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O Psicodiagnóstico Interventivo é tratado por Ancona Lopez (ANCONA-LOPEZ, M. (org.) Psicodiagnóstico: processo de intervenção. São Paulo: Cortez, 1995) como um modelo Opção A que vê o cliente como um campo de possibilidades e como coparticipante do processo de Psicodiagnóstico. Opção B pouco recomendável em casos de conflitos envolvendo crianças em tenra idade, pois elas não necessitam participar de processos Psicodiagnósticos. Opção C que não utiliza testes, já que o enquadre ficaria prejudicado e poderia contaminar os resultados obtidos. Opção D Não é factível de realização, porque exige uma postura de neutralidade constante, o que impede a participação interventiva deliberada. Opção E de intervenção que gera angústias e suscita ansiedades nas pessoas envolvidas.
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Gerson Casitas

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Analisando as opções com base no conceito de Psicodiagnóstico Interventivo segundo Ancona Lopez: - Opção A: descreve o Psicodiagnóstico Interventivo como um modelo que vê o cliente como coparticipante e campo de possibilidades, o que está correto. - Opção B: afirma que não é recomendável para crianças pequenas, o que não é uma característica central do modelo. - Opção C: diz que não utiliza testes, o que não é verdade, pois o psicodiagnóstico pode usar testes dentro do processo. - Opção D: afirma que não é factível por exigir neutralidade, o que contraria a ideia de intervenção ativa. - Opção E: fala que gera angústias e ansiedades, o que não define o modelo em si. Portanto, a alternativa correta é a Opção A.

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