade, além de fiscalizar os atos do Poder Executivo. No Brasil, o Legislativo é exercido em nível federal pelo Congresso Nacional, composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, refletindo a representação popular e federativa.
Sobre o tema, são competências exclusivas do Congresso Nacional, exceto:
A) Aprovar o estado de defesa e a intervenção federal, autorizar o estado de sítio, ou suspender qualquer uma dessas medidas
B) Autorizar referendo e convocar plebiscito
C) Sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa
D) Conceder anistia
E) Escolher dois terços dos membros do Tribunal de Contas da União
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há 6 horas

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Vamos analisar as competências exclusivas do Congresso Nacional no Brasil: A) Aprovar o estado de defesa e a intervenção federal, autorizar o estado de sítio, ou suspender qualquer uma dessas medidas — é competência exclusiva do Congresso Nacional. B) Autorizar referendo e convocar plebiscito — também é competência exclusiva do Congresso Nacional. C) Sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa — essa competência é do Congresso Nacional, conforme previsto na Constituição. D) Conceder anistia — é competência exclusiva do Congresso Nacional. E) Escolher dois terços dos membros do Tribunal de Contas da União — essa alternativa está incorreta, pois os membros do TCU são escolhidos pelo Presidente da República (dois terços) e pelo Congresso Nacional (um terço), não pelo Congresso Nacional sozinho. Portanto, a alternativa que não é competência exclusiva do Congresso Nacional é: E) Escolher dois terços dos membros do Tribunal de Contas da União.

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A Lei federal nº 12.030/2009 dispôs sobre as perícias oficiais de natureza criminal, estabelecendo normas gerais sobre o assunto, assegurando autonomia técnica, científica e funcional, exigindo, em contrapartida, concurso público com formação acadêmica específica para o provimento do cargo de perito oficial. Porém, Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (COBRAPOL) ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade em face dessa lei, sob o argumento de que a norma apresentava vício de iniciativa, por ser de origem parlamentar, além de violar a competência concorrente da União e excluir indevidamente papiloscopistas e bioquímicos do rol de peritos oficiais.
Com base nessa situação hipotética, e à luz da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, assinale a alternativa correta:
A) A Lei nº 12.030/2009 é inconstitucional, pois ao definir regras sobre perícias criminais, criou cargos e disciplinou o regime jurídico de servidores públicos, matéria de iniciativa privativa do Presidente da República.
B) A Lei nº 12.030/2009 é constitucional, pois trata de normas gerais sobre a atividade pericial criminal, sem criar cargos ou dispor sobre regime jurídico de servidores públicos, não violando, portanto, a iniciativa privativa do Chefe do Executivo.
C) A Lei nº 12.030/2009 é inconstitucional por violar a competência privativa da União para legislar sobre direito processual penal, uma vez que regula procedimentos probatórios de perícia criminal, cuja disciplina é reservada à lei federal.
D) A exclusão dos papiloscopistas e bioquímicos do rol de peritos oficiais torna a norma materialmente inconstitucional, por violar o princípio da isonomia e o direito à prova plena, sendo cabível sentença aditiva para corrigir a omissão.
E) A lei é formalmente inconstitucional, pois, apesar de tratar de normas gerais, a iniciativa parlamentar não pode versar sobre direitos, garantias e deveres das polícias civis, matéria reservada ao Presidente da República.

Em 2025, Luan, homem transexual que já havia retificado seu registro civil para constar nome e gênero masculinos, procurou o posto de saúde municipal para realizar exames ginecológicos de rotina. O sistema eletrônico do SUS, no entanto, bloqueou o agendamento, informando que “usuários do gênero masculino não podem realizar consultas com ginecologistas”. Luan formalizou reclamação na Ouvidoria, mas o servidor responsável respondeu que “o sistema segue o sexo do documento e não há previsão legal para exceções”. Inconformado, Luan ingressou com ação judicial, sustentando violação aos direitos fundamentais, requerendo que o Ministério da Saúde e o Município promovam as adequações necessárias para garantir o acesso integral e sem discriminação.
Com base na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e nos princípios constitucionais aplicáveis, assinale a alternativa correta.
A) O pedido deve ser julgado improcedente, pois o Ministério da Saúde não pode criar exceções ao critério biológico de atendimento médico, sob pena de violar o princípio da legalidade administrativa.
B) O pedido deve ser julgado improcedente, pois a identidade de gênero se sobrepõe ao sexo biológico, sendo legítima a limitação do atendimento com base nas características fisiológicas do registro civil.
C) O pedido deve ser julgado procedente, pois o STF reconhece que o direito à identidade de gênero integra a dignidade da pessoa humana e impõe ao Estado o dever de ajustar suas políticas de saúde às necessidades biológicas e à identidade de gênero autodeclarada.

Com base nas diversas classificações doutrinárias das Constituições, analise as assertivas a seguir:
Está correto o que se afirma em:
I – Constituição normativa: há perfeita sintonia entre o texto constitucional e a conjuntura política e social do Estado, de forma que a limitação ao poder dos governantes e a previsão de direitos à população sejam estritamente observadas e cumpridas.
II – Constituição nominativa: não é capaz de reproduzir com exata congruência a realidade política e social do Estado, mas anseia chegar a esse estágio; seus dispositivos ainda não são dotados de força normativa capaz de reger plenamente os processos de poder, almejando-se, contudo, alcançar no futuro a perfeita sintonia entre texto (Constituição) e contexto (realidade).
III – Constituição-moldura: nesta concepção a Constituição é só a moldura de um quadro vazio, funcionando como limite à atuação do legislador ordinário, que não poderá atuar fora dos limites previamente estabelecidos. Dessa forma, a preocupação da jurisdição constitucional seria, tão somente, a de verificar se o legislador agiu dentro dos contornos da moldura constitucional, isto é, se o "desenho" legislativo está dentro do quadro ou se extrapolou as bordas previamente definidas.
IV – Constituição suave: caracteriza-se por conferir ao texto constitucional certa maleabilidade que permite acompanhar as oscilações da realidade fática, admitindo constantes releituras e reinterpretações permanentes para melhor acompanhar as mutações sociais.
V – Constituição-lei: diferencia as normas constitucionais das demais, situando-as em plano de superioridade valorativo que as torna cogentes para legisladores e indivíduos. A atuação do legislador fica significativamente abreviada, reduzida a interpretar as normas constitucionais e a efetivá-las.
A) Apenas as assertivas I, II e III estão corretas;
B) Apenas as assertivas I, III e IV estão corretas;
C) Apenas as assertivas I, II, III e IV estão corretas;
D) Apenas as assertivas II, IV e V estão corretas;
E) Todas as assertivas estão corretas, sem ressalvas conceituais, conforme as classificações apresentadas.

Carlos nasceu no Rio de Janeiro, filho de pais italianos que se encontravam no Brasil a trabalho. Assim, é brasileiro nato. Alguns anos depois, mudou-se para Roma e, buscando ampliar suas oportunidades profissionais, adquiriu voluntariamente a cidadania italiana, passando a exercer suas atividades naquele país. Posteriormente, ao decidir retornar ao Brasil, foi informado por amigos que sua situação poderia implicar a perda da nacionalidade brasileira.
Com base na Constituição Federal, assinale a alternativa correta.
A) Carlos perdeu automaticamente a nacionalidade brasileira pela aquisição voluntária de outra nacionalidade, sendo-lhe vedada a readquisição, conforme previsão constitucional expressa.
B) A perda da nacionalidade brasileira somente poderá ocorrer mediante sentença judicial transitada em julgado que reconheça fraude no processo de naturalização ou atentado contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.
C) Carlos não perde automaticamente sua nacionalidade brasileira pela aquisição voluntária de outra nacionalidade, pois a perda somente ocorrerá se ele fizer pedido expresso de renúncia perante autoridade brasileira competente, desde que tal ato não acarrete apatridia, podendo, inclusive, readquirir sua nacionalidade originária nos termos da lei.
D) Carlos não perde automaticamente sua nacionalidade brasileira pela aquisição voluntária de outra nacionalidade, pois a perda somente ocorrerá se ele fizer pedido expresso de renúncia perante autoridade brasileira competente, mesmo que tal ato acarrete apatridia, podendo, inclusive, readquirir sua nacionalidade originária nos termos da lei.
E) Carlos não perde automaticamente sua nacionalidade brasileira pela aquisição voluntária de outra nacionalidade, pois a perda somente ocorrerá se ele fizer pedido expresso de renúncia perante autoridade brasileira competente, desde que tal ato não acarrete apatridia, porém não poderá readquirir sua nacionalidade originária.

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