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FOI ANEXADO O MODELO DISPONOBILIZADO PELA MINHA PROFESSORA, COM BASE NELE PRECISO FAZER MEU SLIDE, USANDO O SEGUINTE CASO CLÍNCO: IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE Nome: Maria do Carmo Feliciano da Silva Data de nascimento: 13/11/1959 Idade: 66 anos Gênero: Feminino Internação: 21/04/2026 Setor/Enf/Leito: LT C.C 01 Prontuário: 1209663 DADOS CLÍNICOS Queixa principal: Dor abdominal em fossa ilíaca direita há cerca de 1 semana. HDA: Apendicite complicada com perfuração, submetida à ileocelectomia direita. Achados intraoperatórios no prontuario: massa endurecida, aderências, linfonodomegalia. Diagnóstico confirmado: Apendicite aguda complicada <<<< Suspeita: Tumor intestinal (não confirmado). Historia patologica pregressa Sem HAS, DM, etilismo ou tabagismo. Uso prévio de analgésicos (dipirona e torsilax) Historia familiar: Sem relatos relevantes.. AVALIAÇÃO CLÍNICA Evacuação presente, diurese preservada. Afebril, hidratada, sem náuseas ou vômitos, conseguia se comunicar bem, estava físicamente ativa (com algumas limitações, porém conseguiu sair da cama com ajuda, se pesar e converser durante isso) Baixa ingestão hídrica (~600 ml/dia). EXAME FÍSICO Abdome cirúrgico, com curativo oclusivo, presença de dreno tubular (Foley + Penrose) com saída seropurulenta (~200 ml/24h). Abdome peristáltico, timpânico, flácido, doloroso à palpação profunda em hipogástrio, sem sinais de peritonite. ANAMNESE ALIMENTAR Dieta atual: dieta branda (informada no prontuario, laxativa), porém a relatada na consulta foi dieta zero para realização da TC, no dia anterior semi-líquida. Aceitação: 75–100% (unicas recusas dela foi por conta de palatabilidade) Sem intolerâncias alimentares relatadas EXAMES LABORATORIAIS PCR: Elevada (29 mg/dL) >> indica processo inflamatório/infeccioso ativo e resposta ao trauma cirúrgico. Hemoglobina: Reduzida (5,7 g/dL) >>> anemia grave, possivelmente associada ao processo inflamatório e/ou perda sanguínea. Leucócitos: Elevados >> indicam resposta inflamatória/infecciosa. Plaquetas: Elevadas >> trombocitose reativa associada à inflamação. Albumina: Reduzida (2,0 g/dL) >>> associada ao estado inflamatório e risco nutricional. Ureia/Creatinina: Dentro da normalidade >> função renal preservada. Glicose: Levemente elevada (134 mg/dL) >> talvez possível resposta ao estresse metabólico. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA Peso habitual: 65 kg Peso atual: 55 kg Perda: 15,4% Altura: 1,60 m IMC: 21,5 kg/m² CB: 27,3 cm CP: 33 cm Diagnóstico nutricional: Eutrofia por IMC, porém com perda ponderal grave (15,4%) associada a processo inflamatório e pós-operatório >> risco nutricional elevado. NRS-2002 Estado nutricional: 3 Gravidade da doença: 2 Idade: 0 Total: 5 pontos (alto risco nutricional) NECESSIDADES 35 kcal/kg/dia ( devido ao estresse metabólico e inflamação ??) = 1925kcal 1,8 g proteína/kg/dia ( para cicatrização, imunidade e evitar perda muscular) = 99g/dia MEDICAMENTOS Bromoprida, Dipirona, Omeprazol, Simeticona, Tramadol, Clindamicina, Ciprofloxacino, Metronidazol, Óleo mineral, Insulina (SOS), Glicose 50% (SOS) INTERAÇÕES MEDICAMENTO X NUTRIÇÃO Bromoprida: (antiemético/procinético) → melhora motilidade gástrica e facilita a alimentação Dipirona: (analgésico) → pode causar leve desconforto gastrointestinal Omeprazol: (protetor gástrico) → reduz acidez, podendo afetar absorção de nutrientes a longo prazo Simeticona: (antiflatulento) → reduz gases e melhora conforto abdominal Domperidona: (procinético/antiemético) → aumenta motilidade gástrica e melhora esvaziamento, favorecendo a aceitação alimentar Tramadol: (analgésico opioide) → pode causar náuseas e constipação, prejudicando ingestão Clindamicina / Ciprofloxacino: (antibióticos) → alteram microbiota intestinal, podendo causar diarreia Óleo mineral: (laxativo) → facilita evacuação, mas pode reduzir absorção de vitaminas lipossolúveis Insulina (SOS): (controle glicêmico) → reduz glicemia elevada Glicose 50% (SOS): (correção glicêmica) → trata hipoglicemia CONDUTA Manter dieta oral branda?? conforme tolerância, com fracionamento em pequenas refeições ao longo do dia. Realizar progressão gradual da oferta calórico-proteica, iniciando com aceitação parcial e evoluindo conforme tolerância. Aumentar a densidade calórica e proteica da dieta sem elevar volume alimentar (pelo menos tentar). Estimular ingestão hídrica adequada (1,5 L/dia, se não houver restrição médica, acho que não tem até agr). Monitorar aceitação alimentar, débito do dreno, exames laboratoriais e evolução do peso. Considerar suplementação oral hiperproteica caso ingestão seja insuficiente (bem provável, porem estou colocando como ‘alternativa’’) QUERO QUE FAÇA ESSE TRABALHO, SLIDE POR SLIDE, PRONTO PARA EU SÓ COPIAR E COLAR NO POWERPOINT
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aline gundermann

há 9 horas

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há 9 horas

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