Ed
há 2 meses
Vamos analisar o caso passo a passo: - Tício faleceu, deixou dois filhos maiores e capazes, e há testamento. - Os filhos concordam com a partilha e querem fazer inventário extrajudicial. - Inventário extrajudicial é possível quando há consenso entre os herdeiros e ausência de litígio. - A existência de testamento não impede o inventário extrajudicial, desde que não haja litígio e todos os herdeiros sejam capazes e estejam de acordo. - Não é necessária homologação judicial prévia do testamento para o inventário extrajudicial. - O cumprimento do testamento pode ser feito no próprio inventário extrajudicial. Analisando as alternativas: (A) Incorreta. Não é necessária previsão expressa no testamento para inventário extrajudicial. (B) Incorreta. Não é necessário registro judicial prévio do testamento nem autorização judicial para inventário extrajudicial, desde que haja consenso. (C) Incorreta. Não há necessidade de renúncia do legatário para inventário extrajudicial. (D) Incorreta. O cumprimento do testamento não precisa ser feito previamente e separadamente. (E) Incorreta. A existência de testamento não impede o inventário extrajudicial. Nenhuma alternativa está correta conforme a legislação atual (art. 610 do CPC). Porém, a alternativa (B) é a que mais se aproxima da realidade, pois menciona a necessidade de autorização judicial ou registro, o que não é correto, mas as demais estão mais erradas. Portanto, a resposta correta é: Nenhuma das alternativas está correta. Se for obrigatório escolher uma, a mais próxima seria a (B), mas com ressalvas. --- Resumo: O inventário extrajudicial é possível mesmo havendo testamento, desde que haja consenso entre os herdeiros maiores e capazes, e todos estejam assistidos por advogado, sem necessidade de homologação judicial prévia do testamento.
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