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CEUCLAR
Texto 1A originalidade da revelação cristã [...] está no fato de que ela não se fundamenta, em primeira instância, sobre um texto sagrado. Isso acontece, por exemplo, com o Islã, que tem uma “Escritura que desceu de Deus”, que disse ao profeta: “Fizemos descer sobre ti a Escritura” (Corão, Sura 39,1-2). Portanto, é o texto e não Maomé o lugar próprio da palavra de Deus. No cristianismo, pelo contrário, é o Cristo a revelação de Deus, isto é, a pessoa e a vida histórica de Jesus de Nazaré. Ele, de fato, não é o portador de algum documento sagrado, ele nada escreveu nem nos entregou um livro vindo do céu. Disso resulta que a revelação, realizada em sua pessoa e em sua história, pode chegar até nós somente porque existiram homens que viveram com ele e que testemunharam para nós tudo o que ele disse e fez, como viveu, como morreu, como apareceu para eles, depois da morte, ressuscitado. Texto 2Sempre implicará para a Igreja uma tensão entre sua santidade, que de certa maneira a separa do mundo (ela não é do mundo), e sua vocação ao universalismo, que exige da Igreja viver no, com e para o mundo. A Igreja, diferentemente de uma seita, existe sempre e em qualquer lugar, possuindo um dinamismo de tendência universal. Ela tem consciência de ser chamada para a totalidade. Texto 3Esta categoria possui uma preeminência sobre o estado pecaminoso, pela qual a nota decisiva, atribuída definitivamente à Igreja por Deus, não é seu estado de pecado, mas sua santidade. Pertence à vocação autêntica da Igreja e à sua essência, ao passo que o pecado obscurece e contradiz sua verdadeira natureza. Até o final dos tempos a Igreja será sempre pecadora, mas isso não pode deixar entender que o pecado vai prevalecer sobre a ação santificadora de Deus. Está, pois, intimamente unida à indefectibilidade da Igreja, fundada sobre o fato de que Deus nunca deixará de faltar com o seu perdão. Texto 4Ela é obra de um só Senhor, que, por meio de seu agir salvador em uma só economia, derrama no coração dos fiéis um só Espírito, edifica a única Igreja mediante um só batismo, uma só eucaristia e um só Evangelho ao qual se responde com uma só fé (cf. Ef 4,4-5). Ao serviço da Igreja institui-se o único ministério. Confessar que a Igreja é una significa, portanto, crer na eficácia da ação salvadora de Deus que congrega um único povo para si. [...] Ela é unida por Deus. Ela não é unida por laços de sangue, por interesses comuns, por simpatias passageiras. Sua unidade funda-se primariamente na comunhão divina e não tanto na iniciativa humana. Os textos acima referem-se respectivamente às propriedades fundamentais da Igreja:a)Apostólica, Una, Santa, Católica.b)Católica, Santa, Una, Apostólica.c)Santa, Católica, Apostólica, Una.d)Una, Santa, Católica, Apostólica.e)Apostólica, Católica, Santa, Una.
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Adilson Peterlini Lourenço

há 2 meses

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