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Nesse sentido, a jurisprudência catarinense reconhece a plena validade da cobrança de gastos extraordinários mediante a técnica expropriatória, especialmente quando os dispêndios estão vinculados a necessidades básicas presumidas da infância e adolescência: O procedimento expropriatório confere ao exequente ferramentas eficazes para a satisfação do crédito, inclusive mediante a incidência de multa e honorários em caso de inadimplemento, além da possibilidade de penhora de ativos financeiros e bens móveis ou imóveis. O objetivo é garantir que o título executivo não se torne inócuo diante da contumácia do devedor. A separação ritual entre as parcelas atuais e estas despesas acessórias permite que o processo avance sem gerar nulidades, assegurando ao menor o recebimento integral do que lhe é devido por direito, protegendo sua integridade física e educacional mediante a reposição dos recursos despendidos por sua representante legal.
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Evandro Schweitzer

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

A jurisprudência catarinense reconhece que a cobrança de gastos extraordinários relacionados a necessidades básicas da infância e adolescência é válida por meio da técnica expropriatória. Essa técnica permite ao credor utilizar medidas eficazes, como multas, honorários e penhora de bens, para garantir o cumprimento da obrigação. A distinção entre parcelas atuais e despesas acessórias evita nulidades processuais, assegurando que o menor receba integralmente o que lhe é devido, protegendo seus direitos físicos e educacionais.

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